Páginas

terça-feira, 18 de março de 2014

NÃO ESPERE...

Não espere dos outros além do que lhe foi prometido.
E por via das dúvidas, não coloque todas as suas fichas em promessas 
de quem quer que seja.
Muita gente se decepciona demais com o que "imaginou",
e outros tantos, esperando pelo que não será cumprido.
Se é para acreditar em alguém, acredite em você primeiro.
E ainda assim, vigie-se para não ficar apenas nas promessas.

Quantas coisas você já se prometeu e não cumpriu?
Imagine promessas dos outros?

Isso também não nos dá o direito de julgar ninguém.
Afinal de contas, tantas coisas acontecem no nosso dia a dia.
E nem sempre podemos cumprir o que "desejamos" e prometemos.
Trabalhe com menos "futuro" e mais "presente".

O que é que nós temos agora?
Um tempo para criar uma situação.
Matricular-se em uma escola,
candidatar-se a um novo emprego,
começar um relacionamento novo, ou o mesmo de novo,
ir por um novo caminho,
seguir uma nova direção.

Fazer as pazes com a vida, respeitar-se!
Este momento é tudo o que temos, tudo o que possuímos.
Por isso, não perca tempo com reclamações, ou lamentações.
Faça algo de bom por você.
É assim que transformamos o nosso tempo em alegrias.
Vivendo melhor a cada dia.


Paulo Roberto Gaefke

segunda-feira, 17 de março de 2014

O QUE VOCÊ QUER SER QUANDO CRESCER?

ON ou OFF - de que lado você está?

DESVIE-SE!

Desvie-se!
Daquela ideia de vingança, 
por mais que você acredite que seja um direito seu.
O ódio é uma faca de duas pontas, uma está sempre voltada para nós mesmos.

Desvie-se
De pessoas que insistem em te julgar.
Para saber o que você passa tem que viver o que você vive,
e isso, só você para sentir.

Desvie-se!
De pessoas bajuladoras, que vivem puxando o saco.
Quase sempre tem algum interesse e na hora que você precisar,
elas são as primeiras a te abandonar.

Desvie-se!
Dos amores e pessoas problemáticas.
Amores enrolados, situações mal resolvidas...
Fuja, respeite o seu espaço e o seu fígado.
Quer chorar? Vai assistir um filme dramático.
Pelo menos quando acabar você sabe que era apenas um filme...

Desvie-se!
Dos que te desviam, ou querem te desviar do bom caminho.
Do caminho que você acredita ser o mais justo.
Pessoas assim, querem apenas te arrastar para o buraco em que vivem.

Desvie-se!
Das facilidades da reclamação.
Antes, concentre-se em encontrar uma solução.
Pense, reaja, lute, insista, levante-se, limpe o rosto,
seja a força que deseja ver nos outros.

Desvie-se!
Da dor, seja ela qual for,
com a certeza de que tudo passa.
Até nós, que somos eternos, passaremos.
Então, desvie-se das pedras e abrace as flores.
A vida pede mais do que sonhos.
Pede atitudes.

Paulo Roberto Gaefke

sexta-feira, 14 de março de 2014

ENTREGUE-SE!

Entregue-se!
Ao dia que se apresenta com muitas cores e convida:
-Vem viver a plenitude da vida!

Entregue-se!
Ao abraço apertado de quem lhe quer bem,
e se o abraço não vem, ofereça o seu com sinceridade.

Entregue-se!
Ao ar que insiste em entrar em seus pulmões,
desafiando-o a abandonar a preguiça e caminhar.

Entregue-se!
Ao desejo que enche o seu corpo de hormônios,
e que pedem o aconchego com alguém, 
que seja do bem!

Entregue-se!
Ao amor que mesmo todo enrolado, ou amadurecido,
se faz novo pelo gesto que tudo renova,
pelo coração aquecido que tudo aprova.

Entregue-se!
Ao amor de Deus, que tudo comporta,
que recebe os meus e os seus erros como experiência.
E que cheio da infinita paciência,
perdoa e te oferece a oportunidade do "novo".
O recomeçar que agora é página em branco,
para você escrever a sua história.

Entregue-se á oportunidade de servir.
De seguir adiante, de dar um passo ao porvir.
O Futuro é essa tarde que lhe sorri,
e lhe pede, que você, ao amor, não renegue,
pelo contrário, entregue-se!


Paulo Roberto Gaefke

sexta-feira, 7 de março de 2014

ACEITAR AS PESSOAS...

Aceitar as pessoas como elas realmente são, não é fácil.
Afinal de contas, tem dias que não suportamos nem a nós mesmos.
Imagine encarar os outros com os "defeitos" que nós imaginamos?
Por isso, gratidão é uma forma de desapegar-se dos conceitos,
e principalmente do "pré-conceito" que leva ao erro.

No fim das contas, vamos descobrir que tudo começa com a boa vontade,
passa pelo desejo de compartilhar e sem nenhum favor,
descobrimos que tudo que é bom, é uma forma generosa de amor.

Por isso, ao reconhecer algo de bom em alguém, diga!
Ao ver os erros e defeitinhos, não parta para a briga.
Releve, espere, confie.
Todo mundo aprende um dia, pelo amor ou pela dor.
Que não seja a sua língua, instrumento de terror,
mas o seu gesto de ternura, um abraço acalentador.


Paulo Roberto Gaefke

quinta-feira, 6 de março de 2014

PENSE NO CONTRÁRIO...

Pense na alegria de ver um desejo realizado,
quando a dor da derrota te empurrar para o desânimo.
Pense na doçura de um beijo apaixonado e por muito tempo esperado,
quando a desilusão de um relacionamento recém terminado doer demais.
Pense num abraço de pai ou de mãe, daqueles bem apertados,
quando a solidão te chamar pelo nome cheia de intimidade.
Pense no melhor emprego com um belo salário,
quando sem emprego o desespero bater na sua porta.
Pense na comemoração por ter passado em uma prova,
quando seu nome não constar naquela lista de resultados.
Pense no seu prato favorito, quente e convidativo,
quando a fome apertar no meio do nada.

Pensar no contrário da situação no exato momento em que passamos pelo reverso,
nos empurra para uma "revolta interior" que pode transformar qualquer situação 
negativa, em força positiva.
É assim que descobrimos vencedores onde ninguém esperava nada.
É assim que recordes são quebrados.
É assim que a palavra impossível vai perdendo o sentido.

Por isso, não se acomode diante do não,
nem se acostume com a dor e a desilusão.
Pense no contrário e aja com forças renovadas.
Levante da cama e caminhe, ainda que seja em cadeiras de rodas,
ou muletas antigas que mal suportam o seu peso.
Ainda assim, algo dentro de você vai te empurrar para a vitória.
E se acreditar que a sua cruz é muito pesada,
pense em Jesus e em todas aquelas chibatadas.
Assim vai perceber que sua cruz é tão leve, 
que não há motivos para não vencer.
A vida sempre te espera de braços abertos.

Paulo Roberto Gaefke

VIRTUDES E CERTEZAS...

A melhor oração?
Aquela que abrimos o coração e rasgamos a alma
diante da nossa incapacidade de compreender,
ou resolver uma situação que nos aflige.

O melhor momento?
Aquele em que vivemos intensamente o instante presente.
Quando descobrimos que o passado não tem mais força,
e que o futuro começa aqui, com o seu jeito de viver o agora.

O melhor amigo?
Aquele que nem sempre diz sim, 
nem sempre está próximo, mas está sempre presente.
O que oferece a cumplicidade do silêncio,
que mais ouve do que fala. 
O que não passa...

A melhor filosofia de vida?
Aquela que não agride a nossa inteligência.
Que não impõem nada além do amor.
Que ensina a perdoar e seguir amando.
Consola, ampara e ensina,
em meio ao turbilhão do mundo e de tanto desmando.

A maior alegria?
Descobrir dentro de você essa estranha certeza,
que é como uma chama, as vezes pequenina,
que insiste em dizer que você importa,
que merece e precisa ser feliz.
A certeza de que tudo passa, 
menos essa deliciosa sensação de que ainda há muito por fazer.

A maior virtude?
A possibilidade de recomeçar sempre.
Por isso, onde estiver, não se perca de você.
Você pode sair de onde estiver, e crescer.
E isso ninguém pode tomar de você.
Agora é o seu tempo.
Tempo de vencer.

Paulo Roberto Gaefke

NOS TRILHOS DO TEMPO...

Outro dia, uma amiga se queixou ao telefone: “Tenho 27 anos e descobri que, até agora, tenho me alimentado de migalhas”. Falei qualquer coisa banal & consoladora, como “a vida é assim mesmo, paciência” – e desliguei. Só não desliguei a cabeça: a frase ficou dias dando voltas dentro dela, Até que, não lembro bem como, de algum lugar de dentro de mim veio a resposta que não cheguei a dar à minha amiga: “Mas será que isso que você chama de migalhas não será, afinal, o próprio pão?”
Fiquei todo enredado num pensamento mais ou menos assim: aos 15anos, você espera um bolo coberto de chocolate, recheado de frutas; aos 25, você até dispensa o recheio de frutas, mas ainda espera a cobertura de chocolate; aos 35 – ah, um pão doce mesmo serve; aos 45, pode ser pão comum, desses de água e sal, desde que fresquinho; aos 55, o mesmo pão, só que não tem muito importância se dor amanhecido – e assim por diante, até chegarmos às migalhas. Que, se você tiver uma boa cabeça, pode receber como se fosse uma daquelas tortas Martha Rocha (uma fatia para quem lembrar das tortas Martha Rocha, famosas nos anos 50).

A passagem do tempo traz humildade e reduz o apetite? Não afirmo nada, só pergunto, porque não tenho certeza. Talvez por ter andado lendo os dois romances que Doris Lessing esecreveu sob o pseudônimo de Jane Somers (O Diário de Uma Boa Vizinha e Se os Velhos Pudessem), andei pensando também na velhice. Neste jornal não se pode escrever palavrão – mas você já percebeu que muitos jovem dizem velha como se dissessem, desculpem, mulher de vida airada ou ladra? Como se a velhice fosse um crime e uma vergonha.

Os dias passaram, eu pensei em Rita Lee. Não ouvi o disco novo de Rita, não tenho nada a dizer sobre ele. Mas Rita ficou furiosa com uma crítica escrita sobre o disco e, ao que parece, especialmente com uma maldadezinha sobre sua suposta “menopausa criativa”. Fica assim: quem acusa coloca-se na posição de “jovem-por-dentro-de tudo”. Acaba virando um joguinho meio lamentável de bom & mau, mocinho & bandido,inocente & culpado. Por trás de tudo, a suprema ofensa: ser chamado de VELHO.
Então morre Rita Hayworth (maravilhosa Rita, sem a qual Marilyn Monroe talvez não tivesse existido), há anos esquecida. Em todos os arquivos rebuscam-se fotos e trechos de filmes da flamejante Gilda – e fotos da mulher esplêndida de 20, 25 anos, são colocadas lado a lado de fotos da velha horrenda de 60, doente e decadente. O subtexto é: o jovem é belo, o velho é feio. O jovem está perto da vida, o velho está perto da morte. E a velhice, como a morte, é feia e suja. Será?

Enquanto isso, a vida de cada um corre sobre os trilhos do tempo, separadamente mas em direção a um destino igual para todos, e no mesmo ritmo implacável daquele poema de Manuel Bandeira:café-com-pão, café-com-pão. Penso nos velhinhos como Mário Quintana, cheios do poder discreto de conseguir contemplar de longe a juvenil palhaçada nossa de cada dia, à espera desses resplandescentes bolos cobertos de chocolate, recheados de frutas. E que só existem no sonho. No real, são as migalhas.

Rita, a Hayworth, gira no ar sua luva negra e canta: “Put the blame on mame, boy” – porque ela não preparou você para a velhice, eu acrescento. Seguro devagar o novo livro de Adélia Prado, O Pelicano, leio e releio um poema chamado Objeto de Amor (que não posso transcrever aqui: este jornal não publica palavrão), e acho que eu compreendo quando ela diz: “Quanto a mim dou graças/ pelo que agora sei/ e, mais que perdoo, eu amo”. Foi Adélia, mulher do povo, quem afirnou também num poema mais antigo: “Quarenta anos: não quero a faca nem o queijo/ quero a fome”. Eu também: bem-vindas as migalhas que, se Deus quiser, virão.

Caio Fernando Abreu - OESP - Caderno 2 - 1987

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

O QUE É O AMOR?

"Em verdade vos digo que qualquer que não receber o reino de Deus como criança, de maneira nenhuma entrará nele." Marcos 10:15

O que é o amor? 

Numa sala de aula haviam várias crianças. Quando uma delas perguntou à professora: 

- Professora, o que é o amor? 

A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera.

Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e que trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor. 

As crianças saíram apressadas e ao voltarem a professora disse: 

- Quero que cada um mostre o que trouxe consigo. 

A primeira criança disse: 

- Eu trouxe esta flor, não é linda? 

A segunda criança falou: 

- Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção. 

A terceira criança completou: 

- Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha? 

E assim as crianças foram se colocando.
Terminada a exposição a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo. 
Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido.
A professora se dirigiu a ela e perguntou: 

- Meu bem, porque você nada trouxe? 

E a criança timidamente respondeu: 

- Desculpe professora. Vi a flor e senti o seu perfume, pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo. Vi também a borboleta, leve, colorida! Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la. Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas ao subir na árvore notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho. Portanto professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe? 

A professora agradeceu a criança e lhe deu nota máxima, pois ela fora a única que percebera que só podemos trazer o amor no coração e não em nada físico.
Nós, homens e mulheres somos como aquelas crianças temos que levar vantagem em tudo, não importa a dor que ou a quem causamos, sejam nos negócios, no supermercado, com um vizinho, no trânsito, buscamos sempre a nota máxima da esperteza e da...
"EU FIZ , EU ACONTECI , EU , EU , EU...." .

Lembre-se que Deus lhe deu o mais puro dos sentimentos e o mais nobre de todos os dons, tire a nota máxima na escola da vida, aos olhos dEle.

Desconheço o autor.

A LIÇÃO DO JARDINEIRO...

Um dia, o executivo de uma grande empresa contratou, pelo telefone, um jardineiro autônomo para fazer a manutenção do seu jardim.
Chegando em casa, o executivo viu que estava contratando um garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como já estava contratado, ele pediu para que o garoto executasse o serviço.
Quando terminou, o garoto solicitou ao dono da casa permissão para utilizar o telefone e o executivo não pôde deixar de ouvir a conversa.
O garoto ligou para uma mulher e perguntou: "A senhora está precisando de um jardineiro?"
"Não. Eu já tenho um", foi a resposta.
"Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu também tiro o lixo."
"Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha. O meu jardineiro também faz isso."
O garoto insistiu: "eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço."
"O meu jardineiro também, tornou a falar a senhora."
"Eu faço a programação de atendimento, o mais rápido possível."
"Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente. Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa."
Numa última tentativa, o menino arriscou: "o meu preço é um dos melhores."
"Não", disse firme a voz ao telefone. "Muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom."
Desligado o telefone, o executivo disse ao jardineiro: "Meu rapaz, você perdeu um cliente."
"Claro que não", respondeu rápido. "Eu sou o jardineiro dela. Fiz isto apenas para medir o quanto ela estava satisfeita comigo."
Em se falando do jardim das afeições, quantos de nós teríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro?
E, se fizéssemos, qual seria o resultado? Será que alcançaríamos o grau de satisfação da cliente do pequeno jardineiro?
Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso, aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos?
Estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e da indiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores da afeição mais pura?
Temos lubrificado, diariamente, as ferramentas da gentileza, da simpatia entre os nossos amores, atendendo as suas necessidades e carências, com presteza?
E, por fim, qual tem sido o nosso preço? Temos usado chantagem ou, como o jardineiro sábio, cuidamos das mudinhas das afeições com carinho e as deixamos florescer, sem sufocá-las?
***
O amor floresce nos pequenos detalhes. Como gotas de chuva que umedecem o solo ou como o sol abundante que se faz generoso, distribuindo seu calor.
A gentileza, a simpatia, o respeito são detalhes de suma importância para que a florescência do amor seja plena e frutifique em felicidade.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em texto de autoria ignorada.

BLOQUEANDO OS INSETOS ESPIRITUAIS...

"Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre." João 7:38.

Viajantes contam de uma árvore em países tropicais, cujas partes internas são, às vezes, comidas por formigas enquanto a casca e as folhas se mantêm aparentemente bonitas, e sua debilidade só é percebida quando algum vento forte a derruba.

Mas não é a tempestade que a torna fraca, apenas revela o quão fraco era.

E sua debilidade é o resultado da atuação de insetos que, por um longo período de tempo, a destroem por dentro.

De certa forma, se nós permitirmos que nosso caráter seja minado por uma constante negligência às nossas obrigações, ou pela tolerância e ocultação dos pecados que cometemos diariamente, ou se cedermos às tentações que habitualmente nos assolam.

Não poderemos esperar nada mais do que a ruína quando as provações nos atingirem.

De que maneira nos preparamos para enfrentar as tormentas que, por vezes, se abatem sobre nós?

Será que podemos dizer, com convicção, que a nossa casa espiritual está firmada e bem sólida sobre a rocha?

Podemos descansar tranquilos certos de que na hora das lutas não corremos o risco de cair?

É comum cuidarmos bem do nosso exterior, arrumar com carinho o cabelo, colocar a melhor roupa possível e estar diante das pessoas com uma boa aparência.

E isso é bom, porque somos filhos de Deus e, como tais, precisamos nos apresentar de forma digna a exaltar o Seu nome.

Mas como lidamos com o nosso interior?

Temos de igual modo, procurado louvar e engrandecer ao Senhor fazendo com que o nosso coração seja puro?

Temos bloqueado os sentimentos de rancor e inveja, de egoísmo e maledicências, impedindo, assim, que tais "insetos espirituais" minem a nossa comunhão com o Salvador?

Temos nos colocado diante do altar de Deus em todos os momentos, confiando a Ele toda a nossa vida, para que não nos tornemos fracos e propensos a ruir diante da primeira tempestade?

Entregue seu coração ao Senhor e mesmo diante das mais duras provas a sua fé será inabalável.


Paulo Roberto Barbosa

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Procurando, buscando, investigando...
... você está em sério perigo!

A qualquer momento pode estar amando a vida, rindo, curtindo...- Você pode acidentalmente encontrar a existência.
Não há necessidade alguma de ter medo. Você pode perder apenas aquilo que tem que ser perdido. E é bom que perca logo – porque quanto mais tempo ficar, mais forte aquilo se torna.
Não tente achar um atalho, porque não há atalhos. O mundo é uma luta, é árduo, mas é assim que a pessoa chega ao pico.
Seja sincero em sua busca. Faça tudo por ela. 
Ela é a sede de conhecer o original através do reflexo que o torna digno do acidente final:


O despertar.


Osho

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

O ESPELHO DA VIDA REFLETE VOCÊ...

A base que precisamos para viver é a nossa estabilidade emocional;
é saber se desligar de problemas que não nos pertencem.
Saber devolver amor para quem mais precisa,
ter a palavra certa para nós mesmos,
quando nos perdemos...
é preciso sair da zona de conforto que nos habituamos e lutar.



Sei que podemos fazer muito além do que temos feito.
Sei também que as vezes nos falta uma visão,
algo que seja um pouco maior que a nossa emoção.
E é nesse labirinto que não nos encontramos em lugar nenhum.
É a incerteza, é a dúvida, é o medo, é a vontade de parar.
Contra tudo isso, é preciso ainda mais se amar.

Não bastam palavras. Precisa atitude.
Não bastam gestos. Precisa ação.
Não bastam amigos. É preciso um irmão.
Não bastam sorrisos. É preciso alegria.
Por fim, não bastam sonhos e nem desejos,
Você quer ser mais feliz?
Lute por isso, não desista pelo tamanho aparente dos problemas,
o espelho da vida reflete exatamente o que você deseja ver.
Encare de frente e vença o mundo.
Pra você, apenas o melhor, o tudo!


Paulo Roberto Gaefke

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

BATATAS...

"Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós;" Mateus 6.14

O professor pediu para que os alunos levassem batatas e uma sacola de plástico para a aula. Ele pediu para que separassem uma batata para cada pessoa de quem sentiam mágoas, escrevessem os seus nomes nas batatas e as colocassem dentro da sacola.

Algumas das sacolas ficaram muito pesadas.

A tarefa consistia em, durante uma semana, carregar junto consigo a sacola com batatas

Naturalmente as batatas foram estragando com o tempo.

O incômodo de carregar a sacola, a cada momento, mostrava- lhes o tamanho do peso espiritual diário que a mágoa ocasiona, bem como o fato de que, ao colocar a atenção na sacola, para não esquecê-la em nenhum lugar, os alunos deixavam de prestar atenção em outras coisas que eram importantes para eles.

Este é um exemplo do preço que se paga, todos os dias, para manter, a dor, a raiva e a negatividade.

Quando damos importância aos problemas não resolvidos ou às promessas não cumpridas, nossos pensamentos enchem-se de mágoa, aumentando o stress e roubando nossa alegria.

Perdoar e deixar estes sentimentos irem embora é a única forma de trazer de volta a paz e a calma.

Joguem fora suas "batatas!"

Muitas vezes nos incomodamos com tantas coisas pequenas e vamos enchendo, dia a dia, nosso coração com as "batatas" que a vida coloca em nosso caminho. Vamos jogá-las fora e encher nosso coração de amor ao próximo e solidariedade...


Reflexões de Um Sonho que Não Tem Fim - Dom Helder Camara

ALMAS SEM BOTOX...

Realmente eu não sei como você está,
nem sei exatamente quando esta mensagem será lida. Pode ser que seja o momento mais feliz da sua vida, e eu te peço; saboreie esse momento, não se perca em bobagens, curta cada segunda desse instante mágico.
Mas, pode ser que você esteja na maior indecisão,  naquele momento em que um dia, todos nós vivemos, onde nada parece fazer sentido, onde tudo parece levar ao fim, ao fim de um sonho,  ao fim de uma experiência, ao fim de uma comodidade,  de uma segurança. Parece que o chão se abriu aos seus pés e você se sente caindo... E eu te peço, acalme-se e busque forças nas POSSIBILIDADES.
Possibilidades, são dons que carregamos e nem sempre usamos, que quase sempre são despertos quando passamos por um aperto, parece que a dificuldade é uma grande usina geradora de forças, uma professora, ainda que meio rude, que ensina sem desanimar.
Possibilidades são chaves mágicas que abrem portas desconhecidas, no lugar mais desconhecido do próprio indivíduo: ele mesmo! É na dificuldade que começamos a nos conhecer de verdade, sem mentiras, sem falsas aparências, e é nessa hora também, que reconhecemos nossos verdadeiros amigos, os parentes que estão realmente ligados em nossa história, é nesse momento estranho, de dor, de ressentimento, que desabrocham amizades eternas, e valores indestrutíveis.
Para a alma não há Botox, nem maquiagem definitiva, ela é o que é, sem adjetivos secundários. É nela que residem as Possibilidades desconhecidas. E a alma fala todos os dias com cada de um nós, seja na inspiração de uma receita, uma letra de música, uma nova fórmula para se fazer melhor o que quer que seja, seja na intuição ao indicar um caminho, aquele que normalmente você nem seguiria.
E é ali, bem na curva da vida, na esquina do tempo, onde você já cansado de chorar para para respirar, que o milagre das Possibilidades acontece, e você sente que tudo começa a mudar.
Seja você sempre! Do jeitinho que é, com pequenas mudanças para melhor, sem querer ser o que não é para ser, nem transparecer o que não existe em você.Você é único, divino, ser especial, DNA de Deus, razão de muitas vidas, que agora se unem em oração, pela sua vida, pela sua vitória, para que as POSSIBILIDADES se apresentem agora, e revelem ao mundo, o quanto você vale!


Tudo começa mudar nesse instante.creia!


Paulo Roberto Gaefke