Continuando o resumo do livro conforme prometido:
ENSINE, ENSINE, ENSINE - Jesus frequentemente era chamado de rabi que significa Mestre, pois ele estava sempre ensinando. Mostra-se a habilidade de Jesus em ensinar, pois seus discípulos continuaram a disseminar seus ensinamentos mesmo sem ele com sucesso. Uma das características do verdadeiro líder empresarial é conseguir formar sucessores por meio do processo ensino/ aprendizagem.
Aprendizado - Quanto mais ensinamos, mais aprendemos. Não podemos simplesmente delegar o processo de ensino, precisamos fazer parte dele.
DIRIJA-SE A CADA UM EM PARTICULAR – Quando Jesus queria certificar-se de que tinha sido bem entendido, dirigia-se a cada um, individualmente. Quantos líderes delegam as atividades para um grupo sem saber se foi bem entendida a solicitação ou resolve dar um feedback para determinada pessoa no meio de um grupo?
Aprendizado - Cada pessoa tem um ritmo, uma forma de entendimento, de percepção e por isso, precisamos respeitar cada um e tratarmos individualmente em determinado momentos. Isso vale nos processos de delegação que deve ser individual até para sabermos se tudo foi entendido e também nos processos de feedback, principalmente quando houver sugestões de melhorias, para evitar constrangimentos.
ESTABELEÇA AUTORIDADE - Jesus não era democrático, visto que ele nunca chamou seus discípulos para um consenso. Ele definia os caminhos e assumia a responsabilidade, não por vaidade, mas por ter um plano muito bem estruturado. Não queremos dizer que o processo participativo não é válido, mas às vezes, as decisões acabam sendo postergadas ou não sendo tomadas.
Aprendizado - O verdadeiro líder precisa ser firme e corajoso para que os resultados sejam alcançados, mas para isso precisa estar baseado em um plano sólido.
INSISTA NOS ABSOLUTOS – Jesus sempre insistiu que as coisas são verdadeiras ou falsas, boas ou más, corretas ou erradas; nunca disse que poderia haver um meio termo. O que acontece no meio empresarial é que muitas vezes utilizamos o relativismo e isso faz com que as pessoas sintam-se perdidas ou então fazem coisas inadequadas utilizando-se a desculpa da falta de parâmetro.
Aprendizado - Em nossas empresas precisamos definir parâmetros, deixar claro nossos valores para que possamos ensinar as pessoas a se comportarem da forma adequada a fim de produzir o resultado que desejamos.
CUIDE DA SUA PROGRAMAÇÃO – Jesus era um estrategista, sabia o momento exato de agir. Fez seu primeiro milagre em um casamento. Fez sua entrada triunfal em Jerusalém, sua crucificação e ressurreição durante os festejos da Páscoa quando a cidade recebia o maior número de pessoas. Assim, pode consolidar sua presença e palavra. Quantas empresas lançam produtos e serviços em momentos inoportunos, podem ser bons, mas um péssimo momento faz com que não ocorram os resultados almejados.
Aprendizado - Pesquise o mercado e os melhores momentos para lançar os produtos e serviços. Deve ser um marco, que chame atenção de seu público para que possa atingir suas metas.
Aguarde Parte III
Parte I - http://julima5.blogspot.com/search/label/1.F%C3%A1brica%20de%20Empreendimentos
http://valerianakamura.wordpress.com/
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
CUIDANDO DAS PEQUENAS COISAS...
Ela foi, sem dúvida, uma das mulheres mais notáveis que o Mundo já conheceu.
Nasceu normal mas, aos 18 meses teve uma febre infecciosa, provavelmente escarlatina e ficou cega, surda e muda.
No entanto, graças a uma professora, Anne Sullivan, ela se tornou escritora, filósofa, conferencista.
Anne apareceu na vida de Helen Keller quando Helen tinha seis anos.
Ensinou-lhe o alfabeto dos mudos, que soletrava na mão da menina. Ensinou-a ler e escrever em braille.
Aos 10 anos, Helen aprendeu a falar. Cursou a Universidade e formou-se em Filosofia, com louvor.
Foi a primeira deficiente visual e auditiva a completar um curso universitário.
Sua professora a acompanhou por 50 anos. Na Universidade, soletrava em sua mão as palavras.
Aos 20 anos, Helen escreveu sua obra mais famosa, A história de minha vida, traduzida para 50 idiomas e para o braille.
Dominou os idiomas francês, latim e alemão. Aos 27 anos, fez sua primeira aparição em público, como oradora.
Dedicou-se à defesa dos direitos de mulheres pobres e deficientes.
Nas conferências, ela falava sobre a situação dos cegos, surdos-mudos, chamando a isso um dos pequenos problemas da Humanidade. Havia outros mais graves.
Respondia a perguntas e fazia os ouvintes rirem, descontraídos, com seu senso de humor e suas respostas inesperadas.
Pois esta mulher excepcional, que fez viagens internacionais, proferindo conferências em 35 países, tinha atenção para coisas pequenas.
Coisas que alguns de nós, talvez, acreditemos que não têm muita importância.
Quando sua professora se casou, levou Helen para morar com ela.
Por muitos anos, não tiveram criada alguma, por falta de recursos.
Helen aprendeu a fazer tudo o que podia, para ajudar a sua professora.
Enquanto Anne levava o marido de carro à estação, para que ele tomasse o trem para o seu trabalho, Helen tirava a mesa.
Depois, lavava a louça, arrumava os quartos.
Mesmo que montanhas de cartas, livros e artigos para escrever a aguardassem, a casa era a casa.
Alguém tinha de fazer as camas, colher flores, catar lenha, pôr o moinho de vento a andar e pará-lo quando a caixa d´água estivesse cheia.
Enfim, tinha em mente essas coisas imperceptíveis que fazem a felicidade da família.
Afirmava ela: Quem gosta de trabalhar sabe como é agradável a gente estar ajudando as pessoas a quem estimamos, nas tarefas diárias de casa.
Quando tantos nos eximimos de tarefas simples, procurando destaque; quando outros alegamos que não podemos perder tempo com coisas pequenas, Helen nos dá o exemplo.
Ela era aplaudida, recebia condecorações, era homenageada, mas, era preciso ajudar nas tarefas do lar.
Com certeza, ela aprendera muito bem a lição evangélica de que quem é fiel nas coisas pequenas, o será sempre nas coisas grandes.
E tudo fazia com alegria e prazer, afirmando: Não peçamos tarefas iguais às nossas forças. Mas forças iguais às nossas tarefas.
O Lions Club Internacional declarou, em 1971, que o dia 1º de junho passaria a ser lembrado como o dia de Helen Keller.
Nesse dia, os leões do mundo inteiro implementam projetos de serviços relativos à visão.
Tudo em nome de uma menina deficiente visual e auditiva, que cuidava das coisas simples com o mesmo carinho que dedicava às grandes causas que defendia.
Redação do Momento Espírita com base na biografia de Helen Keller, publicada por The International Association of Lions Club.
Nasceu normal mas, aos 18 meses teve uma febre infecciosa, provavelmente escarlatina e ficou cega, surda e muda.
No entanto, graças a uma professora, Anne Sullivan, ela se tornou escritora, filósofa, conferencista.
Anne apareceu na vida de Helen Keller quando Helen tinha seis anos.
Ensinou-lhe o alfabeto dos mudos, que soletrava na mão da menina. Ensinou-a ler e escrever em braille.
Aos 10 anos, Helen aprendeu a falar. Cursou a Universidade e formou-se em Filosofia, com louvor.
Foi a primeira deficiente visual e auditiva a completar um curso universitário.
Sua professora a acompanhou por 50 anos. Na Universidade, soletrava em sua mão as palavras.
Aos 20 anos, Helen escreveu sua obra mais famosa, A história de minha vida, traduzida para 50 idiomas e para o braille.
Dominou os idiomas francês, latim e alemão. Aos 27 anos, fez sua primeira aparição em público, como oradora.
Dedicou-se à defesa dos direitos de mulheres pobres e deficientes.
Nas conferências, ela falava sobre a situação dos cegos, surdos-mudos, chamando a isso um dos pequenos problemas da Humanidade. Havia outros mais graves.
Respondia a perguntas e fazia os ouvintes rirem, descontraídos, com seu senso de humor e suas respostas inesperadas.
Pois esta mulher excepcional, que fez viagens internacionais, proferindo conferências em 35 países, tinha atenção para coisas pequenas.
Coisas que alguns de nós, talvez, acreditemos que não têm muita importância.
Quando sua professora se casou, levou Helen para morar com ela.
Por muitos anos, não tiveram criada alguma, por falta de recursos.
Helen aprendeu a fazer tudo o que podia, para ajudar a sua professora.
Enquanto Anne levava o marido de carro à estação, para que ele tomasse o trem para o seu trabalho, Helen tirava a mesa.
Depois, lavava a louça, arrumava os quartos.
Mesmo que montanhas de cartas, livros e artigos para escrever a aguardassem, a casa era a casa.
Alguém tinha de fazer as camas, colher flores, catar lenha, pôr o moinho de vento a andar e pará-lo quando a caixa d´água estivesse cheia.
Enfim, tinha em mente essas coisas imperceptíveis que fazem a felicidade da família.
Afirmava ela: Quem gosta de trabalhar sabe como é agradável a gente estar ajudando as pessoas a quem estimamos, nas tarefas diárias de casa.
Quando tantos nos eximimos de tarefas simples, procurando destaque; quando outros alegamos que não podemos perder tempo com coisas pequenas, Helen nos dá o exemplo.
Ela era aplaudida, recebia condecorações, era homenageada, mas, era preciso ajudar nas tarefas do lar.
Com certeza, ela aprendera muito bem a lição evangélica de que quem é fiel nas coisas pequenas, o será sempre nas coisas grandes.
E tudo fazia com alegria e prazer, afirmando: Não peçamos tarefas iguais às nossas forças. Mas forças iguais às nossas tarefas.
O Lions Club Internacional declarou, em 1971, que o dia 1º de junho passaria a ser lembrado como o dia de Helen Keller.
Nesse dia, os leões do mundo inteiro implementam projetos de serviços relativos à visão.
Tudo em nome de uma menina deficiente visual e auditiva, que cuidava das coisas simples com o mesmo carinho que dedicava às grandes causas que defendia.
Redação do Momento Espírita com base na biografia de Helen Keller, publicada por The International Association of Lions Club.
AS DIFICULDADES NOS AJUDAM A CRESCER...
A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo." II Coríntios 12:9
Enquanto você navega pela vida não evite tempestades e águas bravias.
Apenas deixe-as passar. Apenas navegue com fé e determinação.
Sempre se lembre: "Mares calmos não fazem bons marinheiros."
Obstáculos foram feitos para serem vencidos.
O mundo sempre abrirá todas as portas para aqueles que não desistem nunca e para aqueles que têm uma visão aliada a determinação.
Não esqueça que "O poder de Deus se aperfeiçoa em nossa fraqueza".
Quando parecemos fracos então somos fortes através dAquele que nos amou. ELE, SOMENTE ELE, NOS DÁ FORÇAS DA VITÓRIA.
Finalmente, não se esqueça nunca que os melhores marinheiros são aqueles que já passaram pelos mares bravios e tempestades aterrorizantes.
Pastor Nathaniel Brandão
Enquanto você navega pela vida não evite tempestades e águas bravias.
Apenas deixe-as passar. Apenas navegue com fé e determinação.
Sempre se lembre: "Mares calmos não fazem bons marinheiros."
Obstáculos foram feitos para serem vencidos.
O mundo sempre abrirá todas as portas para aqueles que não desistem nunca e para aqueles que têm uma visão aliada a determinação.
Não esqueça que "O poder de Deus se aperfeiçoa em nossa fraqueza".
Quando parecemos fracos então somos fortes através dAquele que nos amou. ELE, SOMENTE ELE, NOS DÁ FORÇAS DA VITÓRIA.
Finalmente, não se esqueça nunca que os melhores marinheiros são aqueles que já passaram pelos mares bravios e tempestades aterrorizantes.
Pastor Nathaniel Brandão
O TEMPO...
A felicidade é um diamante. Brilhando de mil fogos, ela nos fascina e às vezes temos a impressão de que é só privilégio de alguns... ou de um tempo.
Todas as fases da vida têm as suas alegrias e as suas dores. Fala-se muito em crise hoje em dia. Crise da adolescência, da meia-idade, crises existenciais a qualquer momento. São horas onde paramos para pensar em nós mesmos, onde adentramos nosso eu e, finalmente, saímos com a sensação de que alguma coisa ainda falta, ou está perdida.
Adolescentes querem ser adultos; adultos dariam tudo para recuperar um pouco da inocência perdida, para viver lindos sonhos de adolescentes que talvez nunca se realizarão, mas que, enquanto estão lá, fazem viver... velhos falando do passado com nostalgia e saudade, como se não fosse mais possível experimentar momentos de felicidade.
Não se sonha da mesma forma quando se tem quinze, vinte ou cinqüenta anos.
Felizmente!!! Sim... porque em cada fase as perspectivas são diferentes e o que está errado no ser humano é justamente pensar que uma pode ser melhor que a outra.
É comum ouvirmos dizer, com certa tristeza: “naquele tempo eu era feliz e não sabia...”.
Acho que em muitos momentos da vida a gente é feliz sem saber e só se dá conta quando essa felicidade não está mais presente.
Talvez daqui a dez, vinte anos, a gente diga a mesma coisa do tempo vivido agora. Porque quando temos a felicidade ao alcance das nossas mãos, é raro que saibamos como fazer para tomá-la, cuidá-la como um bem precioso e inestimável.
É pura perda de tempo parar para refletir no que foi, poderia ter sido ou será.
É preciso saber viver o que a vida nos oferece em cada instante.
Os quinze anos não voltam mais? Estejam certos que os quarenta também não, nem os cinqüenta... então que possamos deixar as crises para aqueles que ainda não compreenderam que cada idade tem sua beleza, seu valor, sua importância.
Se assim fosse, adolescentes não se questionariam sobre o futuro com ansiedade, os quinquagenários não olhariam pra trás com arrependimento e pra frente com incerteza, porque cada um saberia tirar o máximo daquilo que têm e são, no momento presente.
Não existe idade para se ser feliz e amar e sonhar não é privilégio de jovens que têm, teoricamente, toda a vida pela frente; é privilégio daqueles que sabem compreender que a beleza da vida está em acordar pela manhã, olhar em torno de si e se dizer que, se a vida deve ser um fardo, que seja de flores; que hoje é e será melhor que ontem e amanhã, porque o ontem se foi e o amanhã é um mistério que devemos descobrir aos pouquinhos.
Todas as fases da vida têm as suas alegrias e as suas dores. Fala-se muito em crise hoje em dia. Crise da adolescência, da meia-idade, crises existenciais a qualquer momento. São horas onde paramos para pensar em nós mesmos, onde adentramos nosso eu e, finalmente, saímos com a sensação de que alguma coisa ainda falta, ou está perdida.
Adolescentes querem ser adultos; adultos dariam tudo para recuperar um pouco da inocência perdida, para viver lindos sonhos de adolescentes que talvez nunca se realizarão, mas que, enquanto estão lá, fazem viver... velhos falando do passado com nostalgia e saudade, como se não fosse mais possível experimentar momentos de felicidade.
Não se sonha da mesma forma quando se tem quinze, vinte ou cinqüenta anos.
Felizmente!!! Sim... porque em cada fase as perspectivas são diferentes e o que está errado no ser humano é justamente pensar que uma pode ser melhor que a outra.
É comum ouvirmos dizer, com certa tristeza: “naquele tempo eu era feliz e não sabia...”.
Acho que em muitos momentos da vida a gente é feliz sem saber e só se dá conta quando essa felicidade não está mais presente.
Talvez daqui a dez, vinte anos, a gente diga a mesma coisa do tempo vivido agora. Porque quando temos a felicidade ao alcance das nossas mãos, é raro que saibamos como fazer para tomá-la, cuidá-la como um bem precioso e inestimável.
É pura perda de tempo parar para refletir no que foi, poderia ter sido ou será.
É preciso saber viver o que a vida nos oferece em cada instante.
Os quinze anos não voltam mais? Estejam certos que os quarenta também não, nem os cinqüenta... então que possamos deixar as crises para aqueles que ainda não compreenderam que cada idade tem sua beleza, seu valor, sua importância.
Se assim fosse, adolescentes não se questionariam sobre o futuro com ansiedade, os quinquagenários não olhariam pra trás com arrependimento e pra frente com incerteza, porque cada um saberia tirar o máximo daquilo que têm e são, no momento presente.
Não existe idade para se ser feliz e amar e sonhar não é privilégio de jovens que têm, teoricamente, toda a vida pela frente; é privilégio daqueles que sabem compreender que a beleza da vida está em acordar pela manhã, olhar em torno de si e se dizer que, se a vida deve ser um fardo, que seja de flores; que hoje é e será melhor que ontem e amanhã, porque o ontem se foi e o amanhã é um mistério que devemos descobrir aos pouquinhos.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
HISTÓRIA VERÍDICA...
Lá estava eu com minha família, em férias, num acampamento isolado e com carro enguiçado.
Isso aconteceu há cinco anos, mas lembro-me como se fosse ontem. Tentei dar a partida no carro. Nada. Caminhei para fora do acampamento e felizmente meus palavrões foram abafados pelo barulho do riacho.
Minha mulher e eu concluímos que éramos vítimas de uma bateria arriada.
Sem alternativa, decidi voltar a pé até a vila mais próxima e procurar ajuda.
Depois de uma hora e um tornozelo torcido, cheguei finalmente a um posto de gasolina. Ao me aproximar do posto, lembrei que era domingo e, é claro, o lugar estava fechado. Por sorte, havia um telefone público e uma lista telefônica já com as folhas em frangalhos.
Consegui ligar para a única companhia de auto-socorro que encontrei na lista, localizada a cerca de 30 quilômetros dali.
- Não tem problema. - disse a pessoa do outro lado da linha - Normalmente estou fechado aos domingos, mas posso chegar aí em mais ou menos meia hora. Fiquei aliviado, mas ao mesmo tempo consciente das implicações financeiras que essa oferta de ajuda me causaria. Logo seguíamos, eu e o Zé, no seu reluzente caminhão-guincho em direção ao acampamento.
Quando saí do caminhão, observei com espanto o Zé descer com aparelhos nas pernas e a ajuda de muletas para se locomover. Santo Deus! Ele era paraplégico! Enquanto se movimentava, comecei novamente minha ginástica mental em calcular o preço da sua ajuda.
É só uma bateria descarregada, uma pequena carga elétrica e vocês poderão seguir viagem, ele me dizia.
O homem era impressionante. Enquanto a bateria carregava, distraiu meu filho com truques de mágica e chegou a tirar uma moeda da orelha, presenteando-a ao garoto. Enquanto colocava os cabos de volta no caminhão, perguntei quanto lhe devia. - Oh! Nada - respondeu, para minha surpresa.
- Tenho que lhe pagar alguma coisa - insisti.
- Não. - reiterou ele - Há muitos anos, alguém me ajudou a sair de uma situação muito pior, quando perdi as minhas pernas, e o sujeito que me socorreu simplesmente me disse: "quando tiver uma oportunidade, passe isso adiante". Eis minha chance. Você não me deve nada! Apenas lembre-se: quando tiver uma oportunidade semelhante, faça o mesmo.
Somos todos anjos de uma asa só. Precisamos nos abraçar para alçar vôo.
Isso aconteceu há cinco anos, mas lembro-me como se fosse ontem. Tentei dar a partida no carro. Nada. Caminhei para fora do acampamento e felizmente meus palavrões foram abafados pelo barulho do riacho.
Minha mulher e eu concluímos que éramos vítimas de uma bateria arriada.
Sem alternativa, decidi voltar a pé até a vila mais próxima e procurar ajuda.
Depois de uma hora e um tornozelo torcido, cheguei finalmente a um posto de gasolina. Ao me aproximar do posto, lembrei que era domingo e, é claro, o lugar estava fechado. Por sorte, havia um telefone público e uma lista telefônica já com as folhas em frangalhos.
Consegui ligar para a única companhia de auto-socorro que encontrei na lista, localizada a cerca de 30 quilômetros dali.
- Não tem problema. - disse a pessoa do outro lado da linha - Normalmente estou fechado aos domingos, mas posso chegar aí em mais ou menos meia hora. Fiquei aliviado, mas ao mesmo tempo consciente das implicações financeiras que essa oferta de ajuda me causaria. Logo seguíamos, eu e o Zé, no seu reluzente caminhão-guincho em direção ao acampamento.
Quando saí do caminhão, observei com espanto o Zé descer com aparelhos nas pernas e a ajuda de muletas para se locomover. Santo Deus! Ele era paraplégico! Enquanto se movimentava, comecei novamente minha ginástica mental em calcular o preço da sua ajuda.
É só uma bateria descarregada, uma pequena carga elétrica e vocês poderão seguir viagem, ele me dizia.
O homem era impressionante. Enquanto a bateria carregava, distraiu meu filho com truques de mágica e chegou a tirar uma moeda da orelha, presenteando-a ao garoto. Enquanto colocava os cabos de volta no caminhão, perguntei quanto lhe devia. - Oh! Nada - respondeu, para minha surpresa.
- Tenho que lhe pagar alguma coisa - insisti.
- Não. - reiterou ele - Há muitos anos, alguém me ajudou a sair de uma situação muito pior, quando perdi as minhas pernas, e o sujeito que me socorreu simplesmente me disse: "quando tiver uma oportunidade, passe isso adiante". Eis minha chance. Você não me deve nada! Apenas lembre-se: quando tiver uma oportunidade semelhante, faça o mesmo.
Somos todos anjos de uma asa só. Precisamos nos abraçar para alçar vôo.
DEIXE A RAIVA SECAR...
"O ódio excita contendas, mas o amor cobre todos os pecados." Provérbios 10:12
Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas.
No dia seguinte, Júlia sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar.
Mariana não podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã.
Júlia então, pediu a coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.
Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão.
Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada.
Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou:
"Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo? Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão.
Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações.
Mas a mãe, com muito carinho ponderou:
"Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em sua roupa? Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou. Você lembra o que a vovó falou? Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar. Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro... Depois fica bem mais fácil resolver tudo."
Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão.
Logo depois alguém tocou a campainha..
Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão.
Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:
"Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente? Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado. Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi Correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você. Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa."
"Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou."
E dando um forte abraço em sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro.
Nunca tome qualquer atitude com raiva.
A raiva nos cega e impede que vejamos as coisas como elas realmente são.
Assim você evitará cometer injustiças e ganhará o respeito dos demais pela sua posição ponderada e correta.
Diante de uma situação difícil. Lembre-se sempre: Deixe a raiva secar.
Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas.
No dia seguinte, Júlia sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar.
Mariana não podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã.
Júlia então, pediu a coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.
Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão.
Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada.
Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou:
"Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo? Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão.
Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações.
Mas a mãe, com muito carinho ponderou:
"Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em sua roupa? Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou. Você lembra o que a vovó falou? Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar. Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro... Depois fica bem mais fácil resolver tudo."
Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão.
Logo depois alguém tocou a campainha..
Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão.
Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:
"Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente? Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado. Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi Correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você. Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa."
"Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou."
E dando um forte abraço em sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro.
Nunca tome qualquer atitude com raiva.
A raiva nos cega e impede que vejamos as coisas como elas realmente são.
Assim você evitará cometer injustiças e ganhará o respeito dos demais pela sua posição ponderada e correta.
Diante de uma situação difícil. Lembre-se sempre: Deixe a raiva secar.
SOLIDARIEDADE...
Lá do fundo da solidão da alma, o ser humano experimenta uma dor profunda, um lamento, um vazio, um silêncio que chega a pesar, o fastio de uma vida sem maiores experiências...
Lá da experiência mais antiga, da velha sabedoria, vem o recado para aqueles que não tem tempo para nada:
- arrume tempo para ser solidário, aprenda a dividir o pão, o estender a mão.
Isso abre janelas no céu, cria rastros de luz.
Melhor que mil provérbios, mais que mil sermões, a caridade bem exercida, é chave que rompe grilhões, liberta a alma aflita, libera as emoções.
Por isso, no silêncio pesado da noite que não passa, da angústia daquela dor que ninguém percebe, do sentimento inexplicado de vazio, pense na possibilidade de dedicar parte do seu tempo, ao ensinar, ao partilhar, ao acolher, em tudo ser mais gentil, mais sereno, mais pacífico.
Pois de tudo o que podes acumular, de tudo o que pode levar da Terra, é somente o bem que se fez, que segue junto ao seu tesouro, rumo ao Infinito.
Solidão é para quem compattilha o egoísmo do sofrer.
Solidariedade é para quem decidiu viver.
Paulo Roberto Gaefke
Lá da experiência mais antiga, da velha sabedoria, vem o recado para aqueles que não tem tempo para nada:
- arrume tempo para ser solidário, aprenda a dividir o pão, o estender a mão.
Isso abre janelas no céu, cria rastros de luz.
Melhor que mil provérbios, mais que mil sermões, a caridade bem exercida, é chave que rompe grilhões, liberta a alma aflita, libera as emoções.
Por isso, no silêncio pesado da noite que não passa, da angústia daquela dor que ninguém percebe, do sentimento inexplicado de vazio, pense na possibilidade de dedicar parte do seu tempo, ao ensinar, ao partilhar, ao acolher, em tudo ser mais gentil, mais sereno, mais pacífico.
Pois de tudo o que podes acumular, de tudo o que pode levar da Terra, é somente o bem que se fez, que segue junto ao seu tesouro, rumo ao Infinito.
Solidão é para quem compattilha o egoísmo do sofrer.
Solidariedade é para quem decidiu viver.
Paulo Roberto Gaefke
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
OS CEGOS E O ELEFANTE...
Numa cidade da Índia viviam sete sábios cegos. Como seus conselhos eram sempre excelentes, todas as pessoas que tinham problemas consultavam-nos.
Embora fossem amigos, havia uma certa rivalidade entre eles, que, de vez em quando, discutiam sobre o qual seria o mais sábio.
Certa noite, depois de muito conversarem acerca da verdade da vida e não chegarem a um acordo, o sétimo sábio ficou tão aborrecido que resolveu ir morar sozinho numa caverna da montanha. Disse aos companheiros:
- Somos cegos para que possamos ouvir e compreender melhor do que as outras pessoas a verdade da vida. E, em vez de aconselhar os necessitados, vocês ficam aí brigando, como se quisessem ganhar uma competição. Não agüento mais! Vou-me embora.
No dia seguinte, chegou à cidade um comerciante montado num elefante imenso. Os cegos jamais haviam tocado nesse animal e correram para a rua ao encontro dele.
O primeiro sábio apalpou a barriga do animal e declarou:
- Trata-se de um ser gigantesco e muito forte! Posso tocar os seus músculos e eles não se movem; parecem paredes.
- Que bobagem! - disse o segundo sábio, tocando na presa do elefante - Este animal é pontudo como uma lança, uma arma de guerra.
- Ambos se enganam - retrucou o terceiro sábio, que apertava a tromba do elefante - Este animal é idêntico a uma serpente! Mas não morde, porque não tem dentes na boca. É uma cobra mansa e macia.
- Vocês estão totalmente alucinados! - gritou o quinto sábio, que mexia as orelhas do elefante - Este animal não se parece com nenhum outro. Seus movimentos são ondeantes, como se seu corpo fosse uma enorme cortina ambulante.
- Vejam só! Todos vocês, mas todos mesmos, estão completamente errados! - irritou-se o sexto sábio, tocando a pequena cauda do elefante - Este animal é como uma rocha com uma cordinha presa no corpo. Posso até me pendurar nele.
E assim ficaram horas debatendo, aos gritos, os seis sábios. Até que o sétimo sábio cego, o que agora habitava a montanha, apareceu conduzido por uma criança.
Ouvindo a discussão, pediu ao menino que desenhasse no chão a figura do elefante. Quando tateou os contornos do desenho, percebeu que todos os sábios estavam certos e enganados ao mesmo tempo. Agradeceu ao menino e afirmou:
- Assim os homens se comportam diante da verdade. Pegam apenas uma parte, pensam que é o todo, e continuam tolos!
História do folclore hindu
Embora fossem amigos, havia uma certa rivalidade entre eles, que, de vez em quando, discutiam sobre o qual seria o mais sábio.
Certa noite, depois de muito conversarem acerca da verdade da vida e não chegarem a um acordo, o sétimo sábio ficou tão aborrecido que resolveu ir morar sozinho numa caverna da montanha. Disse aos companheiros:
- Somos cegos para que possamos ouvir e compreender melhor do que as outras pessoas a verdade da vida. E, em vez de aconselhar os necessitados, vocês ficam aí brigando, como se quisessem ganhar uma competição. Não agüento mais! Vou-me embora.
No dia seguinte, chegou à cidade um comerciante montado num elefante imenso. Os cegos jamais haviam tocado nesse animal e correram para a rua ao encontro dele.
O primeiro sábio apalpou a barriga do animal e declarou:
- Trata-se de um ser gigantesco e muito forte! Posso tocar os seus músculos e eles não se movem; parecem paredes.
- Que bobagem! - disse o segundo sábio, tocando na presa do elefante - Este animal é pontudo como uma lança, uma arma de guerra.
- Ambos se enganam - retrucou o terceiro sábio, que apertava a tromba do elefante - Este animal é idêntico a uma serpente! Mas não morde, porque não tem dentes na boca. É uma cobra mansa e macia.
- Vocês estão totalmente alucinados! - gritou o quinto sábio, que mexia as orelhas do elefante - Este animal não se parece com nenhum outro. Seus movimentos são ondeantes, como se seu corpo fosse uma enorme cortina ambulante.
- Vejam só! Todos vocês, mas todos mesmos, estão completamente errados! - irritou-se o sexto sábio, tocando a pequena cauda do elefante - Este animal é como uma rocha com uma cordinha presa no corpo. Posso até me pendurar nele.
E assim ficaram horas debatendo, aos gritos, os seis sábios. Até que o sétimo sábio cego, o que agora habitava a montanha, apareceu conduzido por uma criança.
Ouvindo a discussão, pediu ao menino que desenhasse no chão a figura do elefante. Quando tateou os contornos do desenho, percebeu que todos os sábios estavam certos e enganados ao mesmo tempo. Agradeceu ao menino e afirmou:
- Assim os homens se comportam diante da verdade. Pegam apenas uma parte, pensam que é o todo, e continuam tolos!
História do folclore hindu
QUANDO DIGO DEUS...
Quando digo Deus, os olhos se fecham e a luz me ilumina...
Quando digo Deus, vejo meu tamanho real e espanto-me com minha vaidade...
Quando digo Deus, minha ignorância me envergonha...
Quando digo Deus, meu orgulho se abate...
Quando digo Deus, minha angústia de futuro se alivia...
Quando digo Deus, a correria desenfreada da vida perde o sentido...
Quando digo Deus, a ambição que atormenta desaparece...
Quando digo Deus, a arrogância dos sábios se dissolve no ar...
Quando digo Deus, a prepotência dos poderosos se desfaz na poeira
Quando digo Deus, os caminhos se abrem para novos destinos...
Quando digo Deus, a chama do amor começa a me aquecer devagar...
Quando digo Deus, a vida se transforma numa caminhada mais leve...
Quando digo Deus, olho meus companheiros com esperança e afeto...
Quando digo Deus, os braços se abrem para as crianças...
Quando digo Deus, o pão fica mais saboroso em minha boca...
Quando digo Deus, o canto embala o meu trabalho...
Quando digo Deus, o sono vem e alivia o meu cansaço...
Quando digo Deus, o abraço e o beijo se purificam...
Quando digo Deus, a palavra amor faz sentido...
Quando digo Deus, minha voz é uma canção levada pelo vento...
Quando digo Deus, a noite cai em silêncio e a paz invade meu coração...
Quando digo Deus, é como se visse o milagre do amanhecer...
Quando digo Deus, não preciso dizer mais nada.
Douglas Tufano
Quando digo Deus, vejo meu tamanho real e espanto-me com minha vaidade...
Quando digo Deus, minha ignorância me envergonha...
Quando digo Deus, meu orgulho se abate...
Quando digo Deus, minha angústia de futuro se alivia...
Quando digo Deus, a correria desenfreada da vida perde o sentido...
Quando digo Deus, a ambição que atormenta desaparece...
Quando digo Deus, a arrogância dos sábios se dissolve no ar...
Quando digo Deus, a prepotência dos poderosos se desfaz na poeira
Quando digo Deus, os caminhos se abrem para novos destinos...
Quando digo Deus, a chama do amor começa a me aquecer devagar...
Quando digo Deus, a vida se transforma numa caminhada mais leve...
Quando digo Deus, olho meus companheiros com esperança e afeto...
Quando digo Deus, os braços se abrem para as crianças...
Quando digo Deus, o pão fica mais saboroso em minha boca...
Quando digo Deus, o canto embala o meu trabalho...
Quando digo Deus, o sono vem e alivia o meu cansaço...
Quando digo Deus, o abraço e o beijo se purificam...
Quando digo Deus, a palavra amor faz sentido...
Quando digo Deus, minha voz é uma canção levada pelo vento...
Quando digo Deus, a noite cai em silêncio e a paz invade meu coração...
Quando digo Deus, é como se visse o milagre do amanhecer...
Quando digo Deus, não preciso dizer mais nada.
Douglas Tufano
domingo, 13 de fevereiro de 2011
BORBOLETAS...
Muitas vezes, passamos um longo tempo de nossas vidas correndo desesperadamente atrás de um amor, de um emprego, de uma casa, de uma amizade... E não conseguimos!
Será que não conseguimos mesmo ou não percebemos os sinais que recebemos... De que ainda não estamos prontos! Preste atenção nesta mensagem sobre borboletas... Ela vai te ensinar muito.
“Não corra atrás de borboletas. Cuide de seu jardim e elas virão até você!”
Devemos compreender que a vida segue seu fluxo e que ele é perfeito. Tudo acontece no seu devido tempo. Nós é que nos tornamos ansiosos e estamos constantemente querendo "empurrar o rio".
Calma! O rio vai sozinho, obedecendo ao ritmo da natureza. Se passarmos todo o tempo desejando as borboletas e reclamando porque elas não se aproximam da gente, mas vivem no jardim do nosso vizinho, elas realmente não virão. Mas, se nos dedicarmos a cuidar do nosso jardim, a transformar o nosso espaço, a nossa vida, num ambiente agradável, perfumado e bonito, será inevitável.
As borboletas virão até nós... Dê o que você tem de melhor e a vida lhe retribuirá!
Será que não conseguimos mesmo ou não percebemos os sinais que recebemos... De que ainda não estamos prontos! Preste atenção nesta mensagem sobre borboletas... Ela vai te ensinar muito.
“Não corra atrás de borboletas. Cuide de seu jardim e elas virão até você!”
Devemos compreender que a vida segue seu fluxo e que ele é perfeito. Tudo acontece no seu devido tempo. Nós é que nos tornamos ansiosos e estamos constantemente querendo "empurrar o rio".
Calma! O rio vai sozinho, obedecendo ao ritmo da natureza. Se passarmos todo o tempo desejando as borboletas e reclamando porque elas não se aproximam da gente, mas vivem no jardim do nosso vizinho, elas realmente não virão. Mas, se nos dedicarmos a cuidar do nosso jardim, a transformar o nosso espaço, a nossa vida, num ambiente agradável, perfumado e bonito, será inevitável.
As borboletas virão até nós... Dê o que você tem de melhor e a vida lhe retribuirá!
sábado, 12 de fevereiro de 2011
SABER ESPERAR...
Saber esperar é simplesmente dar tempo ao tempo; investir no tempo e não corromper o tempo, esperando que ele faça a sua parte. Pela inércia prolongada, nossa mente estagnou-se no tempo e no espaço, tornando-nos seres desatualizados e omissos.
O saber esperar é ter paciência com tudo e com todos, sem jamais parar. Nossos novos movimentos vão trazendo novas amizades, novos caminhos vão se abrindo, nossa perspectiva de vida se amplia e encontramos soluções jamais imaginadas. O tempo é necessário para o amadurecimento das nossas atitudes e os resultados serão novos pontos de partida para o nosso crescimento, que é infinito. É infalível.
Os resultados positivos do “saber esperar”:
- desenvolve a continuidade: tudo terá começo, meio e fim;
- desenvolve a serenidade;
- expande os sentidos e a consciência;
- torna a vida mais produtiva.
Saber esperar será a virtude primeira no homem do futuro.
Paulo Zabeu, no livro "Cinco regras para vencer seus limites"
O saber esperar é ter paciência com tudo e com todos, sem jamais parar. Nossos novos movimentos vão trazendo novas amizades, novos caminhos vão se abrindo, nossa perspectiva de vida se amplia e encontramos soluções jamais imaginadas. O tempo é necessário para o amadurecimento das nossas atitudes e os resultados serão novos pontos de partida para o nosso crescimento, que é infinito. É infalível.
Os resultados positivos do “saber esperar”:
- desenvolve a continuidade: tudo terá começo, meio e fim;
- desenvolve a serenidade;
- expande os sentidos e a consciência;
- torna a vida mais produtiva.
Saber esperar será a virtude primeira no homem do futuro.
Paulo Zabeu, no livro "Cinco regras para vencer seus limites"
MENTIRA É SEMPRE MENTIRA...
Certa vez, uma revista de circulação nacional apresentou reportagem acerca da mentira, mostrando-a como um ingrediente fundamental do jeitinho brasileiro.
Mais ou menos no mesmo período, determinado programa televisivo ofereceu a oportunidade aos telespectadores de opinarem se um personagem deveria ou não mentir para vingar um crime do passado, ainda impune.
A mentira venceu por larga margem.
Isso demonstra como estamos nos habituando com a mentira e a estamos utilizando, em nosso cotidiano.
Mentimos para obter algum benefício, para preservação da nossa imagem, para evitar um sentimento de vergonha, por verdadeira covardia.
Assim, um amigo não diz ao outro o que realmente pensa e deseja dele.
Se o amigo possui defeitos, em vez de alertá-lo a respeito, bate-lhe nas costas e com uma frase reticente, permite àquele interpretar que tudo vai muito bem.
A mãe mente para o filho pequeno, afirmando que já volta, e na verdade se ausenta por longas horas.
Servem-se da mentira alguns que afirmam serem técnicos em tal ou qual área, não passando, na verdade, de meros aprendizes.
Utilizam a mentira aqueles que oferecem um produto como sendo de primeira linha, quando não o é. Mentem todos aqueles que fazem promessas, sabendo antecipadamente que jamais as poderão cumprir.
Natural que tal clima gere desconfiança e descrença, itens que presidem ao relacionamento atual das criaturas.
Há quem acredite ser normal a criança mentir e somente ser sintoma de enfermidade no adulto.
Contudo, o mentiroso é sempre alguém enfermo. E em razão mesmo de sua forma de proceder, se torna desacreditado, mesmo quando se expresse de forma correta e verdadeira.
Para quem está habituado à mentira, se torna muito natural alterar o conteúdo ou a apresentação dos fatos, manipulando-os ao seu bel prazer.
As raízes da mentira se encontram no lar instável, mal formado, quando não emanam dos conflitos da personalidade, que induzem o ser à fuga da realidade e ao culto da fantasia.
Faz-se imperioso que se estabeleça uma disciplina rígida na arte de falar, procurando repetir o que se ouviu exatamente como se escutou; o que se viu da forma mesma como aconteceu, evitando-se interpretar o que se pensa em torno do assunto, que nem sempre corresponde aos fatos. Esta é uma maneira de vital importância para se abandonar o vício da mentira.
Não há necessidade de mentir, e toda vez que nos servirmos da mentira, estaremos demonstrando um distúrbio de comportamento, que precisa urgentemente ser corrigido.
Mentir compulsivamente é um distúrbio da imaginação chamado mitomania.
A verdade deve ser sempre dita com naturalidade, sem alarde, mas na íntegra, jamais adornada de fantasias ou conclusões pessoais.
Alguém disse um dia que “a verdade é uma mentira que ainda não foi descoberta”. Há ainda quem advogue que a mentira está de tal forma banalizada que não existe a verdade. Um filósofo lembra-nos que “toda a verdade se torna falsa a partir do momento em que nos contentamos com ela”. Nos dicionários pode ler-se: Mentira – s.f. afirmação contrária à verdade, embuste.
O motivo da mentira.
De maneira geral a mentira tem por objetivo modificar as opiniões e condutas do outro de forma manipuladora.
Será que a mentira é a arma dos fracos? Ou mentir é uma arma para qualquer um que se sente ameaçado por algo? Quem mente mais? Quem não mente?
Ou ainda, como alguém não mente?
Redação do Momento Espírita, com base no artigo O império das meias-verdades, publicado pela Revista Isto é, nº 1466 e no cap. 3 do livro Vida: desafios e soluções, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.Leal.
Mais ou menos no mesmo período, determinado programa televisivo ofereceu a oportunidade aos telespectadores de opinarem se um personagem deveria ou não mentir para vingar um crime do passado, ainda impune.
A mentira venceu por larga margem.
Isso demonstra como estamos nos habituando com a mentira e a estamos utilizando, em nosso cotidiano.
Mentimos para obter algum benefício, para preservação da nossa imagem, para evitar um sentimento de vergonha, por verdadeira covardia.
Assim, um amigo não diz ao outro o que realmente pensa e deseja dele.
Se o amigo possui defeitos, em vez de alertá-lo a respeito, bate-lhe nas costas e com uma frase reticente, permite àquele interpretar que tudo vai muito bem.
A mãe mente para o filho pequeno, afirmando que já volta, e na verdade se ausenta por longas horas.
Servem-se da mentira alguns que afirmam serem técnicos em tal ou qual área, não passando, na verdade, de meros aprendizes.
Utilizam a mentira aqueles que oferecem um produto como sendo de primeira linha, quando não o é. Mentem todos aqueles que fazem promessas, sabendo antecipadamente que jamais as poderão cumprir.
Natural que tal clima gere desconfiança e descrença, itens que presidem ao relacionamento atual das criaturas.
Há quem acredite ser normal a criança mentir e somente ser sintoma de enfermidade no adulto.
Contudo, o mentiroso é sempre alguém enfermo. E em razão mesmo de sua forma de proceder, se torna desacreditado, mesmo quando se expresse de forma correta e verdadeira.
Para quem está habituado à mentira, se torna muito natural alterar o conteúdo ou a apresentação dos fatos, manipulando-os ao seu bel prazer.
As raízes da mentira se encontram no lar instável, mal formado, quando não emanam dos conflitos da personalidade, que induzem o ser à fuga da realidade e ao culto da fantasia.
Faz-se imperioso que se estabeleça uma disciplina rígida na arte de falar, procurando repetir o que se ouviu exatamente como se escutou; o que se viu da forma mesma como aconteceu, evitando-se interpretar o que se pensa em torno do assunto, que nem sempre corresponde aos fatos. Esta é uma maneira de vital importância para se abandonar o vício da mentira.
Não há necessidade de mentir, e toda vez que nos servirmos da mentira, estaremos demonstrando um distúrbio de comportamento, que precisa urgentemente ser corrigido.
Mentir compulsivamente é um distúrbio da imaginação chamado mitomania.
A verdade deve ser sempre dita com naturalidade, sem alarde, mas na íntegra, jamais adornada de fantasias ou conclusões pessoais.
Simples: Somos o que somos, mas somos principalmente o que fazemos para parecer o que somos... quase parafraseando o autor Eduardo Galeano.
Eis a realidade social na qual estamos inseridos.
A verdade dói, a verdade é, atualmente, inconveniente!
Para que dor e sofrimento? Temos na mentira nosso alento!
Acho que está na hora de repensarmos nossos paradigmas e nossas crenças.
Creio que devamos assumir o quanto pecamos e o quanto podemos ser hipócritas pregando algo que não colocamos em prática!
Alguém disse um dia que “a verdade é uma mentira que ainda não foi descoberta”. Há ainda quem advogue que a mentira está de tal forma banalizada que não existe a verdade. Um filósofo lembra-nos que “toda a verdade se torna falsa a partir do momento em que nos contentamos com ela”. Nos dicionários pode ler-se: Mentira – s.f. afirmação contrária à verdade, embuste.
O motivo da mentira.
De maneira geral a mentira tem por objetivo modificar as opiniões e condutas do outro de forma manipuladora.
Será que a mentira é a arma dos fracos? Ou mentir é uma arma para qualquer um que se sente ameaçado por algo? Quem mente mais? Quem não mente?
Ou ainda, como alguém não mente?
Redação do Momento Espírita, com base no artigo O império das meias-verdades, publicado pela Revista Isto é, nº 1466 e no cap. 3 do livro Vida: desafios e soluções, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.Leal.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
EM BUSCA DO TEMPO...
Ainda há tanto tempo na vida...
Tempo para converter os defeitos, retomar os projetos que estão guardados no diário.
Ainda há tempo suficiente pra conhecer os lugares não visitados, de entrar nos templos para rezar, fazer um pedido especial aguardar o tempo passar.
Tempo para viver novas situações, conhecer gente legal, gente chata, mas conhecer gente!
Pegar o álbum de fotos e rir da roupa que vestiu um dia.
Sentir saudades de pessoas queridas que o tempo levou.
Ainda há tempo para jogar uma partida de buraco, fazer ginástica e depois relaxamento.
Com o tempo, você pode descobrir alguns fios de cabelo branco e talvez, se houver tempo - e quiser -, tingi-los.
Ainda há tempo para repetir a sobremesa do almoço e calcular as calorias ingeridas a mais.
Voltar para casa, ligar para os amigos e contar uma piada. Ouvir os lamentos de cada um deles e dizer que a vida é assim mesmo.
Deixe o tempo... porque com ele tudo passa!
Tempo para converter os defeitos, retomar os projetos que estão guardados no diário.
Ainda há tempo suficiente pra conhecer os lugares não visitados, de entrar nos templos para rezar, fazer um pedido especial aguardar o tempo passar.
Tempo para viver novas situações, conhecer gente legal, gente chata, mas conhecer gente!
Pegar o álbum de fotos e rir da roupa que vestiu um dia.
Sentir saudades de pessoas queridas que o tempo levou.
Ainda há tempo para jogar uma partida de buraco, fazer ginástica e depois relaxamento.
Com o tempo, você pode descobrir alguns fios de cabelo branco e talvez, se houver tempo - e quiser -, tingi-los.
Ainda há tempo para repetir a sobremesa do almoço e calcular as calorias ingeridas a mais.
Voltar para casa, ligar para os amigos e contar uma piada. Ouvir os lamentos de cada um deles e dizer que a vida é assim mesmo.
Deixe o tempo... porque com ele tudo passa!
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
“OS MÉTODOS DE ADMINISTRAÇÃO DE JESUS” – parte I
Caiu nas minhas mãos um livro de Bob Briner um empresário e escritor e por sua formação cristã, teve a capacidade de unir os ensinamentos de Jesus aos acontecimentos no mundo empresarial.
Independente de sua crença, vale muito a pena ler este livro onde ele diz que “Com 12 executivos, Ele criou a maior empresa do mundo”.
Como presidente, Jesus com seus executivos-apóstolos estabeleceu a missão, visão e valores da empresa e provavelmente, pela brilhante e simples definição alcançou os resultados esperados e até hoje, a empresa permanece cumprindo sua função, mesmo sem seu criador.
Resumirei o livro e farei algumas considerações em partes para que o post não fique tão longo. Segue a Parte I:
TENHA UM PLANO - Jesus tinha um plano, sabia onde queria chegar e obedeceu fielmente a ele, mesmo sabendo que isso custaria sua vida. Muitas empresas não fazem planos, pois não conseguem visualizar o ponto de chegada, o resultado que desejam alcançar; por isso, vão vivendo ao acaso, levadas pela maré.
Aprendizado - Determine as metas de sua empresa e elabore um plano para atingi-las, você será muito mais produtivo ao focar nas atividades necessárias para concretizar seu plano.
ESTEJA PREPARADO – Jesus se preparou por trinta anos para executar seu plano. Não temos todo esse tempo apenas para nos preparar, afinal o mercado cada vez é mais rápido, mas ao determinarmos as metas, precisamos buscar um processo de autoconhecimento e de conhecimento da empresa para entendermos os pontos fracos e pontos fortes para buscar capacitação ou outro tipo de recurso de que necessitamos para cumprir nosso plano e agarrar as oportunidades.
Aprendizado - Analise seu plano, as tendências de mercado e busque recursos para atendê-los. Quando a oportunidade aparecer e se você estiver preparado, tenha certeza de que saberá aproveitá-la. De nada serve uma onda fantástica no Havaí, se você não souber surfar, aí é melhor ficar na piscina do clube.
ESCOLHA SEUS PRÓPRIOS COLABORADORES – Jesus não delegou essa função a outra pessoa, pois já que trabalharia diretamente com ele, precisaria conhecê-los e acreditar que cada um faria seu trabalho como ele queria. Até Judas que o traiu fazia parte do plano, não foi uma escolha aleatória e equivocada. É comum nas empresas, líderes pegarem equipes já montadas e enfrentarem problemas de relacionamento, pois um achou que iria ser o líder e começa a boicotar o que chegou, alguns ficam “ressabiados” com o novo chefe, outros gostaram do “outro” e assim por diante. E a empresa não dá a opção para o líder de formar sua equipe e diz: “Você tem que se adaptar.”
A dificuldade de se colocar nos eixos e o tempo gasto para se começar a ter resultados é muito maior do que se pudesse ter uma conversa clara e franca e colocar as pessoas certas nos locais certos.
Aprendizado - Tenha coragem de formar sua equipe para ter os resultados esperados. Se quiser ser eternamente bonzinho, talvez terá resultados bonzinhos!
PARA PREENCHER UM CARGO-CHAVE, ELIMINE TODOS OS OBSTÁCULOS - Saulo de Tarso que viria ser o apóstolo Paulo foi recrutado por Jesus e logo se tornou um dos grandes homens-chave, pois era um grande levantador de fundos, desbravador de novas frentes, fiel e profílico disseminador da mensagem. Apesar de ter chegado após vários apóstolos que acompanhavam Jesus há anos, teve uma ascensão rápida pela sua competência e pelos resultados que apresentava. Nas empresas, hoje muitos talentos são desperdiçados, pois ainda em algumas, há o paradigma do tempo de casa, do relacionamento pessoal. Temos que pensar nos resultados e quais as pessoas que possam nos levar a eles. Não quero dizer que devemos desprezar aqueles que estão conosco há anos, mas devemos utilizar suas competências onde são necessárias e não ter como base o tempo de serviço ou de amizade.
Aprendizado – Primeiro, estabeleça suas metas e o plano. Defina as pessoas que serão chave para o alcance do resultado pelas suas competências e entrega.
Aguarde a Parte II.
http://valerianakamura.wordpress.com/
Independente de sua crença, vale muito a pena ler este livro onde ele diz que “Com 12 executivos, Ele criou a maior empresa do mundo”.
Como presidente, Jesus com seus executivos-apóstolos estabeleceu a missão, visão e valores da empresa e provavelmente, pela brilhante e simples definição alcançou os resultados esperados e até hoje, a empresa permanece cumprindo sua função, mesmo sem seu criador.
Resumirei o livro e farei algumas considerações em partes para que o post não fique tão longo. Segue a Parte I:
TENHA UM PLANO - Jesus tinha um plano, sabia onde queria chegar e obedeceu fielmente a ele, mesmo sabendo que isso custaria sua vida. Muitas empresas não fazem planos, pois não conseguem visualizar o ponto de chegada, o resultado que desejam alcançar; por isso, vão vivendo ao acaso, levadas pela maré.
Aprendizado - Determine as metas de sua empresa e elabore um plano para atingi-las, você será muito mais produtivo ao focar nas atividades necessárias para concretizar seu plano.
ESTEJA PREPARADO – Jesus se preparou por trinta anos para executar seu plano. Não temos todo esse tempo apenas para nos preparar, afinal o mercado cada vez é mais rápido, mas ao determinarmos as metas, precisamos buscar um processo de autoconhecimento e de conhecimento da empresa para entendermos os pontos fracos e pontos fortes para buscar capacitação ou outro tipo de recurso de que necessitamos para cumprir nosso plano e agarrar as oportunidades.
Aprendizado - Analise seu plano, as tendências de mercado e busque recursos para atendê-los. Quando a oportunidade aparecer e se você estiver preparado, tenha certeza de que saberá aproveitá-la. De nada serve uma onda fantástica no Havaí, se você não souber surfar, aí é melhor ficar na piscina do clube.
ESCOLHA SEUS PRÓPRIOS COLABORADORES – Jesus não delegou essa função a outra pessoa, pois já que trabalharia diretamente com ele, precisaria conhecê-los e acreditar que cada um faria seu trabalho como ele queria. Até Judas que o traiu fazia parte do plano, não foi uma escolha aleatória e equivocada. É comum nas empresas, líderes pegarem equipes já montadas e enfrentarem problemas de relacionamento, pois um achou que iria ser o líder e começa a boicotar o que chegou, alguns ficam “ressabiados” com o novo chefe, outros gostaram do “outro” e assim por diante. E a empresa não dá a opção para o líder de formar sua equipe e diz: “Você tem que se adaptar.”
A dificuldade de se colocar nos eixos e o tempo gasto para se começar a ter resultados é muito maior do que se pudesse ter uma conversa clara e franca e colocar as pessoas certas nos locais certos.
Aprendizado - Tenha coragem de formar sua equipe para ter os resultados esperados. Se quiser ser eternamente bonzinho, talvez terá resultados bonzinhos!
PARA PREENCHER UM CARGO-CHAVE, ELIMINE TODOS OS OBSTÁCULOS - Saulo de Tarso que viria ser o apóstolo Paulo foi recrutado por Jesus e logo se tornou um dos grandes homens-chave, pois era um grande levantador de fundos, desbravador de novas frentes, fiel e profílico disseminador da mensagem. Apesar de ter chegado após vários apóstolos que acompanhavam Jesus há anos, teve uma ascensão rápida pela sua competência e pelos resultados que apresentava. Nas empresas, hoje muitos talentos são desperdiçados, pois ainda em algumas, há o paradigma do tempo de casa, do relacionamento pessoal. Temos que pensar nos resultados e quais as pessoas que possam nos levar a eles. Não quero dizer que devemos desprezar aqueles que estão conosco há anos, mas devemos utilizar suas competências onde são necessárias e não ter como base o tempo de serviço ou de amizade.
Aprendizado – Primeiro, estabeleça suas metas e o plano. Defina as pessoas que serão chave para o alcance do resultado pelas suas competências e entrega.
Aguarde a Parte II.
http://valerianakamura.wordpress.com/
O QUE DEUS NÃO VAI PERGUNTAR...
Deus não vai perguntar que tipo de carro você costumava dirigir, mas vai perguntar quantas pessoas que necessitavam de ajuda você transportou.
Deus não vai perguntar qual o tamanho da sua casa, mas vai perguntar quantas pessoas você abrigou nela.
Deus não vai fazer perguntas sobre as roupas do seu armário, mas vai perguntar quantas pessoas você ajudou a vestir.
Deus não vai perguntar o montante de seus bens materiais, mas vai perguntar em que medida eles ditaram sua vida.
Deus não vai perguntar qual foi o seu maior salário, mas vai perguntar se você comprometeu o seu caráter para obtê-lo.
Deus não vai perguntar quantas promoções você recebeu, mas vai perguntar de que forma você promoveu outros.
Deus não vai perguntar qual foi o título do cargo que você ocupava, mas vai perguntar se você desempenhou o seu trabalho com o melhor de suas habilidades.
Deus não vai perguntar quantos amigos você teve, mas vai perguntar para quantas pessoas você foi amigo.
Deus não vai perguntar o que você fez para proteger seus direitos, mas vai perguntar o que você fez para garantir os direitos dos outros.
Deus não vai perguntar em que bairro você morou, mas vai perguntar como você tratou seus vizinhos.
E eu me pergunto: que tipo de respostas terei para dar?
Você quer ser feliz por um instante? Vingue-se.
Você quer ser feliz para sempre? Perdoe!
Whit Criswell
Deus não vai perguntar qual o tamanho da sua casa, mas vai perguntar quantas pessoas você abrigou nela.
Deus não vai fazer perguntas sobre as roupas do seu armário, mas vai perguntar quantas pessoas você ajudou a vestir.
Deus não vai perguntar o montante de seus bens materiais, mas vai perguntar em que medida eles ditaram sua vida.
Deus não vai perguntar qual foi o seu maior salário, mas vai perguntar se você comprometeu o seu caráter para obtê-lo.
Deus não vai perguntar quantas promoções você recebeu, mas vai perguntar de que forma você promoveu outros.
Deus não vai perguntar qual foi o título do cargo que você ocupava, mas vai perguntar se você desempenhou o seu trabalho com o melhor de suas habilidades.
Deus não vai perguntar quantos amigos você teve, mas vai perguntar para quantas pessoas você foi amigo.
Deus não vai perguntar o que você fez para proteger seus direitos, mas vai perguntar o que você fez para garantir os direitos dos outros.
Deus não vai perguntar em que bairro você morou, mas vai perguntar como você tratou seus vizinhos.
E eu me pergunto: que tipo de respostas terei para dar?
Você quer ser feliz por um instante? Vingue-se.
Você quer ser feliz para sempre? Perdoe!
Whit Criswell
EU DESISTI E VOCÊ?
"Porque, persuado eu agora a homens ou a Deus? ou procuro agradar a homens? Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo" Gálatas 1:10
Desisti de reclamar de quem não quer aprender.
Decidi me concentrar em quem quer...
Desisti de tentar emagrecer para ser igual a todo mundo.
Resolvi ter o peso que eu devo ter, por uma questão de saúde, por uma questão de bem estar.
Só isso.
Desisti de tentar fazer com que as pessoas pensem do jeito que eu gostaria que elas pensassem.
Achei melhor buscar respeitar o outro do jeito que ele é.
Imagina se o mundo fosse feito de milhões de pessoas iguais a mim...
Ah, isso ia ser um tormento!
Desisti de procurar um emprego perfeito e apaixonante.
Achei que estava na hora de me apaixonar pelo meu trabalho e fazer dele o acontecimento mais incrível da minha vida, enquanto ele durar.
Desisti de procurar defeito nas pessoas.
Achei que estava na hora de colocar um filtro e só ver o que as pessoas têm de melhor.
Defeito todo mundo acha, quero ver achar qualidades em quem parece não tê-las.
Desisti de ter o celular mais "psico-tecno-cibernético" do mercado. Agora eu só quero um, telefone, pra falar.
E muito frustrante comprar o mais novo modelo e dias depois ver que ele já foi superado.
É pra isso que a indústria trabalha.
Aproveitei o gancho e apliquei o conceito também a outros produtos: relógio, computador, máquina fotográfica, carro...
Desisti de impor minha opinião sobre tudo.
Decidi que de agora em diante vou ouvir todas as opiniões, mesmo as contrárias, e vou tentar tirar proveito de cada uma delas.
E mais barato compartilhar as opiniões do que brigar pra manter só uma.
Desisti de ter tanta pressa.
Tudo na vida tem seu tempo, e se não acontecer, não era pra acontecer.
Não quer dizer que eu vou "deixar a vida me levar" e parar de correr atrás do que eu acredito, mas não vou me desesperar se eu perder o vôo.
Sei lá o que vai acontecer com o avião...
Desisti de correr da chuva.
Tem coisa mais bacana que tomar banho de chuva?
Há quanto tempo você não sente aquele cheiro de terra molhada?
E se o resfriado chegar, qual o problema? Não vai ser o primeiro nem o último.
Desisti de trabalhas para fazer o meu sistema de qualidade ser perfeito.
Eu prefiro mantê-lo sob controle, funcionando, ajudando as pessoas, ajudando os processos, dando resultados, mesmo que ao poucos.
Com essa filosofia eu ganhei um monte de parceiros, ao invés de cultivar inimigos.
Se eu fosse você, desistia também...
Tem um monte de coisas que você faz, carrega e sente, que não precisa...
Pense Nisso!!!
Desisti de reclamar de quem não quer aprender.
Decidi me concentrar em quem quer...
Desisti de tentar emagrecer para ser igual a todo mundo.
Resolvi ter o peso que eu devo ter, por uma questão de saúde, por uma questão de bem estar.
Só isso.
Desisti de tentar fazer com que as pessoas pensem do jeito que eu gostaria que elas pensassem.
Achei melhor buscar respeitar o outro do jeito que ele é.
Imagina se o mundo fosse feito de milhões de pessoas iguais a mim...
Ah, isso ia ser um tormento!
Desisti de procurar um emprego perfeito e apaixonante.
Achei que estava na hora de me apaixonar pelo meu trabalho e fazer dele o acontecimento mais incrível da minha vida, enquanto ele durar.
Desisti de procurar defeito nas pessoas.
Achei que estava na hora de colocar um filtro e só ver o que as pessoas têm de melhor.
Defeito todo mundo acha, quero ver achar qualidades em quem parece não tê-las.
Desisti de ter o celular mais "psico-tecno-cibernético" do mercado. Agora eu só quero um, telefone, pra falar.
E muito frustrante comprar o mais novo modelo e dias depois ver que ele já foi superado.
É pra isso que a indústria trabalha.
Aproveitei o gancho e apliquei o conceito também a outros produtos: relógio, computador, máquina fotográfica, carro...
Desisti de impor minha opinião sobre tudo.
Decidi que de agora em diante vou ouvir todas as opiniões, mesmo as contrárias, e vou tentar tirar proveito de cada uma delas.
E mais barato compartilhar as opiniões do que brigar pra manter só uma.
Desisti de ter tanta pressa.
Tudo na vida tem seu tempo, e se não acontecer, não era pra acontecer.
Não quer dizer que eu vou "deixar a vida me levar" e parar de correr atrás do que eu acredito, mas não vou me desesperar se eu perder o vôo.
Sei lá o que vai acontecer com o avião...
Desisti de correr da chuva.
Tem coisa mais bacana que tomar banho de chuva?
Há quanto tempo você não sente aquele cheiro de terra molhada?
E se o resfriado chegar, qual o problema? Não vai ser o primeiro nem o último.
Desisti de trabalhas para fazer o meu sistema de qualidade ser perfeito.
Eu prefiro mantê-lo sob controle, funcionando, ajudando as pessoas, ajudando os processos, dando resultados, mesmo que ao poucos.
Com essa filosofia eu ganhei um monte de parceiros, ao invés de cultivar inimigos.
Se eu fosse você, desistia também...
Tem um monte de coisas que você faz, carrega e sente, que não precisa...
Pense Nisso!!!
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
A MÃE DO FILHO
O "pequeno" cresceu.
A mãe o ensinara a crescer... e crescer significa ser responsável tomando decisões e assumindo consequências.
Aprendeu.
Cresceu tanto, que decidiu ir. Decidiu por si mesmo, sem perguntar se a mãe ia sofrer. Nem para a própria mãe e nem para ele mesmo.
- "Vou experimentar. Se não gostar, volto."
Nem aquele: "você não fica triste?", de quando era pequeno.
E a mãe racionaliza que é um direito dele querer ir e pensou:
- "Vai ser bom p’ra ele. - Que bom!"
O menino aprendera a se respeitar, a seguir os próprios impulsos medindo as consequências por si mesmo.
Sentindo-se vitoriosa, a mãe constatou que conseguira ensinar, com simples palavras e atitudes, o que aprendera por si mesma a duras penas.
Racionalmente, tudo bem!
Mas mãe, aquela que vem das entranhas, que gerou, que pariu, não consegue ver a pessoa do filho, mas a sua cria.
É animal. Não animal sem alma, mas com um instinto tão forte que sufoca a razão.
A vitória se manifesta em choro.
Saudade.
De manhã, o barulhinho do chuveiro, o rock baixinho no quarto.
À tarde, o telefone, sempre ocupado.
De madrugada, a televisão ligada. Copos pelo chão. Tênis pelos cantos. O sono pesado e inconsequente da adolescência e juventude.
No armário vazio, só os cabides atestam: ele não mora mais ali.
Vai voltar?... a mãe só sabe que o quarto vazio, irritantemente arrumado, dói demais... e vai doer ainda, até que a mulher consiga refazer a mãe dentro de si e fique apenas feliz porque o menino cresceu.
Um mês depois, a mãe encara o menino crescido. Não dói mais. Está refeita, plenamente feliz e sente orgulho, pois:
O "pequeno" cresceu e não se foi... apenas mudou de endereço.
http://planeta.terra.com.br/arte/janice/
A mãe o ensinara a crescer... e crescer significa ser responsável tomando decisões e assumindo consequências.
Aprendeu.
Cresceu tanto, que decidiu ir. Decidiu por si mesmo, sem perguntar se a mãe ia sofrer. Nem para a própria mãe e nem para ele mesmo.
- "Vou experimentar. Se não gostar, volto."
Nem aquele: "você não fica triste?", de quando era pequeno.
E a mãe racionaliza que é um direito dele querer ir e pensou:
- "Vai ser bom p’ra ele. - Que bom!"
O menino aprendera a se respeitar, a seguir os próprios impulsos medindo as consequências por si mesmo.
Sentindo-se vitoriosa, a mãe constatou que conseguira ensinar, com simples palavras e atitudes, o que aprendera por si mesma a duras penas.
Racionalmente, tudo bem!
Mas mãe, aquela que vem das entranhas, que gerou, que pariu, não consegue ver a pessoa do filho, mas a sua cria.
É animal. Não animal sem alma, mas com um instinto tão forte que sufoca a razão.
A vitória se manifesta em choro.
Saudade.
De manhã, o barulhinho do chuveiro, o rock baixinho no quarto.
À tarde, o telefone, sempre ocupado.
De madrugada, a televisão ligada. Copos pelo chão. Tênis pelos cantos. O sono pesado e inconsequente da adolescência e juventude.
No armário vazio, só os cabides atestam: ele não mora mais ali.
Vai voltar?... a mãe só sabe que o quarto vazio, irritantemente arrumado, dói demais... e vai doer ainda, até que a mulher consiga refazer a mãe dentro de si e fique apenas feliz porque o menino cresceu.
Um mês depois, a mãe encara o menino crescido. Não dói mais. Está refeita, plenamente feliz e sente orgulho, pois:
O "pequeno" cresceu e não se foi... apenas mudou de endereço.
http://planeta.terra.com.br/arte/janice/
O QUE VOCÊ TEM PARA OFERECER...
"Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna." Gálatas 6:8
Depois de uma viagem muito longa, um sábio resolveu parar numa pequena cidade.
Os moradores não deram muita importância à sua presença, e tão pouca, seus ensinamentos conseguiram interessar aquela população.
Depois de alguns tempo, o sábio virou motivo de chacota e ironia dos habitantes da cidade.
Um dia, enquanto passava pela rua principal, um grupo de homens e mulheres começou a xingá-lo.
Em vez de fingir não estar escutando aqueles desaforos, o sábio resolveu ir até eles e os abençoou.
Um dos homens do grupo comentou debochando:
Será que, além de tudo, estamos diante de um homem surdo? Gritamos coisas horríveis, e o senhor ainda nos abençoa?
E o sábio respondeu calmamente:
Cada um de nós só pode oferecer aquilo que tem!
LIÇÃO DE VIDA:
Ofereça sempre o que você tem de melhor, para receber também o melhor das pessoas.
Tenha atitudes positivas, bons pensamentos, seja solidário, escute mais e fale menos... dê o seu melhor e viva mais feliz!!!
Depois de uma viagem muito longa, um sábio resolveu parar numa pequena cidade.
Os moradores não deram muita importância à sua presença, e tão pouca, seus ensinamentos conseguiram interessar aquela população.
Depois de alguns tempo, o sábio virou motivo de chacota e ironia dos habitantes da cidade.
Um dia, enquanto passava pela rua principal, um grupo de homens e mulheres começou a xingá-lo.
Em vez de fingir não estar escutando aqueles desaforos, o sábio resolveu ir até eles e os abençoou.
Um dos homens do grupo comentou debochando:
Será que, além de tudo, estamos diante de um homem surdo? Gritamos coisas horríveis, e o senhor ainda nos abençoa?
E o sábio respondeu calmamente:
Cada um de nós só pode oferecer aquilo que tem!
LIÇÃO DE VIDA:
Ofereça sempre o que você tem de melhor, para receber também o melhor das pessoas.
Tenha atitudes positivas, bons pensamentos, seja solidário, escute mais e fale menos... dê o seu melhor e viva mais feliz!!!
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
SORRIA SEMPRE...
O sorriso é um santo remédio. Ele lava a alma e refresca a mente.
Os problemas, quando enfrentados com ânimo e alegria, têm maiores chances de solução.
A tristeza e o mau humor bloqueiam a visão interior, atrapalhando nosso desenvolvimento.
Já o sorriso atrai energias positivas e boas intuições. E, claro, melhores resultados.
Os anjos são alegres e adoram as pessoas de bem com a vida. Ao agir com leveza e simpatia, facilitamos a ação construtiva dos nossos amigos espirituais.
Hoje é um novo dia! Sorria!
Olavinho Drummond, no livro "Vida Nova"
Os problemas, quando enfrentados com ânimo e alegria, têm maiores chances de solução.
A tristeza e o mau humor bloqueiam a visão interior, atrapalhando nosso desenvolvimento.
Já o sorriso atrai energias positivas e boas intuições. E, claro, melhores resultados.
Os anjos são alegres e adoram as pessoas de bem com a vida. Ao agir com leveza e simpatia, facilitamos a ação construtiva dos nossos amigos espirituais.
Hoje é um novo dia! Sorria!
Olavinho Drummond, no livro "Vida Nova"
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
ENSINANDO O CAVALO A VOAR...
Vamos dividir a palavra preocupação em duas partes: pré-ocupação. Ou seja, ocupar-se de algo antes que aconteça. Tentar resolver problemas que ainda não tiveram tempo de se manifestar. Imaginar que as coisas, quando chegam, sempre escolhem seu pior aspecto.
Há, é claro, muitas exceções. Uma delas é o herói desta pequena história:
Um velho rei da Índia condenou um homem à forca. Assim que terminou o julgamento, o condenado lhe pediu:
- Vossa Majestade é um homem sábio e curioso a respeito de tudo que seus súditos conseguem fazer. Respeita os gurus, os sábios, os encantadores de serpentes e os faquires. Pois bem. Quando eu era criança, meu avô me transmitiu a técnica de fazer um cavalo branco voar. Não existe mais ninguém neste reino que saiba isto, de modo que minha vida deve ser poupada.
O rei imediatamente mandou trazer um cavalo branco.
- Preciso ficar dois anos com este animal – disse o condenado.
- Você terá dois anos – respondeu o rei, a esta altura meio desconfiado – Mas, se este cavalo não aprender a voar, será enforcado.
O homem saiu dali com o cavalo, feliz da vida. Ao chegar em casa, encontrou toda a família em prantos.
- Você está louco? – gritaram todos – Desde quando alguém desta casa sabe fazer um cavalo voar?
- Não se preocupem – respondeu ele – Primeiro, nunca alguém tentou ensinar um cavalo a voar, e pode ser que ele aprenda. Segundo, o rei está muito velho e pode morrer nesses dois anos. Terceiro, o animal também pode morrer, e eu conseguirei mais dois anos para treinar um novo animal. Isso sem contar a possibilidade de revoluções, golpes de Estado, anistias gerais. Finalmente, se tudo continuar como está, eu ganhei dois anos de vida, e neles poderei fazer tudo o que tiver vontade. Vocês acham pouco?
Paulo Coelho, no livro "Histórias para pais, filhos e netos"
Há, é claro, muitas exceções. Uma delas é o herói desta pequena história:
Um velho rei da Índia condenou um homem à forca. Assim que terminou o julgamento, o condenado lhe pediu:
- Vossa Majestade é um homem sábio e curioso a respeito de tudo que seus súditos conseguem fazer. Respeita os gurus, os sábios, os encantadores de serpentes e os faquires. Pois bem. Quando eu era criança, meu avô me transmitiu a técnica de fazer um cavalo branco voar. Não existe mais ninguém neste reino que saiba isto, de modo que minha vida deve ser poupada.
O rei imediatamente mandou trazer um cavalo branco.
- Preciso ficar dois anos com este animal – disse o condenado.
- Você terá dois anos – respondeu o rei, a esta altura meio desconfiado – Mas, se este cavalo não aprender a voar, será enforcado.
O homem saiu dali com o cavalo, feliz da vida. Ao chegar em casa, encontrou toda a família em prantos.
- Você está louco? – gritaram todos – Desde quando alguém desta casa sabe fazer um cavalo voar?
- Não se preocupem – respondeu ele – Primeiro, nunca alguém tentou ensinar um cavalo a voar, e pode ser que ele aprenda. Segundo, o rei está muito velho e pode morrer nesses dois anos. Terceiro, o animal também pode morrer, e eu conseguirei mais dois anos para treinar um novo animal. Isso sem contar a possibilidade de revoluções, golpes de Estado, anistias gerais. Finalmente, se tudo continuar como está, eu ganhei dois anos de vida, e neles poderei fazer tudo o que tiver vontade. Vocês acham pouco?
Paulo Coelho, no livro "Histórias para pais, filhos e netos"
domingo, 6 de fevereiro de 2011
É DIFÍCIL...
É difícil fazer alguém feliz,
Assim como é fácil fazer triste.
É difícil dizer "Eu te amo",
Assim como é fácil não dizer nada.
É difícil valorizar um amor,
Assim como é fácil perdê-lo para sempre.
É difícil agradecer por hoje,
Assim como é fácil viver mais um dia.
É difícil se convencer de que se é feliz,
Assim como é fácil achar que sempre falta algo.
É difícil fazer alguém sorrir,
Assim como é fácil fazer chorar.
É difícil se pôr no lugar de alguém,
Assim como é fácil olhar para o próprio umbigo.
Se você errou, peça desculpas...
É difícil pedir perdão?
Mas quem disse que é fácil ser perdoado?!
Se alguém errou com você, perdoa-o...
É difícil perdoar?
Mas quem disse que é fácil se arrepender?!
Se você sente algo, diga...
É difícil se abrir?
Mas quem disse que é fácil encontrar alguém que queira escutar?!
Se alguém reclama de você, ouça...
É difícil ouvir certas coisas?
Mas quem disse que é fácil ouvir você?!
Se alguém ama você, ame-o...
É difícil se entregar?
Mas quem disse que é fácil ser feliz?!
Nem tudo é fácil na vida...
Mas, com certeza, nada é impossível...
Precisamos acreditar, ter fé e lutar para que não apenas sonhemos, mas tornemos todos nossos sonhos realidade!
Assim como é fácil fazer triste.
É difícil dizer "Eu te amo",
Assim como é fácil não dizer nada.
É difícil valorizar um amor,
Assim como é fácil perdê-lo para sempre.
É difícil agradecer por hoje,
Assim como é fácil viver mais um dia.
É difícil se convencer de que se é feliz,
Assim como é fácil achar que sempre falta algo.
É difícil fazer alguém sorrir,
Assim como é fácil fazer chorar.
É difícil se pôr no lugar de alguém,
Assim como é fácil olhar para o próprio umbigo.
Se você errou, peça desculpas...
É difícil pedir perdão?
Mas quem disse que é fácil ser perdoado?!
Se alguém errou com você, perdoa-o...
É difícil perdoar?
Mas quem disse que é fácil se arrepender?!
Se você sente algo, diga...
É difícil se abrir?
Mas quem disse que é fácil encontrar alguém que queira escutar?!
Se alguém reclama de você, ouça...
É difícil ouvir certas coisas?
Mas quem disse que é fácil ouvir você?!
Se alguém ama você, ame-o...
É difícil se entregar?
Mas quem disse que é fácil ser feliz?!
Nem tudo é fácil na vida...
Mas, com certeza, nada é impossível...
Precisamos acreditar, ter fé e lutar para que não apenas sonhemos, mas tornemos todos nossos sonhos realidade!
DIANTE DA ALMA...
Minha alma se ressente do que não fiz, se desespera com o medo que se apossa de mim, reclama quando eu paro e deveria seguir.
Minha alma não entende o fracasso, só reconhece o esforço continuo, que é uma marca clara dos vencedores.
Quando choro e me desespero, a minha alma se aflige com a perda de tempo,
não quer que eu pare para a lamentação, minha alma sabe, que o amor que acabou, já foi tarde, e outros virão.
Mas, pobre de mim, que além da alma, carrego no peito um coração, que enxerga apenas o momento, e diante da dor, vive um sofrimento, diante da derrota, solta um lamento.
Como conciliar, alma e emoção, razão e coração?
Parece que a resposta vem em forma de rima, da vida que se enche de poesia,
para explicar que a alma é um motor, o coração um filtro depurador, um empurra para a frente, o outro se ocupa das emoções, de não deixar pra lá a delicadeza, a preciosidade desse instante em que você fica sem palavras, e quando uma lágrima rola no seu rosto, é a alma, que a contragosto, se emociona, e percebe que não pode viver sem o coração, que amor é tudo, mais que a própria razão.
Não se deixe enganar, para seguir feliz, é preciso amar!
Paulo Roberto Gaefke
Minha alma não entende o fracasso, só reconhece o esforço continuo, que é uma marca clara dos vencedores.
Quando choro e me desespero, a minha alma se aflige com a perda de tempo,
não quer que eu pare para a lamentação, minha alma sabe, que o amor que acabou, já foi tarde, e outros virão.
Mas, pobre de mim, que além da alma, carrego no peito um coração, que enxerga apenas o momento, e diante da dor, vive um sofrimento, diante da derrota, solta um lamento.
Como conciliar, alma e emoção, razão e coração?
Parece que a resposta vem em forma de rima, da vida que se enche de poesia,
para explicar que a alma é um motor, o coração um filtro depurador, um empurra para a frente, o outro se ocupa das emoções, de não deixar pra lá a delicadeza, a preciosidade desse instante em que você fica sem palavras, e quando uma lágrima rola no seu rosto, é a alma, que a contragosto, se emociona, e percebe que não pode viver sem o coração, que amor é tudo, mais que a própria razão.
Não se deixe enganar, para seguir feliz, é preciso amar!
Paulo Roberto Gaefke
sábado, 5 de fevereiro de 2011
PARCERIAS: CRESÇA E DEIXE OS OUTROS CRESCER...
Por que os Beatles não fizeram mais o mesmo sucesso depois que se separaram? Certamente a resposta passa pelo conceito de parceria. Quando os quatro trabalhavam juntos, podiam otimizar seus talentos. Quando gravavam um disco, tinham quatro compositores e, para selecionar as faixas, bastava escolher as melhores músicas.
Se John Lennon tinha 8 músicas, podia dar-se ao luxo de escolher apenas as melhores, porque Paul McCartney tinha outras tão boas, assim como os demais. Parceira é isto: é criar um relacionamento no qual se pode aproveitar o melhor de todos os envolvidos. Por isso, a característica marcante dos campeões é construir relacionamentos em que todos os envolvidos lucrem, aprendam e possam fazer o melhor.
O verdadeiro campeão sabe como criar parcerias, como oferecer oportunidades aos seus parceiros e motivá-los a aprimorar o trabalho. O campeão não pensa só em si mesmo, e não se preocupa apenas em fazer a sua parte. Ele pensa em fazer a sua parte e em ajudar os outros a fazer a deles.
Roberto Shinyashiki, no livro "A revolução dos campeões"
Se John Lennon tinha 8 músicas, podia dar-se ao luxo de escolher apenas as melhores, porque Paul McCartney tinha outras tão boas, assim como os demais. Parceira é isto: é criar um relacionamento no qual se pode aproveitar o melhor de todos os envolvidos. Por isso, a característica marcante dos campeões é construir relacionamentos em que todos os envolvidos lucrem, aprendam e possam fazer o melhor.
O verdadeiro campeão sabe como criar parcerias, como oferecer oportunidades aos seus parceiros e motivá-los a aprimorar o trabalho. O campeão não pensa só em si mesmo, e não se preocupa apenas em fazer a sua parte. Ele pensa em fazer a sua parte e em ajudar os outros a fazer a deles.
Roberto Shinyashiki, no livro "A revolução dos campeões"
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