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sábado, 10 de abril de 2010

A PARÁBOLA DOS TALENTOS...


Havia hum rico Muito Homem, possuidor de vastas Propriedades, Que era Apaixonado Por jardins. Os jardins ocupavam o Seu pensamento todo o tempo e Ele repetia sem cessar: "O Mundo Inteiro Ainda Deverra se Transformar Num jardim. O Mundo Inteiro Deverra Ser belo, perfumado e pacífico. O Mundo Inteiro Ainda se transformará Num Lugar de Felicidade". Em suas terras ERAM Uma sucessão sem fim de jardins, jardins japoneses, ingleses, italianos, jardins de Ervas, Franceses. UM DOS era trabalhão jardins Cuidar. Valia Mas uma alegria Pela pena. O verde das folhas, o colorido das flores, como Variadas simetrias das plantas, Pássaros OS, como borboletas, perfume OS insetos, como fontes, como frutas, o ...
Sozinho Ele Não daria Conta. Por isso anunciou Que Precisava de jardineiros. Para muitos empregados foram e se apresentaram. Aconteceu Fazer Precisou Que Ele Uma Viagem longa. Iria uma terra longínqua Uma Comprar Mais terras n plantar jardins MAIS. Assim, dos Três Chamou jardineiros Que contratara, Paulo, Hermógenes e Boanerges e lhes Disse: "Vou Viajar. Longe tempo Ficarei muito. Quero E vocês cuidem de Três Jardins dos Meus Outros. Ss, ja providenciei Quem Cuide deles. A VOCÊ, Paulo , eu Entrego o Cuidado do Jardim Japonês. Cuide Bem das Cerejeiras, Que veja como carpas estejam alimentadas Bem Semper ... A VOCÊ, Hermógenes, Entrego o Cuidado do Jardim inglêsI, COM A SUA Toda exuberância de flores Pelas rochas ... E um VOCÊ, Boanerges, Entrego o Cuidado do jardim mineiro, com Romãs, hortelãs e jasmins. " Ditas essas palavras Ele partiu. O Paulo Ficou Muito feliz e pos-se um Cuidar do Jardim Japonês. O Hermógenes Ficou Muito feliz e pos-se um Cuidar do jardim inglêsI. Mas o Boanerges Jardineiro era não. Mentira Ao se oferecer Para o Emprego. Disse Ele QUANDO VIU o jardim mineiro ele: "Cuidar de jardins Não É comigo. E trabalho demais ..." Trancou então o jardim com hum cadeado abandonou igualdade de oportunidades. Passados Para muitos dias voltou o Senhor dos Jardins, ansioso ver por OS SEUS jardins. O Paulo, feliz, Jardim Japonês mostrou-LHE o, Que estava Muito Mais do Que bonito QUANDO o recebera. O Senhor dos Jardins Ficou Muito feliz e sorriu. Veio o Hermógenes e LHE Mostrou o inglêsI jardim, exuberante de flores e cores. Ó Senhor dos Jardins Ficou Muito feliz e sorriu. Aí Foi uma Vez Boanerges fazer. E Não havia Formas de enganar.
"Ah, Senhor! Preciso confessar: Não sou Jardineiro. Os jardins Dão-me medo. Tenho medo das plantas, dos espinhos, das taturanas, das aranhas. Minhas Mãos São delicadas. Não São PRÓPRIAS COM mexer Para a terra, Essa Coisa Suja. sem fim .. Mas o Que me assusta Mesmo É O fato das plantas estarem semper se Transformando: crescem, fluorescentes, perdem como folhas. Cuidar delas e Uma trabalheira. Se não estivesse Poder meu, como Todas Plantas e Flores Seriam de plástico. E Seria uma terra com cimento Coberta, pedras e cerâmica, parágrafo evitar uma sujeira. Como pedras me Dão tranquilidade. Elas não se mexem. Ficam colocadas Onde São Paulo. Como É Fácil lava-las com esguicho e vassoura! Assim, eu Não cuidei do jardim . Mas o tranquei com cadeado hum, para quê OS traficantes e vagabundos OS Não o invadissem. " ESTAS E com palavras entregou AO Senhor dos Jardins uma chave do cadeado. O Senhor dos Jardins Ficou Muito triste e Disse: "Esse jardim ESTÁ perdido. Deverra Ser todo refeito. Paulo, Hermógenes: vocês Vão Ficar encarregados de Cuidar Desse jardim. Tinha Quem Já Jardins Mais jardins com Ficara. E, Quanto a VOCÊ, Boanerges , Respeito o Seu desejo. Voce Não Gosta de jardins. Vai Ficar sem jardins. Voce Gosta de pedras. Pois, em diante de hoje, VOCÊ ira quebrar pedras NA Minha pedreira ... "

Desconheço um Autoria

A GENTE É VELHO...


A gente é velho quando, para descer uma escada, segura firme no corrimão. E os olhos olham para baixo para medir o tamanho dos degraus e a posição dos pés.
Quando eu era moço, não era assim. Não segurava no corrimão e não media degraus e pés. Descia os dois lances de escada do sobrado do meu avô com a mesma fúria com que um pianista toca o prelúdio 16, de Chopin. Ele, pianista, não pensa. Se pensasse, não conseguiria tocar, porque o pensamento não consegue seguir a velocidade das notas. Toca porque seus dedos sabem sem que a cabeça saiba. O pianista se abandona ao saber do corpo. Assim descia eu as escadas do sobradão do meu avô. Mas no dia em que o pé começou a tropeçar, a cabeça compreendeu que eles, os pés, já não sabiam como sabiam antes. Agora é preciso o corrimão. Depois virão as bengalas, corrimões portáteis que se leva por onde se vai.
A gente é velho quando, no restaurante, é preciso cuidado ao se levantar. Moço, as pernas sabem medir as distâncias que há debaixo da mesa. Mas, agora, é preciso olhar para medir a distância que há entre o pé da mesa e o bico do sapato. Há sempre o perigo de que o bico do sapato esbarre no pé da mesa e o pé da mesa lhe dê uma rasteira, você se estatelando no chão. Quando se é velho, até uma pequena queda pode se transformar em catástrofe. Há sempre o perigo de uma fratura.
A gente é velho quando é objeto de humilhações bondosas. Como aquela que aconteceu comigo 25 anos atrás. O metrô estava cheio. Jovem, segurei-me num balaustre. Notei então que uma jovem de uns 25 anos me olhava com um olhar amoroso. Olhei para ela. E houve um momento de suspensão romântica. Minha cabeça e meu coração se alegraram. Até o momento em que ela se levantou com um sorriso e me ofereceu o seu lugar. Foi um gesto de bondade. Com o seu gesto ela me dizia: "O senhor me trás memórias ternas do meu avô..."
A gente é velho quando entra no box do chuveiro com passos medrosos e cuidadosos. Há sempre o perigo de um escorregão. Por via das dúvidas, mandei instalar no box da minha casa uma daquelas barras metálicas horizontais que funcionam como corrimão.
A gente é velho quando começa a ter medo dos tapetes. Os tapetes são perigosos de duas maneiras. Há os pequenos tapetes de fundo liso, que escorregam. E há os grandes tapetes que ficam com as pontas levantadas e que fazem ondas. O pé dos velhos movimenta-se no arrasto e tropeça na ponta levantada do tapete ou na armadilha da onda
A gente é velho quando começa a ter medo dos fotógrafos. Fugir das fotos de perfil porque nelas as barbelas de nelore aparecem. Nelore é um boi branco. Os pastos estão cheios deles, vivos, e as mesas também, sob o disfarce de bifes. E eles têm uma papada balançante, as barbelas, que vai da ponta do queixo (boi tem queixo?) até o peito. Velhice é quando as barbelas de nelore começam a aparecer. Aí vem a humilhação conclusiva. Prontas as fotos, eles nos mostram e dizem: "Como você está bem!"
A gente é velho quando, tendo de subir ao palco para dar uma palestra, tem sempre uma jovem simpática que nos oferece a mão, temendo que a gente se desequilibre e caia. A gente aceita o oferecimento com um sorriso. Nunca se sabe...
A gente é velho quando perde a vergonha e se desnuda fazendo as confissões que acabei de fazer...

Rubem Alves

AS ESTRELAS BRILHAM, OS HOMENS SOFREM...


Retornamos estrelas eternas como fazem Céu e EAo efêmeros jardins da Terra ... Os n Que Olham como estrelas Possuir Dizem a verdade. Mas OS OS Que Olham jardins n sabem Que Tudo O Que É Provisório sabem.
Os Olhos da Igreja Católica jardins veem não; tão veem como estrelas. E e do Pará como Seu Olhar estrelas Imóveis Que ELA deseja um governador Terra. Já os jardineiros sabem Que HÁ Para muitos jardins Diferentes, softwares antigos deles Verdadeiro é, Mas Todos Belos São ...
Todos OS Possuir pretendem Que uma Verdade Estão os Condenados uma inquisidores serem. Para Explicar Esse Vou transcrever UM Ponto Pequeno trecho do filósofo Polonês Leszek Kolakowski TEM Que o Título "Em louvor à inconsistência".
"Falo de consistência em hum sentido apenas, Limitado à correspondência Entre o Comportamento EO pensamento. Assim, considero Como consistente Homem Que hum, hum possuindo Certo numero de conceitos gerais e absolutos, esforça-se honestamente em Tudo o Que faz, como em Todas Em suas opiniões Sobre o Que DEVE Ser Feito, n º manter-se nd Maior concordância com aqueles Possível Conceitos. Por qualquer Pessoa Que Deveria, inflexivelmente convencida da Verdade Exclusiva DOS SEUS Conceitos Relativos à Todas qualquer EA Pronta Questões como estar, uma Idéias opostas tolerar? Bem Que ELA PoDE Esperar de Uma Situação em CADA UM Que É livre parágrafo expressar opiniões que, segundo Seu Julgamento, São patentemente falsas e portanto prejudiciais à Sociedade? Por que ELA Direito Deveria abster-se de quaisquer USAR Meios par atingir o Alvo Que julga Correto? Em outras palavras: consistência total equivale Prática nd, AO fanatismo, enquanto uma inconsistência É uma Fonte da Tolerância ... "
O Papa Bento XVI acredita Que Deus revelou à Igreja Católica e Somente uma ELA A Verdade total das estrelas. Segue-se, lógica Necessidade POR, SO Que Todos Homens, indivíduos Igrejas UO, idéias Tem que Diferentes das SUAS, Estão os Privados da Verdade. O Que torna sem sentido OS Esforços ecumênicos de Aproximação Entre as Igrejas. O Ecumenismo É Baseado nd de crença Que Deus, supremo Jardineiro, planta Para muitos jardins Diferentes ... Mas Olha Quem parágrafo forma estrelas PoDE Não se deleitar nd Variedade dos jardins. A Igreja Católica, mãe e mestra de Todos, nada TEM um aprender.
Segue-se uma ética CONCLUSÃO: Homens competir EAo encarnar na Terra uma Verdade eterna das estrelas. Aquilo Que Ser Feito DEVE Não É Decidido Pela análise da Situação Qual o Comportamento Bem Maior Que traria o AO Maior Numero de Pessoas, Mas Pela imitação da perfeição divina.
A Igreja dez Experiência um horror. Experiência e conhecimento Que Cresce Como da terra como plantas. E ela Contesta A Verdade das estrelas. Roger Bacon, precursor da ciência moderna, POR Haver afirmado Que o Conhecimento Experiência Pela VEM, amargou Prisão nd 15 anos. E uma Luneta de Galileu Quase o Levou à fogueira ...
Assim, como Difíceis Questões Que Coloca uma Experiência moderna, a AIDS, a camisinha, o aborto, o Divórcio, a inseminação artificial, o Uso de células-tronco, um ortotanasia, Como se existissem não. Indiferentes AO Sofrimento dos Homens, como estrelas decretam: é abortar Cérebro UM Pecado sem feto, A despeito da inutilidade da gravidez e do Sofrimento dos pais ... Como estrelas brilham sem Céu. Para os homens sofrem na Terra.

Rubem Alves

sexta-feira, 9 de abril de 2010

SAÚDE MENTAL...


Fui convidado a fazer uma preleção sobre saúde mental. Os que me convidaram supuseram que eu, na qualidade de psicanalista, deveria ser um especialista no assunto. E eu também pensei. Tanto que aceitei. Mas foi só parar para pensar para me arrepender. Percebi que nada sabia. Eu me explico.

Comecei o meu pensamento fazendo uma lista das pessoas que, do meu ponto de vista, tiveram uma vida mental rica e excitante, pessoas cujos livros e obras são alimento para a minha alma. Nietzsche, Fernando Pessoa, Van Gogh, Wittgenstein, Cecília Meireles, Maiakovski. E logo me assustei. Nietzsche ficou louco. Fernando Pessoa era dado à bebida. Van Gogh matou-se. Wittgenstein alegrou-se ao saber que iria morrer em breve: não suportava mais viver com tanta angústia. Cecília Meireles sofria de uma suave depressão crônica. Maiakoviski suicidou-se.

Essas eram pessoas lúcidas e profundas que continuarão a ser pão para os vivos muito depois de nós termos sido completamente esquecidos. Mas será que tinham saúde mental? Saúde mental, essa condição em que as idéias comportam-se bem, sempre iguais, previsíveis, sem surpresas, obedientes ao comando do dever, todas as coisas nos seus lugares, como soldados em ordem unida, jamais permitindo que o corpo falte ao trabalho, ou que faça algo inesperado; nem é preciso dar uma volta ao mundo num barco a vela, bastar fazer o que fez a Shirley Valentine (se ainda não viu, veja o filme) ou ter um amor proibido ou, mais perigoso que tudo isso, a coragem de pensar o que nunca pensou.

Pensar é uma coisa muito perigosa... Não, saúde mental elas não tinham. Eram lúcidas demais para isso. Elas sabiam que o mundo é controlado pelos loucos e idosos de gravata. Sendo donos do poder, os loucos passam a ser os protótipos da saúde mental. Claro que nenhum dos nomes que citei sobreviveria aos testes psicológicos a que teria de se submeter se fosse pedir emprego numa empresa. Por outro lado, nunca ouvi falar de político que tivesse estresse ou depressão. Andam sempre fortes em passarelas pelas ruas da cidade, distribuindo sorrisos e certezas. Sinto que meus pensamentos podem parecer pensamentos de louco e por isso apresso-me aos devidos esclarecimentos.

Nós somos muito parecidos com computadores. O funcionamento dos computadores, como todo mundo sabe, requer a interação de duas partes. Uma delas chama-se hardware, literalmente "equipamento duro", e a outra denomina-se software, "equipamento macio". O hardware é constituído por todas as coisas sólidas com que o aparelho é feito. O software é constituído por entidades " espirituais"-símbolos que formam os programas e são gravados nos disquetes. Nós também temos um hardware e um software. O hardware são os nervos do cérebro, os neurônios, tudo aquilo que compõe o sistema nervoso. O software é constituído por uma série de programas que ficam gravados na memória. Do mesmo jeito como nos computadores, o que fica na memória são símbolos, entidades levíssimas, dir-se-ia mesmo "espirituais", sendo que o programa mais importante é a linguagem.

Um computador pode enlouquecer por defeitos no hardware ou por defeitos no software. Nós também. Quando o nosso hardware fica louco há que se chamar psiquiatras e neurologistas, que virão com suas poções químicas e bisturis consertar o que se estragou. Quando o problema está no software, entretanto, poções e bisturis não funcionam. Não se conserta um programa com chave de fenda. Porque o software é feito de símbolos, somente símbolos podem entrar dentro dele. Assim, para se lidar com o software há que se fazer uso dos símbolos. Por isso, quem trata das perturbações do software humano nunca se vale de recursos físicos para tal. Suas ferramentas são palavras, e eles podem ser poetas, humoristas, palhaços, escritores, gurus, amigos e até mesmo psicanalistas. Acontece, entretanto, que esse computador que é o corpo humano tem uma peculiaridade que o diferencia dos outros: o seu hardware, o corpo,é sensível às coisas que o seu software produz.

Pois não é isso que acontece conosco? Ouvimos uma música e choramos. Lemos os poemas eróticos de Drummond e o corpo fica excitado. Imagine um aparelho de som. Imagine que o toca-discos e os acessórios, o hardware, tenham a capacidade de ouvir a música que ele toca e se comover. Imagine mais, que a beleza é tão grande que o hardware não a comporta e se arrebenta de emoção! Pois foi isso que aconteceu com aquelas pessoas que citei no princípio: a música que saia de seu software era tão bonita que seu hardware não suportou. Dados esses pressupostos teóricos, estamos agora em condições de oferecer uma receita que garantirá, àqueles que a seguirem à risca, saúde mental até o fim dos seus dias. Opte por um software modesto.

Evite as coisas belas e comoventes. A beleza é perigosa para o hardware. Cuidado com a música. Brahms e Mahler são especialmente contra-indicados. Já o rock pode ser tomado à vontade. Quanto às leituras, evite aquelas que fazem pensar. Há uma vasta literatura especializada em impedir o pensamento. Se há livros do doutor Lair Ribeiro, por que se arriscar a ler Saramago? Os jornais têm o mesmo efeito. Devem ser lidos diariamente. Como eles publicam diariamente sempre a mesma coisa com nomes e caras diferentes, fica garantido que o nosso software pensará sempre coisas iguais. E, aos domingos, não se esqueça do Silvio Santos e do Gugu Liberato. Seguindo essa receita você terá uma vida tranqüila, embora banal. Mas como você cultivou a insensibilidade, você não perceberá o quão banal ela é. E, em vez de ter o fim que tiveram as pessoas que mencionei, você se aposentará para, então, realizar os seus sonhos. Infelizmente, entretanto, quando chegar tal momento, você já terá se esquecido de como eles eram.

Rubem Alves

NUNCA ESTAMOS REALMENTE SÓS...


Quem na vida nunca enfrentou dificuldades? Talvez alguém muito jovem, que ainda muito pouco viveu e que goze de uma boa estrutura familiar e escolar, possa dizer que nunca enfrentou uma situação difícil.
Com o passar do tempo, porém, à medida que a vida avança, são cada vez mais comuns as situações adversas.
Inúmeras são as dificuldades: a perda de um ente querido, a separação da família, a perda de um emprego que garante o sustento, os insucessos econômicos, as dificuldades no estudo.
Para cada um de nós situações diferentes representam diferentes graus de adversidade, mas todos lembramos facilmente delas.
Frequentemente despreparados para enfrentar tais situações, deixamo-nos levar por sentimentos de tristeza, de desespero e de impotência perante o fato.
Comumente, expomos nossa situação a familiares, amigos e, não raramente, pessoas não muito próximas, que se disponham a nos escutar.
Falando constantemente sobre o fato que nos preocupa permanecemos imersos nos sentimentos negativos, mantemos nossa mente agitada, entristecida e, até mesmo, revoltada.
Não faltam, nessas situações, opiniões diversas, de pessoas bem intencionadas, porém que nos deixam confusos, frequentemente sem encontrar uma solução.
Poucas são as pessoas que se recolhem e buscam em si mesmas a real causa de tal insucesso, tentando, a partir dessa reflexão, modificar seu comportamento, ou encontrar uma solução eficaz.
Muitos dizem se sentir sozinhos frente às dificuldades e, por este motivo, esperam opiniões e conselhos de todos aqueles que se dispuserem a dá-los.
Falsa ideia a da solidão. Aqueles que dela se queixam se esquecem de que temos, ao nosso lado, sempre pronto a nos ajudar, alguém que só quer o nosso bem.
Muitos de nós costumávamos pedir proteção a esse alguém, quando crianças, dirigindo-lhe uma prece, antes de dormir. Ao crescermos, esquecemos de tal atitude.
Nosso Espírito protetor ou anjo da guarda está sempre presente, desde nosso nascimento até quando, ao final da vida física, voltamos à pátria espiritual, podendo ainda nos acompanhar em futuras existências.
Silenciosamente, espera uma oportunidade de ser ouvido. Ele nos fala à mente e o podemos ouvir na forma de intuição ou de boas ideias.
Para que essas intuições ou ideias cheguem ao nosso consciente é necessário que tenhamos a mente pronta para as receber. Obviamente, em meio à agitação e aos sentimentos negativos não teremos paz de espírito para tal.
Tornamo-nos receptivos por meio do recolhimento, do silêncio, da oração, da meditação, ou dos sonhos durante um sono calmo.
São muitos os relatos dos que, depois de orar com real recolhimento e, portanto, sintonizando com o mundo espiritual que nos guia, encontraram uma solução, ou, pelo menos, consolo e paz diante de uma dificuldade.

Lembremo-nos sempre desse auxílio que Deus deixa à nossa disposição, e que não nos falta nunca.
Tenhamos a certeza de que, se um dia nos sentimos sem recurso, isto não é verdade, pois nunca estamos realmente sós!


Redação do Momento Espírita.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

JUVENTUDE ETERNA...


Essa história que eu vou contar agora aconteceu com uma mulher inteligente que estava fazendo uma palestra. Diz ela: "Mês passado participei de um evento sobre o Dia da Mulher. Era um bate-papo com uma platéia composta de umas 250 mulheres de todas as raças, credos e idades. E por falar em idade, lá pelas tantas, fui questionada sobre a minha e, como não me envergonho dela, respondi. Foi um momento inesquecível... A platéia inteira fez um "oooohh" de descrédito.

Aí fiquei pensando: "pô, estou neste auditório há quase uma hora exibindo minha inteligência, e a única coisa que provocou uma reação calorosa da mulherada foi o fato de eu não aparentar a idade que tenho? Onde é que nós estamos?" Onde não sei, mas estamos correndo atrás de algo caquético chamado "juventude eterna".

Estão todos em busca da reversão do tempo. Acho ótimo, porque decrepitude também não é meu sonho de consumo, mas cirurgias estéticas não dão conta desse assunto sozinhas. Há um outro truque que faz com que continuemos a ser chamadas de senhoritas mesmo em idade avançada. A fonte da juventude chama-se mudança. De fato, quem é escravo da repetição está condenado a virar cadáver antes da hora.

A única maneira de ser idoso sem envelhecer é não se opor a novos comportamentos, é ter disposição para guinadas. Eu pretendo morrer jovem aos 120 anos. Mudança, o que vem a ser tal coisa? Minha mãe recentemente mudou do apartamento enorme em que morou a vida toda para um bem menorzinho. Teve que vender e doar mais da metade dos móveis e tranqueiras, que havia guardado e, mesmo tendo feito isso com certa dor, ao conquistar uma vida mais compacta e simplificada, rejuvenesceu. Uma amiga casada há 38 anos cansou das galinhagens do marido e o mandou passear, sem temer ficar sozinha aos 65 anos. Rejuvenesceu. Uma outra cansou da pauleira urbana e trocou um baita emprego por um não tão bom, só que em Florianópolis, onde ela vai à praia sempre que tem sol. Rejuvenesceu.

Toda mudança cobra um alto preço emocional. Antes de se tomar uma decisão difícil, e durante a tomada, chora-se muito, os questionamentos são inúmeros, a vida se desestabiliza. Mas então chega o depois, a coisa feita, e aí a recompensa fica escancarada na face. Mudanças fazem milagres por nossos olhos, e é no olhar que se percebe a tal juventude eterna. Um olhar opaco pode ser puxado e repuxado por um cirurgião a ponto de as rugas sumirem, só que continuará opaco porque não existe plástica que resgate seu brilho. Quem dá brilho ao olhar é a vida que a gente optou por levar.

OLHE-SE NO ESPELHO...

Martha Medeiros

TUDO MUDA AGORA...


Eu sei que os sonhos habitam lugares distantes.
Sei que eles são feitos de pensamentos que se repetem, que nós, sem palavras mais profundas, chamamos simplesmente de "desejo".

Eu desejo, que os seus sonhos mais antigos, virem prioridades no Universo.
Que eles se realizem com urgência.
Que você acenda a luz da fé, que é a nossa "luz de emergência", e grite para dentro da alma:
-eu mereço realizar meus sonhos, conquistar os meus desejos.
ACREDITE!
Tudo começa ser transformado agora, neste exato instante onde se encontram:
o desejo, os sonhos e a fé.
E é dessa mistura poderosa, que nasce a realização, fruto amadurecido da razão, que é feita da mais pura emoção.
Acredite, tudo muda agora.
porque já é tempo, já é hora!
Quem já sabe o que quer, não precisa esperar mais nada, pois já é tempo de realizar!

Paulo Roberto Gaefke

sexta-feira, 2 de abril de 2010

O QUE É DE CRISTO?


"Porque todos buscam o que é seu e não o que é de Cristo Jesus."
Filipenses 2:21

Muitos conquistam tanta coisa, alcançam seus objetivos, se formam em cursos que revelam "segredos", frequentam "igrejas" que mais e mais apregoam a "riqueza", a "prosperidade" e a elevação das qualidades pessoais, a valorização do "eu", em detrimento ao consciente coletivo, ao desâpego.
Por isso, muitos morrem pelos carros que lustram tanto, pelo apartamento que enchem de "quinquilharias" que são excessivamente valorizadas.
Se alegram pelos sapatos de grife, mesmo com a possibilidade real de ter partes do pé amputadas por doenças do "descuido pessoal".
Sorriem pelas belas vestes, mesmo com o corpo deformado por cirurgias.
Colocam ouro e prata nos dedos, nos dentes e onde mais puderem, e a felicidade que tanto buscam, fica cada dia mais distante, mais apagada. Vem a depressão, o medo, as fobias, o vazio.
É tempo de buscar o que é de "Cristo Jesus", sem aquelas ameaças vazias das "religiões vazias", apenas com a "Direção espiritual" que o Mestre deixou marcado através das suas atitudes, do seu ensinamento máximo:
- amai ao próximo como a ti mesmo, e a Deus sobre todas as coisas.
O amar ao próximo deve ser um exercício diário, constante. Não adianta falar de Jesus e de justiça e ser o primeiro a ir diante do tribunal querendo linchar quem "supostamente" cometeu uma barbaridade.
Quem somos nós para julgarmos quem quer que seja?
- Aquele que não tem nenhum pecado que atire a primeira pedra.
Que lições aprendemos com o Cristo Jesus?
Será que é só o "é dando que se recebe", já pensando em vantagens pessoais?
Ou o "pedi e recebereís", para que possamos ficar nas lamentações fazendo mil pedidos sem "pé nem cabeça".
Cada um puxa a "sardinha para a sua brasa", buscam o que é "seu", deixando o que é de Cristo Jesus de lado.
Bendita dor e provação que nos faz recordar a missão, que nos leva de volta para o caminho. Bendita a ferida que de vez em quando sangra, para que não haja esquecimento das nossas fraquezas e dificuldades.
Bendito é o amor e a paciência do Cristo que se apieda de nós e derrama amor para nos sentirmos prontos para recomeçar.
E quando tudo parecer tão difícil, tão escuro, tão injusto, que venha à memória sua máxima:
- No mundo tereis tribulações; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.
Jesus

Que você possa buscar o que é de Cristo Jesus, e se encher de coisas que complementam o seu ser, para ser cheio de bem aventurança, e na simplicidade ou na riqueza, ser simplesmente feliz.
Deus te ama profundamente.

Paulo Roberto Gaefke

LEIS E PRINCÍPIOS DEMONSTRADOS EMPIRICAMENTE


"O seguro cobre tudo, menos o que aconteceu."
"Quando você estiver com apenas uma mão livre para abrir a porta, a chave estará no bolso oposto." "Quando tuas mãos estiverem sujas de graxa, vai começar a te coçar, no mínimo, o nariz."
"Não importa por que lado seja aberta a caixa de um medicamento. A bula sempre vai atrapalhar."
"Quando você acha que as coisas parecem que melhoraram é porque algo te passou despercebido."
"Sempre que as coisas parecem fáceis, é porque não atendemos todas as instruções."
"Se você mantém a calma, quando todos perderam a cabeça, é porque você não percebeu a gravidade do problema."
"Os problemas não se criam, nem se resolvem, só se transformam."
"Você vai chegar ao telefone exatamente a tempo de ouvir quando desligam."
"Sempre que você vai se conectar a Internet, recebe a chamada que estava esperando."
"Se só existirem dois programas que valham a pena assistir, os dois passarão na mesma hora."
"A probabilidade que você se suje comendo é diretamente proporcional à necessidade que você tenha de estar limpo."
"A velocidade do vento é diretamente proporcional ao preço do penteado."
"Quando, depois de anos sem usar, você decide arquivar alguma coisa, vai precisar dela na semana seguinte."
"Sempre que você chegar pontualmente a um encontro não haverá ninguém lá para comprovar e se você se atrasar, todo mundo vai ter chegado antes de você."
"O mundo é feito pelo esforço dos inteligentes, mas são os imbecis que o desfrutam."

IMPULSO...


“Se impulso fosse garantia de sucesso, o mundo seria dos cangurus.''

Sem impulso, nenhuma ave levanta vôo. Sem impulso, nenhum avião decola. Sem impulso, nenhuma bola atravessa o gol. Sem impulso, quase nada que vale a pena acontece.
Por outro lado, nada é mais mortal para a felicidade, o sucesso, o crescimento e a prosperidade financeira de longo prazos, do que decisões tomadas por impulso. Vamos entender melhor essa aparente ambigüidade, para que você passe a usar os impulsos, ao invés de ser usado por eles.
Veja o que quero dizer.

Quando um jogador vai bater um pênalti, na Copa do Mundo, o que ele faz? Fica ao lado da bola e dá um chute "alegre e impulsivo" na hora em que o juiz apita, como se estivesse jogando uma pelada de várzea? De jeito nenhum!

O jogador e-s-p-e-r-a.... respira fundo... anda para trás um pouco, d-e-v-a-g-a-r ... o-l-h-a para a barreira... o-l-h-a para o gol... deixa a torcida rezando... calibra a força muscular... busca sua fé interior, respira fundo novamente... anda mais um pouquinho para trás para ganhar momentum, olha para bola e calcula o ângulo de tiro, foca toda a sua mente no que vai fazer e, só depois, dispara toda sua energia em um impulso poderoso para tentar arrancar gritos de gol da sua platéia mundial!

Existe uma razão para o jogador fazer tudo isso, no pênalti. Se ele seguir esse ritual, tem 1 chance em 4 de fazer o gol (números médios, claro). Se ele não fizer isso, tem 1 chance em 105 (sim, eu disse cento e cinco!)... e estaria fora da seleção... Tente bater um pênalti sem dar um passo sequer para trás, e veja o que acontece.

A mesmíssima coisa acontece em sua vida. Cada decisão importante é um pênalti que você chutará para o gol. O que você prefere: 25% de chance de dar certo ou somente 0,95%? Não lute contra os números. Use-os a seu favor.

Ninguém deve chutar um pênalti, ou tomar uma decisão importante, antes de parar - voltar-um-pouquinho - olhar - focar - pensar -preparar e, então, chutar, ou decidir. O impulso é a última ação, jamais a primeira. Impulso serve para impulsionar, não para decidir. Já é difícil fazer o gol seguindo todas as regras (só uma chance em 4). Suas chances despencam, agindo impulsivamente.
Os desastres da decisão impulsiva

Sir Winston Churchill, costumava dizer que "as moças e os primeiro-ministros não deveriam tomar decisões impulsivamente". Eu acrescentaria: nenhum de nós.

Se você analisar as pessoas que estão ao seu lado, verá que a maior parte dos problemas e erros que elas vivem, ou viveram, foram causados por decisões tomadas por impulso. Isso costuma ser desastroso para pessoas e empresas.

Profissões são escolhidas com base no impulso, e estudantes descobrem que detestam suas carreiras, ou cursos, na pior hora possível; direções de vida são tomadas com base no impulso e, depois de alguns anos, você olha pelo retrovisor e se entristece com o tempo perdido; relacionamentos são decididos com base no impulso, e você acaba sem saber se fez, ou não, o que devia fazer; investimentos 'imperdíveis' são contratados com base no impulso, e você perde a poupança de anos por ter feito o que parecia ser o 'negócio da China'.

Quando os impulsos nos controlam, engordamos por comer tudo o que temos impulso em comer, ficamos sem dinheiro por comprar tudo o que temos o impulso em comprar e nos complicamos por fazer escolhas das quais nos arrependemos por muito tempo.

O problema é que muitas pessoas usam o impulso para decidir, quando deveriam usar o impulso para impulsionar.

NÃO DECIDA SOB PRESSÃO

Existe, sim, um truque elementar para usar o impulso, sem ser usado por ele. Simplesmente, inverta sua seqüência de ações, aplicando o impulso depois, bem depois, da sua decisão, jamais antes.

As decisões importantes são como receita de pão: deixe a massa crescer, antes de colocar no forno. Reserve. Na maior parte das vezes, a pressa em tomar uma decisão é exatamente o que destrói suas chances em decidir com lastro, mesmo quando a decisão está correta. Tente colocar um pão, cuja receita está perfeita, para assar antes de deixar a massa crescer e veja o desastre...

O impulso é essencial para o sucesso, mas somente quando é usado na reta final, muito depois de a decisão ter sido tomada. Como diz Josh Menen, "se impulso fosse garantia de sucesso, o mundo seria dos cangurus".

Aldo Novak

quinta-feira, 1 de abril de 2010

EU SOU NÓS...


Meu Pai!
Agora eu Não Quero pedir nada, Apenas Existir, sem Aqui e Agora não!
Cansei de pedir, cansei de reclamar, cansei perturbadas de Emoções. Por isso, agora, sintonizo-me com o Seu Coração, Na Tentativa de me purificar de Antigos hábitos densos.
Ilumino-me QUANDO tolero, perdoo, aceito e amo. Mesmo assim, Não tenho conseguido Agir sempre assim. Por isso, Entrego-me, agora, pulsar do Coração AO SEU.

Quero Ser ágora uno Contigo! Cansei de me Separar da Sua Luz! Cansei de dor Pela aprender.
Não aguento Mais uma Vaidade minha, Intolerância e cegueira. Quero enxergar Através dos Seus Olhos, amar Quero Através do Seu Coração e pulmões respirar Pelos SEUS.
Essa Separação me cansa, ESSA ilusão me trai, ESSA ganância me adoece ... Chega! Não Quero Mais Nada Além de viver Baseado nd Sua Vontade. Sua Luz em MIM ESTÁ e neste Momento permito-me senti-la em todo esplendor Seu. Seu Amor em Mim está!

Permito-me ágora Expressa-lo e usa-lo Como Antídoto n Sofrimento Meu todo ...
Pai ... Me Ensina A Melhor servi ...
Pai ... Toma como rédeas da Minha Vida e me Ensina a-ser conduzido, a tutela Sua aceitar ...

Pai ... Rompe Minha arrogância, controle e aniquila Meu Coração Meu Abre ...
Não Quero Mais Viver separado, Não Quero Mais Que Minha Vontade Seja Diferente da Sua ...

Quero, hoje, agora e semper, viver uma clarificada Consciência, Pela Ação do Seu Amor.
Agora Eu Sou NÓS ...
Eu Sou NÓS ...
Eu Sou NÓS ...
PORQUE NÓS Somos uma Luz Que o Mundo Precisa. PORQUE NÓS Somos uma Consciência Que O Mundo carece. Porquê semper Que sofro É PORQUE Eu sou o E não sou o NÓS ...

NÓS Somos abundantes e Ilimitados. O Eu Limitado e e sofredor!
NÓS Somos o Universo amorosa em expansão!
O Eu Sozinho É decadente e cego.
Eu sou tão completo e Sou iluminado QUANDO NÓS.
Somos Só um.
Eu sou NÓS! Eu sou NÓS! Eu sou NÓS!

http://somostodosum.ig.com.br/quemsomos.asp

O QUE É... HIPOCRISIA?


É UM representar Papel Levando em Conta Como Pessoais Prioridades
Fábula à Grega em Dois Atos.
Personagens: o Gafanhoto Estressado EA Intencionada Bem Aranha.
Cena UM: o Gafanhoto Tenta convencer de hum hum Aranha Que Colega de Trabalho dos Dois, o Camaleão, e Um Hipócrita de carteirinha.
- Esse Camaleão hum É fingido, Aranha. Sempre Mudando de cor conforme a Ocasião.
- Mas ESSA Não Tão séria A DELE Natureza, Gafanhoto? Ele Não Foi Criado Desse jeito?
- Nada! Antigamente, o Elemento Que Fazia Mesmo NÓS, dava duro Parágrafo LeVar a Vida. Depois, Virou Esse artista em tempo integral, semper escondido Atrás de Disfarces e artimanhas.
- Mas por quê isso faria Ele?
- Para Tirar PROVEITO da Situação. Ali Ele FICA, Na Moita, com Aquela cara inofensiva, mas, na primeira Oportunidade, descuidados OS abocanha.
- Puxa, é verdade. E eu, Que Passo horas Tecendo Uma teia Minha, softwares antigos capricho Maior ...
- E eu, Que fico pulando de hum par Outro lado sem parar? É isso Por que vivo estressado. Se me distraio, o Camaleão solta Uma Língua e me pega.
- É Mesmo. SE VOCÊ Não me Abre Os Olhos Oito, eu Nunca Terios Pensado nisso.
- Porque VOCÊ É singela e Bem-intencionada. Como chama Sabe o Que o Camaleão ESTÁ
Fazendo? Competição desleal nenhuma Ambiente de trabalho!
- Faz sentido. É Voce hum Sábio, Gafanhoto.
- Obrigado, Aranha. Mas o Ponto e Que Podemos Não, Nunca, nao confiar Camaleão.
- Um Será Que Não haveria jeito de neutralização-lo? Bom, parágrafo Nosso Benefício Mútuo, eu acho Que Plano infalível Tenho UM.
- Tem?
- Tenho. Escute ...

Intervalo: SE OS Antigos gregos tivessem inventado Não Como Fábulas, Uma democracia EA filosofia (e, ademais, Sacado Que Uma soma do quadrado dos catetos era quadrado da hipotenusa Igual AO), ainda assim eles teriam entrado Para a história Por sua habilidade n. Palavras criar. Como hipotenusa. "Ou" hipocrisia ", termo Que significa" Abaixo da DECISÃO. "Hipócrita, no teatro Grego, Era uma MANEIRA Como o povo se referia AO ator Que sem representava Nunca Tomar Decisões Sobre o texto. E Seu talento estava em convencer Uma platéia de Que Ele Não era Ele Mesmo, Mas sim Personagem Aquele ali Não palco. milênios se passaram E não surgiu Palavra Melhor Definição da OS n. Hipócritas Modernos, continuum Que Tão dissimulados Quanto SEUS ancestrais. A Diferença Que evoluíram e OS Hipócritas. Agora, eles próprios Diálogos CRIAM SEUS. Por isso, Não HÁ palco corporativo, a sensibilidade Sobrevivência Depende da profissional n. identificar OS Personagens Que Estão os OS contracenando conosco. Estressado O, aprecia Muito ninguem Que, Pelo Menos É sincero AO SEUS manifestar Sentimentos. O Que Nem sempre É o caso do Colega Aparentemente Bem intencionado, em depositamos Quem Confiança Toda e Coração Para quem Nosso abrimos.

Cena Dois: o Gafanhoto se aproxima Parágrafo escutar o Plano da Aranha. E se enrosca NA teia. Imediatamente, o pica ELA e Começa Uma embrulhá-lo Para o Almoço.
- O Que VOCÊ ESTÁ Fazendo, Aranha? NÓS Não Somos Colegas e Parceiros?
- Não leve hum mal, Meu caro Gafanhoto, Mas ESSA É A lei da selva aqui: boa Intenção É Uma Coisa e Outra Prioridade Pessoal e ...

Max Gehringer

quarta-feira, 31 de março de 2010

TRÊS PARTES...


Vamos juntar 3 partes importantes da sua vida:
O passado, que te trouxe até aqui o presente, que te mantem aqui, e o futuro, que as vezes te arrasta daqui.

O passado, que pode ser a fonte de alguma dor agora, é a base fundamental do seu presente, mas não é essencial.
Essencial é o dia de hoje, que agora chamamos de presente, e que na virada do dia, será passado.
Por isso, não se perca em filosofias complicadas, em estudos complexos dos nervos e dos sentimentos, viva o simples.
Raciocine: dá para refazer os passos de ontem?
Então, se descobrir que não dá, e realmente não dá, comece a caminhar na nova estrada que se abre, com uma vantagem: você pode evitar os caminhos que um dia entrou e viu que não levava a nada.
Agora você já tem uma certa experiência, então, viva a possibilidade de errar menos.
Sim, vamos errar ainda, vamos dar "cabeçadas", mas, vamos acertar muito também, e quem sabe, num desses acertos, vem o amor da sua vida, a conquista do emprego tão sonhado, um novo prazer, um hobby, uma descoberta em você.

O passado é uma viagem já realizada.
O presente uma escolha de bilhetes; e o futuro, o embarque ao destino escolhido.
Escolha bem o seu roteiro e seja feliz!

Paulo Roberto Gaefke

terça-feira, 30 de março de 2010

AO MEU FILHO...


Hoje eu abri um livro. Não sei exatamente porque, dentre tantos de minha biblioteca, escolhi aquele.
Quando o abri, na primeira página, havia um desenho e o seu nome.
Recordei-me do dia em que comprei a obra. Era um lançamento, e muito caro.
A capa encadernada, folhas de papel de primeiríssima qualidade, um autor famoso. Coloquei-o sobre a mesa da biblioteca, para ler um pouco mais tarde.
Lembro-me que, quando descobri que você escrevera ali o seu nome, o chamei. Eu estava muito zangado. O livro era meu e você escrevera seu nome nele e fizera um desenho.
Chamei-o para lhe dar uma grande bronca. Você veio sorrindo e, antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, vendo que eu segurava o livro em minhas mãos, me disse: "e daí, papai, gostou do coração que eu desenhei no seu livro? É o meu coração, papai... Para você.
E também coloquei meu autógrafo. Como os artistas fazem. Gostou, papai?"
Você pulou no meu pescoço, beijando-me.
Pois é, naquele dia não houve bronca. Como poderia? Eu estava preocupado com um livro que comprara e era precioso.
Mas o meu bem mais precioso, você, tinha colocado nele a sua marca. Não por maldade, ou por desejar estragá-la, mas para me dar um presente.
Hoje, tantos anos passados, quando você já constituiu sua família e está distante, ao abrir o livro, tudo aquilo brotou dos arquivos da memória.
Passei os dedos sobre aquelas garatujas que pretendiam ser um desenho do seu coração e seu nome. Você mal havia aprendido a escrever seu nome, em letras grandes.
Você está longe, há tempos não nos falamos. A vida é tão estranha.
Quantas vezes lhe disse para ficar quieto porque eu desejava ter um pouco de silêncio?
Sabe, meu filho, daria tudo que tenho para ouvir sua voz, hoje, em minha velhice, aqui, na sala em que me encontro.
Ter o seu abraço, outra vez. Não sei quando tornaremos a nos ver. Seu trabalho o mantém muito distante de mim.
Mas, saiba filho, foi muito bom encontrar seu nome e seu coração grafados em meu livro.
Fez-me muito bem à alma relembrar tudo isso. E fico feliz em não lhe ter dado a bronca, naquele dia.
Você me deu um grande presente. Deu o que você tinha de melhor: o seu afeto grafado.
Sinceramente desejo que seus filhos façam o mesmo com você. Porque chegará sempre o dia em que, distantes, você ansiará por vê-los, por tê-los a seu lado.
Sinceramente espero que encontre escritos, bilhetes, desenhos em cada folha de seus livros, na capa de um CD.
Obrigado, meu filho!

A disciplina e a ordem, o respeito aos bens alheios, com certeza são valores que os pais prezam passar aos seus filhos.
Ninguém pense que se deva deixar os filhos fazerem o que querem, com os seus e os pertences de outrem.
No entanto, há que se ter sensibilidade para estabelecer a linha divisória entre mal-criação e um ato de amor.
Entre maldade e expressão do mais puro afeto de um filho por seu pai.
Aprenda a valorizar as pequenas grandes coisas que se expressam em um gesto espontâneo, em um abraço inesperado, um beijo que parece fora de contexto.
Jamais rejeite tais manifestações. Ao contrário, retribua, enquanto pode, enquanto seus filhos estão sob sua guarda, enquanto estão sob seu teto.
Dia chegará em que a vida os levará para longe, como flechas disparadas por hábil arqueiro, para as conquistas que lhes cabem.
E, então, você terá todas essas delicadas lembranças para alimentar os dias da sua saudade...
Pense nisso!

Equipe de Redação do Momento Espírita.

DIA DE SER MAIS FELIZ...


Um dia maravilhoso!
Faça chuva ou faça sol, é o seu dia, por decreto natural de Deus, é o dia de viver a plenitude,
de mudar um gesto, uma atitude.

Decidir-se pela felicidade, e de tão feliz, repartir:
- a certeza que contagia,
- a paz que confraterniza,
- a esperança que é força que energiza,
- e o amor, que deve ser muito, o que não se economiza.

Vai! deixa de lado essa angústia, experimenta o sorriso largo que anuncia, que o novo tempo se faz presente, que você está feliz, e de tão contente, não se reprime, não se compara, é inteligente.
Faz do limão uma limonada, do tombo, uma vídeocassetada, e com gosto deixar vir a gargalhada.

Faça da experiência amarga, uma oportunidade, e diga para o mundo: eu me levantei, eu estou aqui, recomecei.

É hoje sim!
O dia de dar a volta por todos os lados, deixar o pranto encostado, ser simples e estar preparado,
para viver o que a vida lhe reservou.
E com essa disposição, completamente renovado, abrir a caixa de sonhos para realizar, ser livre para seguir, sorrir e amar.

Hoje é o seu dia, não o desperdice, com o que dizem ou com crendices.
Tenha bom ânimo e acredite:
- sem Deus, até o pouco lhe rouba a paz,
- com Deus, você sempre pode, um pouco mais!

Paulo Roberto Gaefke

sábado, 27 de março de 2010

A BORBOLETA E O CAVALINHO...


Esta é a história de duas criaturas de Deus que viviam numa floresta distante há muitos anos atrás. Eram elas, um cavalinho e uma borboleta.
Na verdade, não tinham praticamente nada em comum, mas em certo momento de suas vidas se aproximaram e criaram um elo. A borboleta era livre, voava por todos os cantos da floresta enfeitando uma paisagem. Já o cavalinho, tinha grandes limitações, não era bicho solto que pudesse viver entregue à natureza.
Nele, certa vez, foi colocado um cabresto por alguém que visitou a floresta ea partir daí sua liberdade foi cerceada. A borboleta, no entanto, embora tivesse a amizade de muitos outros animais ea liberdade de voar por toda a floresta, gostava de fazer companhia ao cavalinho, agradava-lhe ficar ao seu lado e não era por pena, era por companheirismo, Afeição, dedicação e carinho. Assim, todos os dias, ia visitá-lo e lá chegando Levava sempre um coice, depois então um sorriso. Entre um e outro ela optava por esquecer o coice e guardar dentro do seu coração o sorriso.
Sempre o cavalinho insistia com a borboleta que lhe ajudasse a carregar o seu cabresto por causa do seu enorme peso. Ela, muito carinhosamente, TENTAVA de todas as formas ajuda-lo, mas isso nem sempre era Possível por ser ela uma criaturinha tão frágil.
Os anos se passaram e numa manhã de verão a borboleta não apareceu para visitar o seu companheiro. Ele nem percebeu, preocupado que ainda estava em se Livrar do cabresto. E vieram outras manhãs e mais outras e Milhares de outras, até que chegou o inverno eo cavalinho sentiu-se só e finalmente percebeu uma borboleta da ausência. Resolveu então sair do seu canto e procurar por ela. Caminhou por toda a floresta a observar cada cantinho onde ela poderia ter se escondido e não a encontrou. Cansado se deitou embaixo de uma árvore. Logo em seguida um elefante se aproximou e lhe perguntou quem era ele eo que fazia por ali.
- Eu sou o cavalinho do cabresto e estou a procura de uma borboleta que sumiu.
- Ah, é você então o famoso cavalinho?
- Eu Famoso?
- É que eu tive uma grande amiga que me disse que também era sua amiga e falava muito bem de você. Mas afinal, qual borboleta que você está procurando?
- É uma borboleta colorida alegre, que sobrevoa a floresta todos os dias visitando todos os animais amigos.
- Nossa, mas era justamente dela que eu estava falando. Não ficou sabendo? Ela morreu e já faz muito tempo.
- Morreu? Como foi isso?
- Dizem que ela conhecia, aqui na floresta, um cavalinho, assim como você e todos os dias quando ela ia visitá-lo, ele dava-lhe um coice. Ela sempre voltava com marcas horríveis e todos perguntavam a quem ela havia feito aquilo, mas ela jamais contou a ninguém. Insistíamos muito para saber quem era o autor daquela malvadeza e ela respondia que só ia falar das visitas boas que tinha feito naquela manhã e era aí que ela falava com uma maior alegria de você.
Nesse momento o cavalinho já estava derramando muitas lágrimas de tristeza e de arrependimento.
- Não chore meu amigo, sei o quanto você DEVE estar sofrendo. Ela sempre me disse que você era um grande amigo, mas entenda, foram tantos os coices que ela recebeu desse outro cavalinho, que ela acabou perdendo as asinhas, depois ficou muito doente, triste e sucumbiu e morreu.
- E ela não mandou me chamar nos seus últimos dias?
- Não, todos os animais da floresta quiseram lhe avisar, mas ela disse o seguinte:
"Não perturbem meu amigo com coisas pequenas, ele tem um grande problema que eu nunca pude ajudá-lo um resolvedor. Carrega no seu dorso um cabresto, então será cansativo demais pra ele vir até aqui."

Desconheço a autoria

Moral da História:
Você pode até aceitar os coices que lhe derem quando vierem acompanhados de beijos, mas em algum momento da sua vida, as feridas que eles vão lhe causar não serão mais possíveis de serem cicatrizadas.
Quanto ao cabresto que você tiver que carregar durante a sua existência, não culpe ninguém por isso, afinal muitas vezes, foi você mesmo que o colocou o seu dorso, ou permitiu que fosse colocado.

sexta-feira, 26 de março de 2010

O VALIOSO TEMPO DOS MADUROS...


Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas.
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.
Detesto fazer acareação de desafectos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário-geral do coral.
'As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos'.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...
Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim, basta o essencial!

Mário de Andrade

quinta-feira, 25 de março de 2010

QUANDO OS SONHOS FALAM...


Quando a noite esfriar seu coração, ea solidão morada fazer querer, não se deixe levar pelo silêncio da madrugada, pingos, dorme com sonhos coloridos, sonhe com os amigos e lugares lindos, pois o sonho é uma chama que liberta, é o desejo da alma que desperta.

Quando uma pessoa desiludir seu coração, o rancor eo fixar se, cheio de ilusão.
Não se deixe levar pela dor, que é fruto do orgulho, é prisão, pois o tempo passa, é feito um grilhão.
Antes, perdoa e segue seu caminho, pois o amor é pássaro que faz ninho, somente onde habita a ternura eo carinho.
E em você pede abrigo.

Quando Você Decidir se, resolver seguir, o único caminho do amor, entregue-se!
O amor é pura benevolência, paz e que se instala, é outra visão, são os olhos que enxergam, mas quem guia, é o coração.

Siga viagem nessa estrada florida, o amor tudo embeleza, tudo corrige, liberta tudo e pouco exige.
O Respeita amor, e pede só, que você o aceite, e dele se torne cúmplice, assim, de mãos dadas, eu e você, o amor ea eternidade, juntos no mesmo caminho, rumo a felicidade.

Paulo Roberto Gaefke

quarta-feira, 24 de março de 2010

IMPRESSÕES NEGATIVAS...


Hoje em dia, grande parte dos pais se preocupa em conduzir seus filhos a um templo religioso, em virtude da situação conflitante por que passa a nossa sociedade.
Todavia, esses mesmos pais têm encontrado grande resistência por parte dos filhos, principalmente dos jovens e adolescentes.
Isso nos recorda uma experiência vivida por um casal de amigos.
Eles tinham um filho de 14 anos que não se interessava em freqüentar as reuniões religiosas junto com os pais, apesar de todos os esforços desses por persuadi-lo.
Todas as vezes que os pais lhe falavam sobre a necessidade de se buscar a ajuda de Deus para enfrentar, com fé e confiança, as agruras da vida, o filho se mantinha calado, dedilhando sua guitarra, da qual poucas vezes se separava.
Um dia, já cansados de tentar convencê-lo, sem lograr êxito, os pais foram um pouco mais veementes.
Aproximaram-se do rapaz e começaram a lhe falar da importância de ele os acompanhar ao templo religioso.
O garoto, que até então estava calado, segurou as cordas da guitarra com uma das mãos, fitou-os nos olhos, e disse:
Meus queridos pais: há quanto tempo vocês professam essa religião?
O pai, imediatamente, respondeu que já fazia 20 anos, e a mãe disse que a professava desde o berço.
O jovem abaixou a cabeça e continuou a acariciar sua guitarra.
Mas os pais, inquietos, questionaram com impaciência:
Filho, você está surdo? Por que não fala direito com os seus pais? Diga-nos, por favor, os seus motivos.
O rapaz levantou a cabeça novamente, olhou-os com um certo ar de tristeza e falou:
Eu não queria magoá-los, mas, se vocês insistem...
Vocês acabaram de me dizer os anos que cada um freqüenta o templo religioso e eu, que na verdade já sabia disso, peço que me digam, com toda sinceridade:
Prá que serve a religião, se vocês vivem brigando dentro de casa?
De que adianta buscar um Deus que não consegue fazer com que vocês se entendam e se perdoem, ao invés de viverem aos gritos um com o outro?
Respondam, com sinceridade, de que vale uma religião se, de vez em quando eu vejo o pai dormindo no sofá e a mãe se debulhando em lágrimas, lá no quarto?
Será que vocês me acham tão infantil a ponto de me convencer que a sua religião é boa para mim, quando não consegue fazer vocês felizes?
Não! Eu realmente não perderei tempo com essas coisas que não são eficientes nem para vocês mesmos.
A história desses amigos vale como motivo de sérias reflexões para todos nós.
Esquecidos de que nossos filhos são portadores de inteligência e bom senso, queremos que acreditem no que falamos e não no que eles observam no cotidiano, portas adentro do lar.
É importante que aprendamos a ensinar pelo exemplo e não tentar convencer com teorias vazias.
Geralmente os responsáveis pelo distanciamento dos jovens do Criador, são os pais, com sua falta de fé ou hipocrisia.

As religiões trazem, em seus postulados, as diretrizes que conduzem a Deus, mas os religiosos, ou os que se dizem tais, é que não as entendem ou as desvirtuam.
Assim sendo, se quisermos, sinceramente, aproximar nossos jovens de Deus, aproximemo-nos Dele primeiro.
Pensemos nisso!


Redação do Momento Espírita, com história adaptada do cap. Necessidade de exemplo do livro Crepúsculo de um coração, de Jerônimo Mendonça.

CONQUISTAS...


Em seu livro "O coração de um campeão", Bob Richards, detentor de algumas medalhas olímpicas, fala da importância de se acreditar nos sonhos e lutar por eles.
E, para ilustrar, narra um episódio acontecido com o famoso atleta Charley Paddock.
Certo dia, Paddock fazia uma palestra num ginásio de Cleveland, e a certa altura disse: "quem sabe, talvez, haja aqui alguém que um dia vá ganhar provas numa olimpíada."
Encerrada a assembléia dos alunos, aproximou-se dele um jovem negro, magricela, de pernas finas, que estivera sentado ao fundo do salão, e lhe disse timidamente: "eu daria tudo para ganhar uma corrida importante algum dia."
Paddock olhou para ele e respondeu calorosamente: "e você pode, meu filho. Basta que faça disso sua meta de vida e dê tudo de si para alcançá-la."
E em 1936, aquele jovem, cujo nome era Jessie Owens, ganhou várias medalhas de ouro nas olimpíadas de Berlim, e quebrou diversos recordes.
Adolf Hitler, ao saber de seu maravilhoso desempenho, ficou furioso, pois a realização do sonho daquele jovem, representou um duro golpe para o louco sonho do ditador, de criar uma raça ariana superior.
Quando Jessie Owens voltou para os Estados Unidos teve uma recepção festiva nas ruas. Naquele dia, outro rapazinho negro, de pernas finas, conseguiu comprimir-se entre a multidão, chegou perto dele e disse: "eu gostaria muito de correr numa olimpíada quando crescer!"
Jessie lembrou-se do que lhe acontecera, apertou a mão do garoto e respondeu: "sonhe alto, meu filho. E dê tudo de si para chegar lá."
Em 1948, era o rapazinho, Harrison Dillard que ganhava medalhas de ouro nos jogos olímpicos daquele ano.
Por sua vez, um estudante, entusiasmado com tudo isso, estava treinando o salto em altura, preparando-se para um campeonato estadual. Após cada salto, seu técnico elevava um pouco mais o sarrafo.
Afinal ele colocou na altura do recorde da prova. O rapaz protestou: "ah, não. Como é que vou saltar essa altura?" Ao que o treinador replicou: "atire o coração por cima do sarrafo e seu corpo irá junto."

Todos os que lutam, reconhecem que os sonhos têm força propulsora. Por isso, restaure os sonhos que se frustraram, realize os que ainda não foram realizados e reformule os sonhos com defeito.
Sobretudo, não esqueça que se você tem capacidade para conquistar os seus sonhos, também tem a força de vontade necessária para reformular o seu caráter.
Pense nisso, e aja ainda hoje, enquanto é tempo!
Invista em você mesmo!


Equipe de Redação do Momento Espírita.