Quando uma empresa ou uma pessoa constrói uma imagem, é muito difícil ela ser desconstruída e isso também vale quando se desconstrói uma imagem, talvez seja ainda mais difícil, reconstrui-la.
Quando vi o comercial da Devassa com a Sandy, ri muito porque aquilo me gerou totalmente uma “disfunção cognitiva”, isto é, a imagem que tinha da Sandy não batia com o tipo de produto e isso gerou uma total confusão dos meus pensamentos e consequentemente, talvez, até inconscientemente, meu cérebro dizia: “isso é propaganda enganosa! Não compre esse produto! A Sandy nem tem cara de que gosta de beber!”
Tanto que o negócio não vingou que a propaganda não continuou a ser vinculada. Nas entrevistas, a Sandy afirma que não é tão certinha, de que tem seu lado divertido (no dicionário a palavra significa alegre, engraçado, mas não é sinônimo de devassa que é libertina, licenciosa, dissoluta, crapulosa, desregrada).
Eu pergunto, o que tem de mais em se manter com a imagem de certinha que ela construiu? Quem gosta da cantora Sandy, vai continuar adorando.
Faço uma associação com empresas que construiram uma imagem para um determinado mercado e de repente para entrar em um outro mercado, resolvem mudar totalmente sua imagem. E o que acontece? Por não parecer verdadeiro, acabam perdendo os clientes antigos e não ganham os novos.
Talvez, a Sandy esteja fazendo a mesma coisa. Quer atuar em outro mercado e assim, começa a “tentar” criar uma nova imagem. E sinceramente, não precisa mudar, pois é uma excelente cantora e que terá sempre um público cativo.
E pior, sempre digo: às vezes é melhor ficar quieto para não se enrolar mais ainda. Nas entrevistas a fim de justificar sua escolha, ela diz que não gosta de cerveja, mas diz que já tomou um porre (eu já tomei alguns e nem por isso me considero devassa) e afirma que outros artistas como a Xuxa e o casal Angélica e Luciano Huck não usam os produtos que mostram em propagandas.
Outro problema, fale por você, não pelos outros. A assessoria da Xuxa e do casal maravilha (que adoro!) afirmaram que utilizam e provavelmente, ficaram aborrecidos com as declarações da Sandy, queimando seu filme com eles. Ainda mais o Luciano que já fez especiais com ela e o Junior, a convidou para participar do Soletrando.
No mundo empresarial isso acontece quando uma empresa começa a expor seus parceiros ou concorrentes para tentar justificar suas ações. E o que acaba acontecendo? Fica mal visto pelo mercado.
Quantas Devassas você tomou por causa da Sandy? Eu, particularmente, nenhuma, já tenho minhas bebidas preferidas (cerveja já foi uma delas). Agora, se ela fizesse propaganda de produtos mais com a cara dela, por exemplo: livros e produtos educacionais – ela se formou em letras, é articulada, escreve e fala bem, parece estudiosa; eletrodomésticos e produtos para casa – casada com um rapaz que também parece um bom menino e ela parece ser organizada; cosméticos – ela tem a pele linda; acho que eu experimentaria, afinal ficaria muito mais congruente e não me daria essa confusão mental!
Você que possui uma empresa, veja qual a imagem que você passa. Se for do bem, continue a trabalhá-la dessa forma. Se é tradicional, pode até dar um ar mais moderno, mas faça isso com produtos e serviços inovadores e continue a contemplar sua tradição, pois isso dá credibilidade e mantém sua empresa.
Agora, se sua empresa possui uma imagem ruim no mercado, às vezes, nem a melhor agência de propaganda consegue reverter a situação. Por isso, cuide sempre da sua imagem e da imagem de sua empresa.
Fábrica de Empreendedores
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sexta-feira, 20 de maio de 2011
sexta-feira, 4 de março de 2011
TRABALHO NÃO MATA, O QUE MATA É A RAIVA...
Achei brilhante essa frase dita pelo Dr. Roberto Kalil que participa do Programa Bem Estar da Globo, segundo ele quem disse isso é o Dr. Adib Jatene.
Ele citou essa frase depois de questionado se o estresse por causa do trabalho pode ocasionar a pressão alta.
A palavra “trabalho” vem do latim tripalium que era um instrumento de tortura sustentado por três estacas. Se pensarmos no sentido etimológico da palavra, quer dizer que trabalhar significa ser torturado, sofrer. Se considerarmos isso, podemos afirmar que o trabalho “pode” matar, mas só “se” você quiser e deixar.
Não discorrerei aqui sobre o aspecto médico que não é minha especialidade, mas utilizarei isso para falar sobre o que vejo acontecendo nas empresas.
Em todos os treinamentos, encontro funcionários descontentes (quase todos) com as horas excessivas de trabalho, cobranças dos chefes, pressão para atingir resultados, acúmulo de trabalho (poucos funcionários para muitas atividades).
Ao conversar com eles durante os coffee-breeaks ou almoços, questiono se já conversaram com seus superiores, negociaram com seus pares, delegaram atividades para outras pessoas e muitos respondem: “Não adianta… nada muda… nem perco meu tempo…”.
E com isso, vão guardando o sentimento de raiva que vai corroendo pouco a pouco sua autoestima, sua percepção da realidade, a busca pelos seus sonhos.
Mas será que essa raiva é sentida pelos outros ou é por si próprio, por não conseguir agir e tomar uma decisão?
É comum, terceirizarmos responsabilidades (o fulano deixou de fazer, o sicrano é assim), mas o quanto somos capazes de assumir as nossas incompetências, erros e impossibilidades?
O trabalho por si só não mata, mas a angústia, a raiva, a frustração fará com que você se desequilibre emocionalmente. Por exemplo, se você começa a ter insônia, provavelmente tudo o deixará irritado, começará a discutir com as pessoas, perderá a fome e consequentemente, começarão problemas físicos: enxaquecas, gastrites, pressão arterial elevada etc.
Se o chefe ou um colega de trabalho te deixa “raivoso”, questione sobre o que você pode mudar nessa situação. Conversar com ele de forma franca? Mudar seu comportamento? Buscar uma oportunidade em outra área ou outra empresa?
Mudar os outros, não conseguiremos; mas, construir e seguir o nosso caminho está apenas nas nossas mãos!
http://valerianakamura.wordpress.com/
Ele citou essa frase depois de questionado se o estresse por causa do trabalho pode ocasionar a pressão alta.
A palavra “trabalho” vem do latim tripalium que era um instrumento de tortura sustentado por três estacas. Se pensarmos no sentido etimológico da palavra, quer dizer que trabalhar significa ser torturado, sofrer. Se considerarmos isso, podemos afirmar que o trabalho “pode” matar, mas só “se” você quiser e deixar.
Não discorrerei aqui sobre o aspecto médico que não é minha especialidade, mas utilizarei isso para falar sobre o que vejo acontecendo nas empresas.
Em todos os treinamentos, encontro funcionários descontentes (quase todos) com as horas excessivas de trabalho, cobranças dos chefes, pressão para atingir resultados, acúmulo de trabalho (poucos funcionários para muitas atividades).
Ao conversar com eles durante os coffee-breeaks ou almoços, questiono se já conversaram com seus superiores, negociaram com seus pares, delegaram atividades para outras pessoas e muitos respondem: “Não adianta… nada muda… nem perco meu tempo…”.
E com isso, vão guardando o sentimento de raiva que vai corroendo pouco a pouco sua autoestima, sua percepção da realidade, a busca pelos seus sonhos.
Mas será que essa raiva é sentida pelos outros ou é por si próprio, por não conseguir agir e tomar uma decisão?
É comum, terceirizarmos responsabilidades (o fulano deixou de fazer, o sicrano é assim), mas o quanto somos capazes de assumir as nossas incompetências, erros e impossibilidades?
O trabalho por si só não mata, mas a angústia, a raiva, a frustração fará com que você se desequilibre emocionalmente. Por exemplo, se você começa a ter insônia, provavelmente tudo o deixará irritado, começará a discutir com as pessoas, perderá a fome e consequentemente, começarão problemas físicos: enxaquecas, gastrites, pressão arterial elevada etc.
Se o chefe ou um colega de trabalho te deixa “raivoso”, questione sobre o que você pode mudar nessa situação. Conversar com ele de forma franca? Mudar seu comportamento? Buscar uma oportunidade em outra área ou outra empresa?
Mudar os outros, não conseguiremos; mas, construir e seguir o nosso caminho está apenas nas nossas mãos!
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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
MUDAR O ROTEIRO DA SUA VIDA: "NÃO TEM PREÇO"
Tenho várias manias, uma delas é em tudo o que vejo, procuro fazer analogias com a vida e com o mundo empreendedor em que vivo.
Ontem, folheando uma revista, me deparei com a propaganda da Mastercard que dizia: “Mudar o roteiro da sua vida: Não tem preço”. Achei brilhante, ainda mais porque vem ao encontro do que vejo nas empresas por onde tenho passado.
Como tenho encontrado pessoas desmotivadas nas empresas mesmo com bons salários e excelentes cargos. Quando descobrem que minha especialidade é abertura e gestão de empresas, muitas dão um jeitinho de bater um papo em particular. Outras, quando descobrem que já fui funcionária de grandes empresas e que um dia tomei a decisão de sair e buscar um novo caminho, também querem saber o que fazer e tomar coragem para fazer o mesmo.
As pessoas acham que foi fácil tomar minhas decisões, não foi. Em 1994, foi a primeira decisão em mudar o roteiro da minha vida. Trabalhava na Cia. Suzano a meia hora de casa, tinha um bom salário e uma boa perspectiva pela frente, mas não era exatamente o que eu queria fazer e fui em busca de uma nova oportunidade.
Foram seis meses participando do processo rigoroso de seleção de trainees na Brahma (ainda não era Ambev). Dinâmicas, entrevistas, testes que me deixaram esgotada e ansiosa até que veio a resposta positiva da minha contratação.
Ser trainee implicava ganhar 20% menos do que eu ganhava, ainda tinha que enfrentar uma viagem de aproximadamente três horas por dia, entre ida e volta. Mas queria novos desafios e FUI! Afinal, o futuro de um trainee seria ocupar um cargo estratégico no futuro.
Depois de dois anos, um fato me deixou bastante frustrada e tomei minha segunda decisão da mudança de roteiro e essa foi muito dura. Abandonar uma empresa que admirava, deixar para trás o sonho de ser uma grande executiva (depois descobri que o sonho era muito mais das outras pessoas do que meu), começar algo do zero.
Criei coragem depois de analisar prós e contras e com meu noivo iniciei nosso primeiro empreendimento.
Nem tudo foram flores, erramos muito, mas acertamos muito também.
Como gosto muito de viajar, percebo que nossa vida é muito parecida com uma viagem. Às vezes, fazemos o caminho mais curto e perdemos paisagens maravilhosas. Outras, erramos o caminho, mas aprendemos que existem outros. E tantas outras vezes, precisamos mudar o caminho, pois está fechado.
Só que para mudar roteiros e nos deparar com fatos que não poderíamos prever, exige coragem, persistência e assim, devemos lidar com os riscos de viver.
No final do ano passado, conversei com uma pessoa com um excelente cargo em uma grande empresa e ela me confidenciou que estava pensando em sair e buscar novos caminhos, pois depois de tanto tempo já estava muito desgastada e desmotivada.
Para minha surpresa, há pouco tempo, estava nessa empresa ministrando um treinamento e ela abriu a porta e me deu um “tchauzinho” com um sorriso e um brilho diferente e partiu, mas soube apenas no final do dia que aquilo significava uma despedida, tinha tomado a decisão de mudar o roteiro de sua vida.
A pessoa que me contou de sua saída estava muito triste, pois gostava muito dela e disse saber que foi uma decisão acertada, mas que somos muito egoístas quando gostamos das pessoas; preferimos que mesmo sofrendo elas estejam perto de nós.
Às vezes, fico pensando se fiz o que era certo. Realmente, não sei e nunca saberei. Poderia ter continuado o mesmo roteiro, me apegando às pessoas, aos títulos, ao poder, ao dinheiro por si só, mas decidi escrever uma história diferente.
Uma história diferente que começa todos os dias, com personagens diferentes, enredos diversos e finais… que nunca poderei prever, mas que me faz um pessoa feliz com as escolhas que fiz e que não tem preço!
http://valerianakamura.wordpress.com
Ontem, folheando uma revista, me deparei com a propaganda da Mastercard que dizia: “Mudar o roteiro da sua vida: Não tem preço”. Achei brilhante, ainda mais porque vem ao encontro do que vejo nas empresas por onde tenho passado.
Como tenho encontrado pessoas desmotivadas nas empresas mesmo com bons salários e excelentes cargos. Quando descobrem que minha especialidade é abertura e gestão de empresas, muitas dão um jeitinho de bater um papo em particular. Outras, quando descobrem que já fui funcionária de grandes empresas e que um dia tomei a decisão de sair e buscar um novo caminho, também querem saber o que fazer e tomar coragem para fazer o mesmo.
As pessoas acham que foi fácil tomar minhas decisões, não foi. Em 1994, foi a primeira decisão em mudar o roteiro da minha vida. Trabalhava na Cia. Suzano a meia hora de casa, tinha um bom salário e uma boa perspectiva pela frente, mas não era exatamente o que eu queria fazer e fui em busca de uma nova oportunidade.
Foram seis meses participando do processo rigoroso de seleção de trainees na Brahma (ainda não era Ambev). Dinâmicas, entrevistas, testes que me deixaram esgotada e ansiosa até que veio a resposta positiva da minha contratação.
Ser trainee implicava ganhar 20% menos do que eu ganhava, ainda tinha que enfrentar uma viagem de aproximadamente três horas por dia, entre ida e volta. Mas queria novos desafios e FUI! Afinal, o futuro de um trainee seria ocupar um cargo estratégico no futuro.
Depois de dois anos, um fato me deixou bastante frustrada e tomei minha segunda decisão da mudança de roteiro e essa foi muito dura. Abandonar uma empresa que admirava, deixar para trás o sonho de ser uma grande executiva (depois descobri que o sonho era muito mais das outras pessoas do que meu), começar algo do zero.
Criei coragem depois de analisar prós e contras e com meu noivo iniciei nosso primeiro empreendimento.
Nem tudo foram flores, erramos muito, mas acertamos muito também.
Como gosto muito de viajar, percebo que nossa vida é muito parecida com uma viagem. Às vezes, fazemos o caminho mais curto e perdemos paisagens maravilhosas. Outras, erramos o caminho, mas aprendemos que existem outros. E tantas outras vezes, precisamos mudar o caminho, pois está fechado.
Só que para mudar roteiros e nos deparar com fatos que não poderíamos prever, exige coragem, persistência e assim, devemos lidar com os riscos de viver.
No final do ano passado, conversei com uma pessoa com um excelente cargo em uma grande empresa e ela me confidenciou que estava pensando em sair e buscar novos caminhos, pois depois de tanto tempo já estava muito desgastada e desmotivada.
Para minha surpresa, há pouco tempo, estava nessa empresa ministrando um treinamento e ela abriu a porta e me deu um “tchauzinho” com um sorriso e um brilho diferente e partiu, mas soube apenas no final do dia que aquilo significava uma despedida, tinha tomado a decisão de mudar o roteiro de sua vida.
A pessoa que me contou de sua saída estava muito triste, pois gostava muito dela e disse saber que foi uma decisão acertada, mas que somos muito egoístas quando gostamos das pessoas; preferimos que mesmo sofrendo elas estejam perto de nós.
Às vezes, fico pensando se fiz o que era certo. Realmente, não sei e nunca saberei. Poderia ter continuado o mesmo roteiro, me apegando às pessoas, aos títulos, ao poder, ao dinheiro por si só, mas decidi escrever uma história diferente.
Uma história diferente que começa todos os dias, com personagens diferentes, enredos diversos e finais… que nunca poderei prever, mas que me faz um pessoa feliz com as escolhas que fiz e que não tem preço!
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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
“OS MÉTODOS DE ADMINISTRAÇÃO DE JESUS” – parte III
Resumo de mais alguns capítulos:
ENFRENTE A CORRUPÇÃO IMEDIATAMENTE - Quando Jesus se deparou com as atividades dos cambistas na casa de Deus, ele não convocou nenhuma comissão para tratar do assunto, agiu rapidamente e pôs para fora aquelas pessoas. Conhecemos várias empresas que demoraram para tomar decisões quando souberam de fraudes na empresa e isso repercutiu negativamente no mercado.
Aprendizado - Sobre fatos, não há desculpas, aja e tome decisões rapidamente ao verificar fraudes, ações erradas das pessoas ao seu redor. Isso trará mais credibilidade à você e sua empresa.
NÃO DOURE A PÍLULA – Jesus sempre disse aos discípulos que enfrentariam dias difíceis, nunca os poupou do que viria. Ao falar com funcionários, seja honesto e diga o que precisam saber, pois caso contrário, se sentirão enganados ao se depararem com a verdade.
Aprendizado - Quando somos honestos, saberemos com quem poderemos realmente contar, tanto em tempos bons quanto em tempos difíceis. Deixe que os funcionários tomem suas decisões baseadas na realidade.
DEIXE TUDO E DESCANSE – Apesar do tempo curto na terra, Jesus tirava seus momentos de descanso para que pudesse pensar e recarregar suas energias para a próxima batalha. Muitos executivos têm trabalhado à exaustão e com isso acabam não entregando o resultado que seria adequado.
Aprendizado - Para ter mais energia e disposição, precisamos levar uma vida equilibrada, descansando, passeando, se divertindo e fazendo coisas que gostamos. Com isso, nossos resultados serão melhores.
TESTE SEU PESSOAL – Jesus enviou setenta discípulos em uma missão, enviou em pares, especificou exatamente o que deveriam fazer, preveniu das adversidades e compartilhou seu conhecimento e os deixou partir. Quando voltaram contaram seus maravilhosos aprendizados. Como líderes, devemos deixar nosso liderados se experimentarem, confiar no que ensinamos para que aprendar por si só.
Aprendizado - Delegação é ensinar e monitorar, o aprendizado será individual, a descoberta das competências e habilidades de sua equipe farão todos crescer profissional e pessoalmente.
http://valerianakamura.wordpress.com/
ENFRENTE A CORRUPÇÃO IMEDIATAMENTE - Quando Jesus se deparou com as atividades dos cambistas na casa de Deus, ele não convocou nenhuma comissão para tratar do assunto, agiu rapidamente e pôs para fora aquelas pessoas. Conhecemos várias empresas que demoraram para tomar decisões quando souberam de fraudes na empresa e isso repercutiu negativamente no mercado.
Aprendizado - Sobre fatos, não há desculpas, aja e tome decisões rapidamente ao verificar fraudes, ações erradas das pessoas ao seu redor. Isso trará mais credibilidade à você e sua empresa.
NÃO DOURE A PÍLULA – Jesus sempre disse aos discípulos que enfrentariam dias difíceis, nunca os poupou do que viria. Ao falar com funcionários, seja honesto e diga o que precisam saber, pois caso contrário, se sentirão enganados ao se depararem com a verdade.
Aprendizado - Quando somos honestos, saberemos com quem poderemos realmente contar, tanto em tempos bons quanto em tempos difíceis. Deixe que os funcionários tomem suas decisões baseadas na realidade.
DEIXE TUDO E DESCANSE – Apesar do tempo curto na terra, Jesus tirava seus momentos de descanso para que pudesse pensar e recarregar suas energias para a próxima batalha. Muitos executivos têm trabalhado à exaustão e com isso acabam não entregando o resultado que seria adequado.
Aprendizado - Para ter mais energia e disposição, precisamos levar uma vida equilibrada, descansando, passeando, se divertindo e fazendo coisas que gostamos. Com isso, nossos resultados serão melhores.
TESTE SEU PESSOAL – Jesus enviou setenta discípulos em uma missão, enviou em pares, especificou exatamente o que deveriam fazer, preveniu das adversidades e compartilhou seu conhecimento e os deixou partir. Quando voltaram contaram seus maravilhosos aprendizados. Como líderes, devemos deixar nosso liderados se experimentarem, confiar no que ensinamos para que aprendar por si só.
Aprendizado - Delegação é ensinar e monitorar, o aprendizado será individual, a descoberta das competências e habilidades de sua equipe farão todos crescer profissional e pessoalmente.
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
“OS MÉTODOS DE ADMINISTRAÇÃO DE JESUS” – parte II
Continuando o resumo do livro conforme prometido:
ENSINE, ENSINE, ENSINE - Jesus frequentemente era chamado de rabi que significa Mestre, pois ele estava sempre ensinando. Mostra-se a habilidade de Jesus em ensinar, pois seus discípulos continuaram a disseminar seus ensinamentos mesmo sem ele com sucesso. Uma das características do verdadeiro líder empresarial é conseguir formar sucessores por meio do processo ensino/ aprendizagem.
Aprendizado - Quanto mais ensinamos, mais aprendemos. Não podemos simplesmente delegar o processo de ensino, precisamos fazer parte dele.
DIRIJA-SE A CADA UM EM PARTICULAR – Quando Jesus queria certificar-se de que tinha sido bem entendido, dirigia-se a cada um, individualmente. Quantos líderes delegam as atividades para um grupo sem saber se foi bem entendida a solicitação ou resolve dar um feedback para determinada pessoa no meio de um grupo?
Aprendizado - Cada pessoa tem um ritmo, uma forma de entendimento, de percepção e por isso, precisamos respeitar cada um e tratarmos individualmente em determinado momentos. Isso vale nos processos de delegação que deve ser individual até para sabermos se tudo foi entendido e também nos processos de feedback, principalmente quando houver sugestões de melhorias, para evitar constrangimentos.
ESTABELEÇA AUTORIDADE - Jesus não era democrático, visto que ele nunca chamou seus discípulos para um consenso. Ele definia os caminhos e assumia a responsabilidade, não por vaidade, mas por ter um plano muito bem estruturado. Não queremos dizer que o processo participativo não é válido, mas às vezes, as decisões acabam sendo postergadas ou não sendo tomadas.
Aprendizado - O verdadeiro líder precisa ser firme e corajoso para que os resultados sejam alcançados, mas para isso precisa estar baseado em um plano sólido.
INSISTA NOS ABSOLUTOS – Jesus sempre insistiu que as coisas são verdadeiras ou falsas, boas ou más, corretas ou erradas; nunca disse que poderia haver um meio termo. O que acontece no meio empresarial é que muitas vezes utilizamos o relativismo e isso faz com que as pessoas sintam-se perdidas ou então fazem coisas inadequadas utilizando-se a desculpa da falta de parâmetro.
Aprendizado - Em nossas empresas precisamos definir parâmetros, deixar claro nossos valores para que possamos ensinar as pessoas a se comportarem da forma adequada a fim de produzir o resultado que desejamos.
CUIDE DA SUA PROGRAMAÇÃO – Jesus era um estrategista, sabia o momento exato de agir. Fez seu primeiro milagre em um casamento. Fez sua entrada triunfal em Jerusalém, sua crucificação e ressurreição durante os festejos da Páscoa quando a cidade recebia o maior número de pessoas. Assim, pode consolidar sua presença e palavra. Quantas empresas lançam produtos e serviços em momentos inoportunos, podem ser bons, mas um péssimo momento faz com que não ocorram os resultados almejados.
Aprendizado - Pesquise o mercado e os melhores momentos para lançar os produtos e serviços. Deve ser um marco, que chame atenção de seu público para que possa atingir suas metas.
Aguarde Parte III
Parte I - http://julima5.blogspot.com/search/label/1.F%C3%A1brica%20de%20Empreendimentos
http://valerianakamura.wordpress.com/
ENSINE, ENSINE, ENSINE - Jesus frequentemente era chamado de rabi que significa Mestre, pois ele estava sempre ensinando. Mostra-se a habilidade de Jesus em ensinar, pois seus discípulos continuaram a disseminar seus ensinamentos mesmo sem ele com sucesso. Uma das características do verdadeiro líder empresarial é conseguir formar sucessores por meio do processo ensino/ aprendizagem.
Aprendizado - Quanto mais ensinamos, mais aprendemos. Não podemos simplesmente delegar o processo de ensino, precisamos fazer parte dele.
DIRIJA-SE A CADA UM EM PARTICULAR – Quando Jesus queria certificar-se de que tinha sido bem entendido, dirigia-se a cada um, individualmente. Quantos líderes delegam as atividades para um grupo sem saber se foi bem entendida a solicitação ou resolve dar um feedback para determinada pessoa no meio de um grupo?
Aprendizado - Cada pessoa tem um ritmo, uma forma de entendimento, de percepção e por isso, precisamos respeitar cada um e tratarmos individualmente em determinado momentos. Isso vale nos processos de delegação que deve ser individual até para sabermos se tudo foi entendido e também nos processos de feedback, principalmente quando houver sugestões de melhorias, para evitar constrangimentos.
ESTABELEÇA AUTORIDADE - Jesus não era democrático, visto que ele nunca chamou seus discípulos para um consenso. Ele definia os caminhos e assumia a responsabilidade, não por vaidade, mas por ter um plano muito bem estruturado. Não queremos dizer que o processo participativo não é válido, mas às vezes, as decisões acabam sendo postergadas ou não sendo tomadas.
Aprendizado - O verdadeiro líder precisa ser firme e corajoso para que os resultados sejam alcançados, mas para isso precisa estar baseado em um plano sólido.
INSISTA NOS ABSOLUTOS – Jesus sempre insistiu que as coisas são verdadeiras ou falsas, boas ou más, corretas ou erradas; nunca disse que poderia haver um meio termo. O que acontece no meio empresarial é que muitas vezes utilizamos o relativismo e isso faz com que as pessoas sintam-se perdidas ou então fazem coisas inadequadas utilizando-se a desculpa da falta de parâmetro.
Aprendizado - Em nossas empresas precisamos definir parâmetros, deixar claro nossos valores para que possamos ensinar as pessoas a se comportarem da forma adequada a fim de produzir o resultado que desejamos.
CUIDE DA SUA PROGRAMAÇÃO – Jesus era um estrategista, sabia o momento exato de agir. Fez seu primeiro milagre em um casamento. Fez sua entrada triunfal em Jerusalém, sua crucificação e ressurreição durante os festejos da Páscoa quando a cidade recebia o maior número de pessoas. Assim, pode consolidar sua presença e palavra. Quantas empresas lançam produtos e serviços em momentos inoportunos, podem ser bons, mas um péssimo momento faz com que não ocorram os resultados almejados.
Aprendizado - Pesquise o mercado e os melhores momentos para lançar os produtos e serviços. Deve ser um marco, que chame atenção de seu público para que possa atingir suas metas.
Aguarde Parte III
Parte I - http://julima5.blogspot.com/search/label/1.F%C3%A1brica%20de%20Empreendimentos
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
“OS MÉTODOS DE ADMINISTRAÇÃO DE JESUS” – parte I
Caiu nas minhas mãos um livro de Bob Briner um empresário e escritor e por sua formação cristã, teve a capacidade de unir os ensinamentos de Jesus aos acontecimentos no mundo empresarial.
Independente de sua crença, vale muito a pena ler este livro onde ele diz que “Com 12 executivos, Ele criou a maior empresa do mundo”.
Como presidente, Jesus com seus executivos-apóstolos estabeleceu a missão, visão e valores da empresa e provavelmente, pela brilhante e simples definição alcançou os resultados esperados e até hoje, a empresa permanece cumprindo sua função, mesmo sem seu criador.
Resumirei o livro e farei algumas considerações em partes para que o post não fique tão longo. Segue a Parte I:
TENHA UM PLANO - Jesus tinha um plano, sabia onde queria chegar e obedeceu fielmente a ele, mesmo sabendo que isso custaria sua vida. Muitas empresas não fazem planos, pois não conseguem visualizar o ponto de chegada, o resultado que desejam alcançar; por isso, vão vivendo ao acaso, levadas pela maré.
Aprendizado - Determine as metas de sua empresa e elabore um plano para atingi-las, você será muito mais produtivo ao focar nas atividades necessárias para concretizar seu plano.
ESTEJA PREPARADO – Jesus se preparou por trinta anos para executar seu plano. Não temos todo esse tempo apenas para nos preparar, afinal o mercado cada vez é mais rápido, mas ao determinarmos as metas, precisamos buscar um processo de autoconhecimento e de conhecimento da empresa para entendermos os pontos fracos e pontos fortes para buscar capacitação ou outro tipo de recurso de que necessitamos para cumprir nosso plano e agarrar as oportunidades.
Aprendizado - Analise seu plano, as tendências de mercado e busque recursos para atendê-los. Quando a oportunidade aparecer e se você estiver preparado, tenha certeza de que saberá aproveitá-la. De nada serve uma onda fantástica no Havaí, se você não souber surfar, aí é melhor ficar na piscina do clube.
ESCOLHA SEUS PRÓPRIOS COLABORADORES – Jesus não delegou essa função a outra pessoa, pois já que trabalharia diretamente com ele, precisaria conhecê-los e acreditar que cada um faria seu trabalho como ele queria. Até Judas que o traiu fazia parte do plano, não foi uma escolha aleatória e equivocada. É comum nas empresas, líderes pegarem equipes já montadas e enfrentarem problemas de relacionamento, pois um achou que iria ser o líder e começa a boicotar o que chegou, alguns ficam “ressabiados” com o novo chefe, outros gostaram do “outro” e assim por diante. E a empresa não dá a opção para o líder de formar sua equipe e diz: “Você tem que se adaptar.”
A dificuldade de se colocar nos eixos e o tempo gasto para se começar a ter resultados é muito maior do que se pudesse ter uma conversa clara e franca e colocar as pessoas certas nos locais certos.
Aprendizado - Tenha coragem de formar sua equipe para ter os resultados esperados. Se quiser ser eternamente bonzinho, talvez terá resultados bonzinhos!
PARA PREENCHER UM CARGO-CHAVE, ELIMINE TODOS OS OBSTÁCULOS - Saulo de Tarso que viria ser o apóstolo Paulo foi recrutado por Jesus e logo se tornou um dos grandes homens-chave, pois era um grande levantador de fundos, desbravador de novas frentes, fiel e profílico disseminador da mensagem. Apesar de ter chegado após vários apóstolos que acompanhavam Jesus há anos, teve uma ascensão rápida pela sua competência e pelos resultados que apresentava. Nas empresas, hoje muitos talentos são desperdiçados, pois ainda em algumas, há o paradigma do tempo de casa, do relacionamento pessoal. Temos que pensar nos resultados e quais as pessoas que possam nos levar a eles. Não quero dizer que devemos desprezar aqueles que estão conosco há anos, mas devemos utilizar suas competências onde são necessárias e não ter como base o tempo de serviço ou de amizade.
Aprendizado – Primeiro, estabeleça suas metas e o plano. Defina as pessoas que serão chave para o alcance do resultado pelas suas competências e entrega.
Aguarde a Parte II.
http://valerianakamura.wordpress.com/
Independente de sua crença, vale muito a pena ler este livro onde ele diz que “Com 12 executivos, Ele criou a maior empresa do mundo”.
Como presidente, Jesus com seus executivos-apóstolos estabeleceu a missão, visão e valores da empresa e provavelmente, pela brilhante e simples definição alcançou os resultados esperados e até hoje, a empresa permanece cumprindo sua função, mesmo sem seu criador.
Resumirei o livro e farei algumas considerações em partes para que o post não fique tão longo. Segue a Parte I:
TENHA UM PLANO - Jesus tinha um plano, sabia onde queria chegar e obedeceu fielmente a ele, mesmo sabendo que isso custaria sua vida. Muitas empresas não fazem planos, pois não conseguem visualizar o ponto de chegada, o resultado que desejam alcançar; por isso, vão vivendo ao acaso, levadas pela maré.
Aprendizado - Determine as metas de sua empresa e elabore um plano para atingi-las, você será muito mais produtivo ao focar nas atividades necessárias para concretizar seu plano.
ESTEJA PREPARADO – Jesus se preparou por trinta anos para executar seu plano. Não temos todo esse tempo apenas para nos preparar, afinal o mercado cada vez é mais rápido, mas ao determinarmos as metas, precisamos buscar um processo de autoconhecimento e de conhecimento da empresa para entendermos os pontos fracos e pontos fortes para buscar capacitação ou outro tipo de recurso de que necessitamos para cumprir nosso plano e agarrar as oportunidades.
Aprendizado - Analise seu plano, as tendências de mercado e busque recursos para atendê-los. Quando a oportunidade aparecer e se você estiver preparado, tenha certeza de que saberá aproveitá-la. De nada serve uma onda fantástica no Havaí, se você não souber surfar, aí é melhor ficar na piscina do clube.
ESCOLHA SEUS PRÓPRIOS COLABORADORES – Jesus não delegou essa função a outra pessoa, pois já que trabalharia diretamente com ele, precisaria conhecê-los e acreditar que cada um faria seu trabalho como ele queria. Até Judas que o traiu fazia parte do plano, não foi uma escolha aleatória e equivocada. É comum nas empresas, líderes pegarem equipes já montadas e enfrentarem problemas de relacionamento, pois um achou que iria ser o líder e começa a boicotar o que chegou, alguns ficam “ressabiados” com o novo chefe, outros gostaram do “outro” e assim por diante. E a empresa não dá a opção para o líder de formar sua equipe e diz: “Você tem que se adaptar.”
A dificuldade de se colocar nos eixos e o tempo gasto para se começar a ter resultados é muito maior do que se pudesse ter uma conversa clara e franca e colocar as pessoas certas nos locais certos.
Aprendizado - Tenha coragem de formar sua equipe para ter os resultados esperados. Se quiser ser eternamente bonzinho, talvez terá resultados bonzinhos!
PARA PREENCHER UM CARGO-CHAVE, ELIMINE TODOS OS OBSTÁCULOS - Saulo de Tarso que viria ser o apóstolo Paulo foi recrutado por Jesus e logo se tornou um dos grandes homens-chave, pois era um grande levantador de fundos, desbravador de novas frentes, fiel e profílico disseminador da mensagem. Apesar de ter chegado após vários apóstolos que acompanhavam Jesus há anos, teve uma ascensão rápida pela sua competência e pelos resultados que apresentava. Nas empresas, hoje muitos talentos são desperdiçados, pois ainda em algumas, há o paradigma do tempo de casa, do relacionamento pessoal. Temos que pensar nos resultados e quais as pessoas que possam nos levar a eles. Não quero dizer que devemos desprezar aqueles que estão conosco há anos, mas devemos utilizar suas competências onde são necessárias e não ter como base o tempo de serviço ou de amizade.
Aprendizado – Primeiro, estabeleça suas metas e o plano. Defina as pessoas que serão chave para o alcance do resultado pelas suas competências e entrega.
Aguarde a Parte II.
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