Quando os sinais são formados?
Acredita-se que os sinais de nascença são formados durante a infância ou, no caso das mulheres, na gravidez. De qualquer maneira, é possível interpretar este sinal, tanto o de nascença como o adquirido. Para os espiritualistas, marcas de nascença podem indicar ferimentos que ocasionaram a morte em vidas passadas.
Todos os sinais, de modo geral, são sinais de boa sorte, independente da cor. Quanto mais escuras, maior a possibilidade de sucesso. Caso a marca seja pequena, não tem validade. Se a pinta for proeminente na pele, poderá ter mais destaque na sua área profissional.
Boca (acima/abaixo)
Revela a sensualidade e a tendência artística. A pessoa nunca será reduzida à pobreza. Pode ser teimosa e não aceita a imposição (ou as críticas) da família.
Cabeça (parte superior)
Marcas de nascença na cabeça revelam autoridade e ordem. A pessoa nasceu para comandar, liderar. Também indica que terá uma vida muito interessante por sua criatividade e carisma. O dinheiro estará assegurado.
Testa (lado esquerdo ou direito)
enorme capacidade mental e inteligência brilhante. Bom articulador, obterá fama e prosperidade. Siga somente sua intuição. Se o sinal estiver no meio da testa, o possuidor terá grande sucesso com o sexo oposto e a possibilidade de obter ganhos financeiros na carreira artística.
Face
Um sinal na face é a marca da beleza. Para os espiritualistas, qualquer marca na face indica a jovialidade e a vida longa. Age com prudência e se mostra mais eficiente do que os demais.
Olhos (pálpebra) direito/esquerdo
Pessoa dotada de discrição e sabedoria. Tem boa intuição, além de bondade e generosidade. Dotada de maturidade fora do comum, é perfeccionista e vencerá na vida.
Nariz
Indica boa sorte com o sexo oposto. Sucesso, prosperidade, mudanças frequentes de residência, cidade ou país. Sob o ponto de vista financeiro, não ficará sem dinheiro. Portanto, continue firme nas suas decisões.
Queixo
O destino estará favorecendo seus empreendimentos, especialmente na área artística. Nasceu para liderar, comandar. Pessoa sensata, sábia e talentosa, tem tudo para se realizar.
Nuca/pescoço
Grande sinal de beleza. A carreira será bem sucedida. Para os espiritualistas, é o local onde reside a alma. Indica também a proteção dos anjos. Excelente orador e vendedor. Você é uma pessoa que não se deixa abater por qualquer tipo de obstáculo.
Orelha (direita/esquerda)
Sinais na orelha revelam que a pessoa é inquieta. A sexualidade é intensa e o temperamento, bastante agitado. Existe também a predileção por esportes. É uma pessoa que não se deixa influenciar pelos outros.
Abdômen
Existe a preocupação referente à aquisição dos bens materiais. Porém, a segurança financeira será alcançada, já que um sinal nesse local indica que a pessoa desde jovem é provedora e responsável.
Antebraço esquerdo/direito
Boa capacidade de convencimento. Indica o sucesso no empresariado, no campo das vendas e o poder de fazer com que as pessoas acreditem em sua sinceridade.
Braço direito/esquerdo
Ter um sinal em um dos braços indica a proteção, a segurança, o poder e a posse. É a marca do sucesso de uma pessoa criativa, pois expressa todas as formas de comunicação. Também indica o prestígio social e profissional.
Pulso (esquerdo ou direito)
Seu talento natural será um valioso triunfo. Felicidade. Habilidade para conseguir o que sempre desejou. Dotado de equilíbrio e poder de decisão. A sua presença é marcante onde quer que esteja.
Mão direita/esquerda
Grande capacidade para criar, escrever ou desenhar. Tendência à dominação, além de muita atividade mental. Sorte na vida, graças ao seu talento. Deverá viajar bastante.
Dedos das mãos e pés
Sinais nos dedos representam a notável execução de classe e elegância nos movimentos. Revelam também a entrega total à paixão pelo sexo oposto e o natural erotismo que possui.
Cotovelo
Sinais de nascença nesta região revelam que a pessoa é dotada de sabedoria e inteligência. Muitos que possuem um sinal no cotovelo têm dons musicais natos. Uma dica: fale sempre de modo claro para se fazer entender. Mudanças inesperadas devem acontecer na sua vida.
Ombro direito/esquerdo
Você irá trabalhar de modo árduo, porém conseguirá a vitória. Sempre ajuda os amigos. Tem responsabilidade por ser o mantenedor da casa (talvez pela ausência paterna). Também indica a pessoa que sabe se defender sozinho.
Peito (peitoral masculino e seios femininos – direito/esquerdo)
Tendência a viver em um lar feliz. Pessoa dotada de confiança, simpatia, generosidade, decisão e determinação. Deve ter cuidado para não ser tão bondoso com os mais próximos.
Costas
Representa o símbolo máximo da responsabilidade, especialmente no cuidado com a família. Você sempre estende a mão amiga e tenta solucionar os conflitos de modo harmonioso. Marca da dignidade, coragem e superioridade.
Cóccix
Sinais ou uma marca nesse local denotam a sensualidade e o apreço ao luxo. Sempre age de modo curioso para tudo. Além disso, não tem medo de nada.
Costelas (direita/esquerda)
Sinais na costela representam o equilíbrio entre o ativo e passivo, o masculino e o feminino, ou seja, a harmonia dos opostos yin e yang. Indicativo do desejo oculto de conhecer alguém parecido com o possuidor do sinal. Para quem acredita em vidas passadas, simboliza a certeza de reencontrar o amor de uma vida passada.
Coxa direita/esquerda
Temperamento dotado de entusiasmo. Terá uma vida próspera e casamento feliz. Está sempre ajudando as pessoas (especialmente a família) e poderá, no futuro, sofrer injustiças. Por isso, reserve-se.
Pernas (esquerda ou direita, abaixo do joelho até o tornozelo, inclui panturrilhas)
Sua natureza é um pouco descuidada nos negócios. Também indica o apego aos detalhes e ao capricho. Tente ser mais gentil com os mais próximos. Marcas nas pernas indicam o viajante, o peregrino.
Joelho direito/esquerdo
A vida conjugal deverá ser feliz e próspera, sem preocupações, já que sempre tenta apaziguar as situações de conflito. Você age depois de muito pensar. Humildade excessiva.
Pé direito/esquerdo
Os pés são considerados sagrados. Sinais ou pintas representam o poder através do conhecimento e a proteção dos anjos. Indica a agilidade, o ímpeto e a pessoa que nada teme.
Tornozelo (esquerdo ou direito)
Simboliza o desejo de envolver-se rapidamente com alguém. Sinais nesse local revelam a fidelidade, a vaidade, grande energia, o otimismo, a independência financeira e, principalmente, as viagens.
Calcanhar direito/esquerdo
Ponto vital no corpo humano, indica o controle total da vida. Sinais nesse local revelam que a pessoa é independente e não suporta ficar sob as ordens de ninguém. Também está associado ao prestígio social e profissional. Deverá se tornar brilhante. Apenas tome cuidado com a arrogância e o convencimento.
Nádegas
Pessoa correta, que não gosta de injustiças. Tranquila, sensata e cordial, é incapaz de prejudicar o próximo em benefício pessoal. Viverá em paz no seio familiar. É provável que seja dotado de talentos artísticos.
Quadril (lado esquerdo ou direito)
Pessoa guerreira e independente, terá vida longa e filhos saudáveis. Provavelmente será um trabalhador incansável, além de organizado e honesto. Sempre termina o que começa.
Fonte: Monica Buonfiglio
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
APROVEITAR A VIDA...
"Lembre-se, Senhor, de como a minha vida é passageira! Será que o Senhor criou o homem sem motivo, sem um propósito para a vida?" Salmos 89.47
Você aproveita a vida?
É muito comum ouvir as pessoas, e principalmente os jovens, dizendo que querem aproveitar a vida.
E isso geralmente é usado como desculpa para eximir-se de assumir responsabilidades.
Mas, afinal de contas, o que é aproveitar a vida?
Para uns é matar-se aos poucos com as comilanças, bebidas alcoólicas, fumo e outras drogas.
Para outros é arriscar a vida em esportes perigosos, noitadas de orgias, consumirem-se nos prazeres carnais.
Talvez isso se dê porque muitos de nós não sabemos por que estamos na Terra.
E por essa razão desperdiçamos a vida em vez de aproveitá-la.
Certo dia, um jovem que trabalhava em uma repartição pública na companhia de outros colegas que costumavam reunirem-se todos os finais de expediente para beber e fumar a vontade, foi convidado a acompanhá-los.
Ele agradeceu e disse que não bebia e que também não lhe agradava a fumaça do cigarro.
Os demais riram dele e lhe perguntaram, com ironia, se a religião não lhe permitia ao que ele respondeu:
"A minha inteligência é que me impede de fazer isso".
E que inteligência é essa que não lhe permite aproveitar a vida? Perguntaram os colegas.
O rapaz respondeu com serenidade:
"E vocês acham que eu gastaria o dinheiro que ganho para me envenenar? Vocês se consideram muito espertos, mas estão pagando para estragar a própria saúde e encurtar a vida, que para mim é preciosa demais."
Observando as coisas sob esse ponto de vista, poderemos considerar que aproveitar a vida é dar-lhe o devido valor.
É investir os minutos preciosos que Deus nos concede em atividades úteis e engrandecedoras.
Quando dedicamos as nossas horas na convivência salutar com os familiares, estamos bem aproveitando a vida.
Quando fazemos exercícios, nos distraímos no lazer, na descontração saudável, estamos dando valor à vida.
Quando estudamos, trabalhamos, passeamos, sem nos intoxicar com drogas e excessos de toda ordem, estamos aproveitando de forma inteligente as nossas existências.
Quando realmente gostamos de alguma coisa, fazemos esforços para preservá-la.
Assim também é com relação à vida.
E não nos iludamos de que a estaremos aproveitando acabando com ela.
Se você é partidário dessa idéia, vale a pena repensar com seriedade em que consiste o aproveitamento da vida.
E se você acha que os vícios lhe pouparão a existência, visite alguém que está se despedindo dela graças a um câncer de pulmão, provocado pelo cigarro.
Converse com quem entrega as forças físicas a uma cirrose hepática causada pelos alcoólicos.
Ouça um guloso inveterado que se encontra no cárcere da dor por causa dos exageros na alimentação.
Visite um infeliz que perdeu a liberdade e a saúde para as drogas que lhe consomem lentamente.
Observando a vida através desse prisma, talvez você mude o seu conceito sobre "aproveitar a vida"
Base no livro "Vida: Desafios e Soluções", cap. Alegria de Viver.
Você aproveita a vida?
É muito comum ouvir as pessoas, e principalmente os jovens, dizendo que querem aproveitar a vida.
E isso geralmente é usado como desculpa para eximir-se de assumir responsabilidades.
Mas, afinal de contas, o que é aproveitar a vida?
Para uns é matar-se aos poucos com as comilanças, bebidas alcoólicas, fumo e outras drogas.
Para outros é arriscar a vida em esportes perigosos, noitadas de orgias, consumirem-se nos prazeres carnais.
Talvez isso se dê porque muitos de nós não sabemos por que estamos na Terra.
E por essa razão desperdiçamos a vida em vez de aproveitá-la.
Certo dia, um jovem que trabalhava em uma repartição pública na companhia de outros colegas que costumavam reunirem-se todos os finais de expediente para beber e fumar a vontade, foi convidado a acompanhá-los.
Ele agradeceu e disse que não bebia e que também não lhe agradava a fumaça do cigarro.
Os demais riram dele e lhe perguntaram, com ironia, se a religião não lhe permitia ao que ele respondeu:
"A minha inteligência é que me impede de fazer isso".
E que inteligência é essa que não lhe permite aproveitar a vida? Perguntaram os colegas.
O rapaz respondeu com serenidade:
"E vocês acham que eu gastaria o dinheiro que ganho para me envenenar? Vocês se consideram muito espertos, mas estão pagando para estragar a própria saúde e encurtar a vida, que para mim é preciosa demais."
Observando as coisas sob esse ponto de vista, poderemos considerar que aproveitar a vida é dar-lhe o devido valor.
É investir os minutos preciosos que Deus nos concede em atividades úteis e engrandecedoras.
Quando dedicamos as nossas horas na convivência salutar com os familiares, estamos bem aproveitando a vida.
Quando fazemos exercícios, nos distraímos no lazer, na descontração saudável, estamos dando valor à vida.
Quando estudamos, trabalhamos, passeamos, sem nos intoxicar com drogas e excessos de toda ordem, estamos aproveitando de forma inteligente as nossas existências.
Quando realmente gostamos de alguma coisa, fazemos esforços para preservá-la.
Assim também é com relação à vida.
E não nos iludamos de que a estaremos aproveitando acabando com ela.
Se você é partidário dessa idéia, vale a pena repensar com seriedade em que consiste o aproveitamento da vida.
E se você acha que os vícios lhe pouparão a existência, visite alguém que está se despedindo dela graças a um câncer de pulmão, provocado pelo cigarro.
Converse com quem entrega as forças físicas a uma cirrose hepática causada pelos alcoólicos.
Ouça um guloso inveterado que se encontra no cárcere da dor por causa dos exageros na alimentação.
Visite um infeliz que perdeu a liberdade e a saúde para as drogas que lhe consomem lentamente.
Observando a vida através desse prisma, talvez você mude o seu conceito sobre "aproveitar a vida"
Base no livro "Vida: Desafios e Soluções", cap. Alegria de Viver.
O MAIS IMPORTANTE...
"Pois eu vos digo que a todo o que tem, dar-se-lhe-á; mas ao que não tem, até aquilo que tem ser-lhe-á tirado."
Lucas 19.26
Era uma vez o jovem que recebeu do rei a tarefa de levar uma mensagem e alguns diamantes a um outro rei de uma terra distante.
Recebeu também o melhor cavalo do reino para levá-lo na jornada.
- Cuida do mais importante e cumprirás a missão! - disse o soberano ao se despedir.
Assim, o jovem preparou o seu alforje, escondeu a mensagem na bainha da calça e colocou as pedras numa bolsa de couro amarrada a cintura, sob as vestes.
Pela manhã, bem cedo, sumiu no horizonte.
E não pensava sequer em falhar.
Queria que todo o reino soubesse que era um nobre e valente rapaz, pronto para desposar a princesa.
Aliás, esse era o seu sonho e parecia que a princesa correspondia às suas esperanças.
Para cumprir rapidamente sua tarefa, por vezes deixava a estrada e pegava atalhos que sacrificavam sua montaria.
Assim, exigia o máximo do animal.
Quando parava em uma estalagem, deixava o cavalo ao relento, não lhe aliviava da sela e nem da carga, tampouco se preocupava em dar-lhe de beber ou providenciar alguma ração.
- Assim, meu jovem, acabas perdendo o animal - disse alguém.
- Não me importo - respondeu ele - Tenho dinheiro. Se este morrer, compro outro. Nenhuma falta fará!
Com o passar dos dias e sob tamanho esforço, o pobre animal não suportando mais os maus-tratos, caiu morto na estrada.
O jovem simplesmente o amaldiçoou e seguiu o caminho a pé.
Acontece que nessa parte do país havia poucas fazendas e eram muito distantes umas das outras. Passadas algumas horas, ele se deu conta da falta que lhe fazia o animal.
Estava exausto e sedento. Já havia deixado pelo caminho toda a tralha, com exceção das pedras, pois lembrava da recomendação do rei:
"Cuida do mais importante!"
Seu passo se tornou curto e lento. As paradas, freqüentes e longas.
Como sabia que poderia cair a qualquer momento e temendo ser assaltado, escondeu as pedras no salto de sua bota.
Mais tarde, caiu exausto no pó da estrada,onde ficou desacordado.
Para sua sorte, uma caravana de mercadores que seguia viagem para o seu reino, o encontrou e cuidou dele.
Ao recobrar os sentidos, encontrou-se de volta em sua cidade.
Imediatamente foi ter com o rei para contar o que havia acontecido e com a maior desfaçatez, colocou toda a culpa do insucesso nas costas do cavalo "fraco e doente" que recebera.
- Porém, majestade, conforme me recomendaste, "cuida do mais importante", aqui estão as pedras que me confiaste. Devolvo-as a ti. Não perdi uma sequer.
O rei as recebeu de suas mãos com tristeza e o despediu, mostrando completa frieza diante de seus argumentos.
Abatido, o jovem deixou o palácio arrasado.
Em casa, ao tirar a roupa suja, encontrou na bainha da calça a mensagem do rei, que dizia:
"Ao meu irmão, rei da terra do Norte. O jovem que te envio e candidato a casar com minha filha. Esta jornada é uma prova. Dei a ele alguns diamantes e um bom cavalo. Recomendei que cuidasse do mais importante. Faz-me, portanto, este grande favor e verifica o estado do cavalo. Se o animal estiver forte e viçoso, saberei que o jovem aprecia a fidelidade e força de quem o auxilia na jornada. Se, porém, perder o animal e apenas guardar as pedras, não será um bom marido nem rei, pois terá olhos apenas para o tesouro do reino e não dará importância à rainha nem àqueles que o servem".
Comparo esta estória com o ser humano que segue sua jornada na vida, tão preocupado com seu exterior, isto é, com os bens, que tudo guarda como se fosse tudo ouro, esquecendo de alimentar também a sua alma e o seu espírito com a alegria e o amor de Deus.
Certamente não cumprirá a missão, já que não sabe guardar o que é mais importante.
Se você tiver a oportunidade de conhecer pessoas assim , como conheci e conheço a muitos, verá que na intimidade têm mais problemas que você ou eu e são cercados de infelicidades.
Antes que seja tarde, preocupe-se em:
Será que estou no Caminho que me levará a Deus?
Desconheço o Autor
Lucas 19.26
Era uma vez o jovem que recebeu do rei a tarefa de levar uma mensagem e alguns diamantes a um outro rei de uma terra distante.
Recebeu também o melhor cavalo do reino para levá-lo na jornada.
- Cuida do mais importante e cumprirás a missão! - disse o soberano ao se despedir.
Assim, o jovem preparou o seu alforje, escondeu a mensagem na bainha da calça e colocou as pedras numa bolsa de couro amarrada a cintura, sob as vestes.
Pela manhã, bem cedo, sumiu no horizonte.
E não pensava sequer em falhar.
Queria que todo o reino soubesse que era um nobre e valente rapaz, pronto para desposar a princesa.
Aliás, esse era o seu sonho e parecia que a princesa correspondia às suas esperanças.
Para cumprir rapidamente sua tarefa, por vezes deixava a estrada e pegava atalhos que sacrificavam sua montaria.
Assim, exigia o máximo do animal.
Quando parava em uma estalagem, deixava o cavalo ao relento, não lhe aliviava da sela e nem da carga, tampouco se preocupava em dar-lhe de beber ou providenciar alguma ração.
- Assim, meu jovem, acabas perdendo o animal - disse alguém.
- Não me importo - respondeu ele - Tenho dinheiro. Se este morrer, compro outro. Nenhuma falta fará!
Com o passar dos dias e sob tamanho esforço, o pobre animal não suportando mais os maus-tratos, caiu morto na estrada.
O jovem simplesmente o amaldiçoou e seguiu o caminho a pé.
Acontece que nessa parte do país havia poucas fazendas e eram muito distantes umas das outras. Passadas algumas horas, ele se deu conta da falta que lhe fazia o animal.
Estava exausto e sedento. Já havia deixado pelo caminho toda a tralha, com exceção das pedras, pois lembrava da recomendação do rei:
"Cuida do mais importante!"
Seu passo se tornou curto e lento. As paradas, freqüentes e longas.
Como sabia que poderia cair a qualquer momento e temendo ser assaltado, escondeu as pedras no salto de sua bota.
Mais tarde, caiu exausto no pó da estrada,onde ficou desacordado.
Para sua sorte, uma caravana de mercadores que seguia viagem para o seu reino, o encontrou e cuidou dele.
Ao recobrar os sentidos, encontrou-se de volta em sua cidade.
Imediatamente foi ter com o rei para contar o que havia acontecido e com a maior desfaçatez, colocou toda a culpa do insucesso nas costas do cavalo "fraco e doente" que recebera.
- Porém, majestade, conforme me recomendaste, "cuida do mais importante", aqui estão as pedras que me confiaste. Devolvo-as a ti. Não perdi uma sequer.
O rei as recebeu de suas mãos com tristeza e o despediu, mostrando completa frieza diante de seus argumentos.
Abatido, o jovem deixou o palácio arrasado.
Em casa, ao tirar a roupa suja, encontrou na bainha da calça a mensagem do rei, que dizia:
"Ao meu irmão, rei da terra do Norte. O jovem que te envio e candidato a casar com minha filha. Esta jornada é uma prova. Dei a ele alguns diamantes e um bom cavalo. Recomendei que cuidasse do mais importante. Faz-me, portanto, este grande favor e verifica o estado do cavalo. Se o animal estiver forte e viçoso, saberei que o jovem aprecia a fidelidade e força de quem o auxilia na jornada. Se, porém, perder o animal e apenas guardar as pedras, não será um bom marido nem rei, pois terá olhos apenas para o tesouro do reino e não dará importância à rainha nem àqueles que o servem".
Comparo esta estória com o ser humano que segue sua jornada na vida, tão preocupado com seu exterior, isto é, com os bens, que tudo guarda como se fosse tudo ouro, esquecendo de alimentar também a sua alma e o seu espírito com a alegria e o amor de Deus.
Certamente não cumprirá a missão, já que não sabe guardar o que é mais importante.
Se você tiver a oportunidade de conhecer pessoas assim , como conheci e conheço a muitos, verá que na intimidade têm mais problemas que você ou eu e são cercados de infelicidades.
Antes que seja tarde, preocupe-se em:
Será que estou no Caminho que me levará a Deus?
Desconheço o Autor
A VIDA É UM RIO...
Imagine que a vida é um rio, que de um lado da margem está você e do outro, os seus sonhos.
Muitas pessoas conseguem enxergar facilmente a margem do outro lado do rio porque colocam seus sonhos em local de fácil alcance, onde podem avistar sempre.
Outros no entanto, colocam seus sonhos tão longe de suas vistas, desejam coisas tão malucas, que nem com o binóculo mais potente conseguem enxergar o outro lado.
Para chegar aos sonhos, a vida nos oferece um barco chamado "esperança" com dois remos.
Um dos remos chama-se "fé", a outra “ação”.
Muitos possuem tanta fé que usam apenas esse remo para alcançar seus objetivos e o barco da esperança não sai do lugar, fica rodando em volta sem direção e cada vez mais longe do destino.
Outros, ansiosos e truculentos, acreditando em suas forças, pegam apenas o remo "ação" e também não sem do lugar, remam, remam e remam até ficarem cansados e desistirem dos seus sonhos por julgarem impossíveis atravessarem o rio da vida.
Normalmente, têm sempre uma desculpa para seu fracasso, e quase sempre é culpa de outras pessoas ou das condições do Universo.
Aqueles que são humildes o bastante para aprender a lição, entram no barco da esperança e pegam
os dois remos, unem a fé com a ação e atravessam o rio várias vezes na sua vida, porque aprenderam que não existe conquista apenas pela força e nem vitória apenas com a fé.
Pegue seu barco (esperança),
junte os remos(fé + ação) e atravesse
o rio da vida com mais tranquilidade.
Eu acredito em você
Paulo Roberto Gaefke
Muitas pessoas conseguem enxergar facilmente a margem do outro lado do rio porque colocam seus sonhos em local de fácil alcance, onde podem avistar sempre.
Outros no entanto, colocam seus sonhos tão longe de suas vistas, desejam coisas tão malucas, que nem com o binóculo mais potente conseguem enxergar o outro lado.
Para chegar aos sonhos, a vida nos oferece um barco chamado "esperança" com dois remos.
Um dos remos chama-se "fé", a outra “ação”.
Muitos possuem tanta fé que usam apenas esse remo para alcançar seus objetivos e o barco da esperança não sai do lugar, fica rodando em volta sem direção e cada vez mais longe do destino.
Outros, ansiosos e truculentos, acreditando em suas forças, pegam apenas o remo "ação" e também não sem do lugar, remam, remam e remam até ficarem cansados e desistirem dos seus sonhos por julgarem impossíveis atravessarem o rio da vida.
Normalmente, têm sempre uma desculpa para seu fracasso, e quase sempre é culpa de outras pessoas ou das condições do Universo.
Aqueles que são humildes o bastante para aprender a lição, entram no barco da esperança e pegam
os dois remos, unem a fé com a ação e atravessam o rio várias vezes na sua vida, porque aprenderam que não existe conquista apenas pela força e nem vitória apenas com a fé.
Pegue seu barco (esperança),
junte os remos(fé + ação) e atravesse
o rio da vida com mais tranquilidade.
Eu acredito em você
Paulo Roberto Gaefke
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
RECADO AMOROSO...
Escrevi um recado amoroso para o meu coração.
Cheio de desejo para viver um grande amor.
Ele escutou e encontrei alguém, mas não valorizei,
e o amor terminou em dor.
Escrevi um recado direto para o Universo,
queria prosperar a qualquer custo.
Ele escutou e eu passei por cima de muita gente.
Ganhei muito em bens materiais, mas perdi amigos.
Fiquei com muito e me senti sem nada.
Escrevi um recado fraterno para a minha alma.
Que aflita tudo assistia, e eu pouco a ouvia.
Falei das minhas dores e aflições.
Ela me ouviu e mostrou numa noite de sonho agitado,
um quarto escuro, todo fechado com uma réstia de luz.
No canto abandonado, eu não entendi, vi uma cruz.
Minha alma mostrou nesse dia, o amor de Jesus.
Hoje escrevo para todos,um recado único e salvador.
Se quiser encontrar a paz, a prosperidade e a vida plena,
não há milagre que não passe pelo recado do Mestre Salvador:
Encontre-se, ame-se e viva tudo com muito amor.
Simples assim, como o caminhar sem medo e respirar sem se dar conta.
O amor é a semente que dá frutos certos.
Eu acredito em você
Paulo Roberto Gaefke
Cheio de desejo para viver um grande amor.
Ele escutou e encontrei alguém, mas não valorizei,
e o amor terminou em dor.
Escrevi um recado direto para o Universo,
queria prosperar a qualquer custo.
Ele escutou e eu passei por cima de muita gente.
Ganhei muito em bens materiais, mas perdi amigos.
Fiquei com muito e me senti sem nada.
Escrevi um recado fraterno para a minha alma.
Que aflita tudo assistia, e eu pouco a ouvia.
Falei das minhas dores e aflições.
Ela me ouviu e mostrou numa noite de sonho agitado,
um quarto escuro, todo fechado com uma réstia de luz.
No canto abandonado, eu não entendi, vi uma cruz.
Minha alma mostrou nesse dia, o amor de Jesus.
Hoje escrevo para todos,um recado único e salvador.
Se quiser encontrar a paz, a prosperidade e a vida plena,
não há milagre que não passe pelo recado do Mestre Salvador:
Encontre-se, ame-se e viva tudo com muito amor.
Simples assim, como o caminhar sem medo e respirar sem se dar conta.
O amor é a semente que dá frutos certos.
Eu acredito em você
Paulo Roberto Gaefke
sábado, 11 de agosto de 2012
TIRE O PÓ... SE PRECISAR...
"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim".
Chico Xavier
Não leve a faxina ou o trabalho tão a sério!
Pense que a camada de pó vai proteger a madeira que está por baixo dela!
Uma casa só vai virar um lar quando você for capaz de escrever "Eu te amo" sobre os móveis!
Antigamente eu gastava no mínimo 8 horas por semana para manter tudo bem limpo, caso "alguém aparecesse para visitar"
- mas depois descobri que ninguém passa "por acaso" para visitar
- todos estão muito ocupados passeando, se divertindo e aproveitando a vida!
E agora, se alguém aparecer de repente?
Não tenho que explicar a situação da minha casa a ninguém...
...as pessoas não estão interessadas em saber
o que eu fiquei fazendo o dia todo enquanto elas passeavam,
se divertiam e aproveitavam a vida...
Caso você ainda não tenha percebido:
A VIDA É CURTA... APROVEITE-A!!!
Tire o pó... se precisar...
Mas não seria melhor pintar um quadro ou escrever uma carta, dar um passeio ou visitar um amigo, assar um bolo e lamber a colher suja de massa, plantar e regar umas sementinhas?
Pese muito bem a diferença entre QUERER e PRECISAR!
Tire o pó... se precisar...
Mas você não terá muito tempo livre...
Para beber champanhe, nadar na praia (ou na piscina), escalar montanhas, brincar com os cachorros, ouvir música e ler livros, cultivar os amigos e aproveitar a vida!!!
Tire o pó... se precisar...
Mas a vida continua lá fora, o sol iluminando os olhos, o vento agitando os cabelos, um floco de neve, as gotas da chuva caindo mansamente...
- Pense bem, este dia não voltará jamais!!!
Tire o pó... se precisar...
mas não se esqueça que você vai envelhecer e muita coisa não será mais tão fácil de fazer como agora...
E quando você partir, como todos nós partiremos um dia, também vai virar pó!!!
Ninguém vai se lembrar de quantas contas você pagou, nem de sua casa tão limpinha, mas vão se lembrar de sua amizade, de sua alegria e do que você ensinou.
AFINAL:
"Não é o que você juntou, e sim o que você espalhou que reflete como você viveu a sua vida."
Chico Xavier
Não leve a faxina ou o trabalho tão a sério!
Pense que a camada de pó vai proteger a madeira que está por baixo dela!
Uma casa só vai virar um lar quando você for capaz de escrever "Eu te amo" sobre os móveis!
Antigamente eu gastava no mínimo 8 horas por semana para manter tudo bem limpo, caso "alguém aparecesse para visitar"
- mas depois descobri que ninguém passa "por acaso" para visitar
- todos estão muito ocupados passeando, se divertindo e aproveitando a vida!
E agora, se alguém aparecer de repente?
Não tenho que explicar a situação da minha casa a ninguém...
...as pessoas não estão interessadas em saber
o que eu fiquei fazendo o dia todo enquanto elas passeavam,
se divertiam e aproveitavam a vida...
Caso você ainda não tenha percebido:
A VIDA É CURTA... APROVEITE-A!!!
Tire o pó... se precisar...
Mas não seria melhor pintar um quadro ou escrever uma carta, dar um passeio ou visitar um amigo, assar um bolo e lamber a colher suja de massa, plantar e regar umas sementinhas?
Pese muito bem a diferença entre QUERER e PRECISAR!
Tire o pó... se precisar...
Mas você não terá muito tempo livre...
Para beber champanhe, nadar na praia (ou na piscina), escalar montanhas, brincar com os cachorros, ouvir música e ler livros, cultivar os amigos e aproveitar a vida!!!
Tire o pó... se precisar...
Mas a vida continua lá fora, o sol iluminando os olhos, o vento agitando os cabelos, um floco de neve, as gotas da chuva caindo mansamente...
- Pense bem, este dia não voltará jamais!!!
Tire o pó... se precisar...
mas não se esqueça que você vai envelhecer e muita coisa não será mais tão fácil de fazer como agora...
E quando você partir, como todos nós partiremos um dia, também vai virar pó!!!
Ninguém vai se lembrar de quantas contas você pagou, nem de sua casa tão limpinha, mas vão se lembrar de sua amizade, de sua alegria e do que você ensinou.
AFINAL:
"Não é o que você juntou, e sim o que você espalhou que reflete como você viveu a sua vida."
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
SIGNOS E VOCAÇÃO PROFISSIONAL...
Os diversos signos do zodíaco e as forças celestiais presentes em cada um dos seus espectros de influencias astrológicas, podem moldar perfil de vocação profissional de cada nativo da respectiva área zodiacal. Assim, conheça as tendências da vocação profissional de cada um dos signos do zodíaco.
ARIES - CARNEIRO
Profissões que exijam liderança, pioneirismo, estratégia, intuição.
São empreendedores, impacientes e gostam de desafios. Devem ter liberdade de acção e rotinas maleáveis. Empresários na área de metalurgia, construção, engenharia, cirurgiões, vendas, marketing agressivo, aviação, navegação, podem fazer carreira na área militar ou científica. Se destacam nos esportes competitivos também.
TOURO
Profissões que requeiram persistência, determinação, que operacionalizem ideias criadas por outras pessoas, são reflexivos e constantes. Criativos, os taurinos se realizam em todo e qualquer trabalho relacionado às artes. Precisam de rotina, segurança financeira e bom ambiente de trabalho. Artes em geral – canto, dança, musica, cerâmica, cestaria etc - administração financeira, produção e operacionalização, gerência de produtos, de compras e responsáveis pela produção numa empresa.
GÊMEOS
Comunicativos, inventivos e engenhosos, se realizam em profissões em que possam incluir boa dose de inovação, relacionamento com pessoas e estudo, informação e expressão. Área de educação, treino e ensino, comunicações, jornalismo, internet, agência de viagens, turismo, relações públicas, propaganda, artes manuais em geral, e na área médica como massagistas, dentistas, quiropraticos etc.
Precisam de ambiente arejado, estímulo de colegas e rotinas flexíveis. Tendem a ter dois empregos, duas vocações, duas profissões ao longo da vida.
CÂNCER - CARANGUEJO
Impressionáveis, sensíveis e imaginativos, os cancerianos se satisfazem com uma profissão que lhes dê oportunidade de sonhar, de criar, e de resgatar conhecimentos, historias e memórias de sua colectividade, destacando-se também em profissões ligadas a preservação da vida privada e psíquica, ao fornecimento de produtos consumidos em casa, ou para ela. Gastronomia, historia, psicologia, ensino de crianças pequenas, cuidado com grávidas, terceira idade, mas também arquitectura.
LEÃO
Intuitivos, criativos e sentimentais, os leoninos se sentem a vontade em um ambiente em que possam liderar, trazendo idéias que executam em equipas, sempre liderando-as. Profissões bem criativas em que possam dar vazão a seus sentimentos, como as ligadas as artes – teatro, por exemplo – são grande fonte de realização pessoal.
São bons executivos, em cargos de chefia, administração, em qualquer área que se sintam atraídos.
VIRGEM
Racionais e meticulosos, se realizam em áreas médicas, cientificas e naquelas ligadas ao relacionamento no trabalho, como recursos humanos, cargos e empregos, produção, pois sabem operacionalizar idéias em conjuntos práticos que facilitam a vida da colectividade.
Quando médicos, se destacam pela perícia no diagnóstico, são excelentes detectives também na área científica e tecnológica, rastreiam as condições e oferecem saídas e soluções exequíveis. Se destacam nas profissões que exigem habilidade mental e manual, como fotografia. Rotinas flexíveis, precisam se sentir estimulados intelectualmente.
LIBRA - BALANÇA
O tipo relações públicas do zodíaco se dará bem em qualquer profissão em que tenha de estabelecer acordos entre as partes: direito, política. Actividades que incluam forte dose de sensibilidade artística, como decoração, arquitectura também são indicadas. São artistas por natureza e com isso sabem ser excelentes moderadores, agilizam equipes, mas não gostam de comandar nem executar trabalhos em solidão. Quanto a rotina, que seja variada, em que possam ser razoavelmente independentes e tenham contacto com gente.
ESCORPIÃO
Investigativos, ponderados e realizadores, se sentem realizados em profissões em que possam aplicar seu sexto sentido, como a psicologia, a psiquiatria, a cirurgia, a arqueologia. Por serem bons analistas, se dão bem na economia, e por saberem desvendar e administrar os recursos alheios, na administração financeira.
Precisam de rotina fluida, são bons líderes, um tanto rígidos, mas dão exemplo de seu esforço. Precisam sentir a confiança e a lealdade de seus chefes.
SAGITÁRIO
Inspirados, precisam agir por conta própria, como os seus colegas de signo de elemento fogo, Áries e Leão, os sagitarianos sabem antever o futuro, são desbravadores, se realizam no direito, no turismo, na geografia, nas relações internacionais, no comercio exterior, nas profissões que os obriguem a desbravar territórios desconhecidos.
Filósofos por natureza, se dão bem no ensino académico, na filosofia do direito, nas publicações e nas artes da linguagem, por sua tremenda persuasão. Bons vendedores, são chefes natos. Não gostam de rotina rígida.
CAPRICORNIO
Realizadores por natureza, gostam de ser aplaudidos por seus méritos conquistados por muito esforço, trabalham duro e são muito ambiciosos. Uma vez decidida sua vocação, seguirão firmes em sua direcção. De preferência, na administração publica, na política, na historia, pois respeitam o que foi testado no passado. São excelentes chefes, um tanto rígidos, mas sabem trabalhar ao lado de seus subalternos, ganhando sua confiança. Constroem um império na área escolhida e jogam com o tempo. São independentes e precisam de rotina bem delimitada.
AQUARIO
Inovadores, pacíficos, teimosos, se realizam nas áreas científicas e tecnológicas, na aeronáutica, navegação, aviação, mas também nas telecomunicações, na internet, jornalismo etc. São criativos, preferem trabalhar por conta própria, sem rotinas rígidas, e sua formação intelectual é factor de sucesso financeiro. Podem viajar para outros países, e se darem bem lá fora em algum estudo específico.
Como são um tanto excêntricos, podem correr contra as correntes dominantes nas artes e nas ciências, mas sempre mostram resultados com o tempo.
PEIXES
Artistas sensíveis por natureza, os piscianos se realizam em carreiras em que tenham de viajar muito, como turismo, diplomacia, direito internacional, vendas internacionais, pois apelam ao sentimento das pessoas. Quando artistas, líricos na musica, na poesia, no canto e dança. Se dão bem em actividades fluidas, que não tenham pressa para serem concluídas, preferem rotinas elásticas, e podem mudar de actividade e ramo conforme as épocas.
(Fonte: Folha Online- Urânia)
ARIES - CARNEIRO
Profissões que exijam liderança, pioneirismo, estratégia, intuição.
São empreendedores, impacientes e gostam de desafios. Devem ter liberdade de acção e rotinas maleáveis. Empresários na área de metalurgia, construção, engenharia, cirurgiões, vendas, marketing agressivo, aviação, navegação, podem fazer carreira na área militar ou científica. Se destacam nos esportes competitivos também.
TOURO
Profissões que requeiram persistência, determinação, que operacionalizem ideias criadas por outras pessoas, são reflexivos e constantes. Criativos, os taurinos se realizam em todo e qualquer trabalho relacionado às artes. Precisam de rotina, segurança financeira e bom ambiente de trabalho. Artes em geral – canto, dança, musica, cerâmica, cestaria etc - administração financeira, produção e operacionalização, gerência de produtos, de compras e responsáveis pela produção numa empresa.
GÊMEOS
Comunicativos, inventivos e engenhosos, se realizam em profissões em que possam incluir boa dose de inovação, relacionamento com pessoas e estudo, informação e expressão. Área de educação, treino e ensino, comunicações, jornalismo, internet, agência de viagens, turismo, relações públicas, propaganda, artes manuais em geral, e na área médica como massagistas, dentistas, quiropraticos etc.
Precisam de ambiente arejado, estímulo de colegas e rotinas flexíveis. Tendem a ter dois empregos, duas vocações, duas profissões ao longo da vida.
CÂNCER - CARANGUEJO
Impressionáveis, sensíveis e imaginativos, os cancerianos se satisfazem com uma profissão que lhes dê oportunidade de sonhar, de criar, e de resgatar conhecimentos, historias e memórias de sua colectividade, destacando-se também em profissões ligadas a preservação da vida privada e psíquica, ao fornecimento de produtos consumidos em casa, ou para ela. Gastronomia, historia, psicologia, ensino de crianças pequenas, cuidado com grávidas, terceira idade, mas também arquitectura.
LEÃO
Intuitivos, criativos e sentimentais, os leoninos se sentem a vontade em um ambiente em que possam liderar, trazendo idéias que executam em equipas, sempre liderando-as. Profissões bem criativas em que possam dar vazão a seus sentimentos, como as ligadas as artes – teatro, por exemplo – são grande fonte de realização pessoal.
São bons executivos, em cargos de chefia, administração, em qualquer área que se sintam atraídos.
VIRGEM
Racionais e meticulosos, se realizam em áreas médicas, cientificas e naquelas ligadas ao relacionamento no trabalho, como recursos humanos, cargos e empregos, produção, pois sabem operacionalizar idéias em conjuntos práticos que facilitam a vida da colectividade.
Quando médicos, se destacam pela perícia no diagnóstico, são excelentes detectives também na área científica e tecnológica, rastreiam as condições e oferecem saídas e soluções exequíveis. Se destacam nas profissões que exigem habilidade mental e manual, como fotografia. Rotinas flexíveis, precisam se sentir estimulados intelectualmente.
LIBRA - BALANÇA
O tipo relações públicas do zodíaco se dará bem em qualquer profissão em que tenha de estabelecer acordos entre as partes: direito, política. Actividades que incluam forte dose de sensibilidade artística, como decoração, arquitectura também são indicadas. São artistas por natureza e com isso sabem ser excelentes moderadores, agilizam equipes, mas não gostam de comandar nem executar trabalhos em solidão. Quanto a rotina, que seja variada, em que possam ser razoavelmente independentes e tenham contacto com gente.
ESCORPIÃO
Investigativos, ponderados e realizadores, se sentem realizados em profissões em que possam aplicar seu sexto sentido, como a psicologia, a psiquiatria, a cirurgia, a arqueologia. Por serem bons analistas, se dão bem na economia, e por saberem desvendar e administrar os recursos alheios, na administração financeira.
Precisam de rotina fluida, são bons líderes, um tanto rígidos, mas dão exemplo de seu esforço. Precisam sentir a confiança e a lealdade de seus chefes.
SAGITÁRIO
Inspirados, precisam agir por conta própria, como os seus colegas de signo de elemento fogo, Áries e Leão, os sagitarianos sabem antever o futuro, são desbravadores, se realizam no direito, no turismo, na geografia, nas relações internacionais, no comercio exterior, nas profissões que os obriguem a desbravar territórios desconhecidos.
Filósofos por natureza, se dão bem no ensino académico, na filosofia do direito, nas publicações e nas artes da linguagem, por sua tremenda persuasão. Bons vendedores, são chefes natos. Não gostam de rotina rígida.
CAPRICORNIO
Realizadores por natureza, gostam de ser aplaudidos por seus méritos conquistados por muito esforço, trabalham duro e são muito ambiciosos. Uma vez decidida sua vocação, seguirão firmes em sua direcção. De preferência, na administração publica, na política, na historia, pois respeitam o que foi testado no passado. São excelentes chefes, um tanto rígidos, mas sabem trabalhar ao lado de seus subalternos, ganhando sua confiança. Constroem um império na área escolhida e jogam com o tempo. São independentes e precisam de rotina bem delimitada.
AQUARIO
Inovadores, pacíficos, teimosos, se realizam nas áreas científicas e tecnológicas, na aeronáutica, navegação, aviação, mas também nas telecomunicações, na internet, jornalismo etc. São criativos, preferem trabalhar por conta própria, sem rotinas rígidas, e sua formação intelectual é factor de sucesso financeiro. Podem viajar para outros países, e se darem bem lá fora em algum estudo específico.
Como são um tanto excêntricos, podem correr contra as correntes dominantes nas artes e nas ciências, mas sempre mostram resultados com o tempo.
PEIXES
Artistas sensíveis por natureza, os piscianos se realizam em carreiras em que tenham de viajar muito, como turismo, diplomacia, direito internacional, vendas internacionais, pois apelam ao sentimento das pessoas. Quando artistas, líricos na musica, na poesia, no canto e dança. Se dão bem em actividades fluidas, que não tenham pressa para serem concluídas, preferem rotinas elásticas, e podem mudar de actividade e ramo conforme as épocas.
(Fonte: Folha Online- Urânia)
OS SONHOS DE DEUS...
"As promessas de Deus, portanto, são concedidas a nós por meio da fé, como presente,de graça; temos certeza de recebê-las, quer sigamos ou não os costumes judaicos, se tivermos fé como a de Abraão. Pois ele é o pais de todos nós quanto à fé." Romanos 4.16
Os sonhos de Deus, são maiores que os meus, Ele vai fazer o melhor por mim,
Ele vai além do que eu posso ver Ele faz o que eu não posso fazer
Deus vai cumprir os seus planos em mim Ele vai fazer o que lhe apraz
Sou pequeno e falho mas ele é Deus Ele só faz o melhor pelos seus
Acredito sim, ... que Deus vai fazer O impossível em meu viver
O impossível Deus vai fazer. Deus vai fazer o impossível.
Apesar das circunstâncias,
Apesar das provações,
Apesar dos espinhos
Eu acredito, eu acredito
Que Deus vai fazer o impossível
Em meu viver.
Acredite irmão, acredite que os sonhos de Deus na tua vida
São sonhos de vitória sonhos de alegria
Tenha certeza irmão, que apesar das provas que tu tens passado, que apesar dos espinhos que tu tens pisado os sonhos de Deus não morreram em tua vida tenha certeza que você não irá morrer antes que Deus cumpra em tua vida os planos e os sonhos que ele fez pra você.
"Os nossos planos, nossos projetos são nossos sonhos...
A promessa de Deus é o sonho dEle para nossas vidas"
Os sonhos de Deus, são maiores que os meus, Ele vai fazer o melhor por mim,
Ele vai além do que eu posso ver Ele faz o que eu não posso fazer
Deus vai cumprir os seus planos em mim Ele vai fazer o que lhe apraz
Sou pequeno e falho mas ele é Deus Ele só faz o melhor pelos seus
Acredito sim, ... que Deus vai fazer O impossível em meu viver
O impossível Deus vai fazer. Deus vai fazer o impossível.
Apesar das circunstâncias,
Apesar das provações,
Apesar dos espinhos
Eu acredito, eu acredito
Que Deus vai fazer o impossível
Em meu viver.
Acredite irmão, acredite que os sonhos de Deus na tua vida
São sonhos de vitória sonhos de alegria
Tenha certeza irmão, que apesar das provas que tu tens passado, que apesar dos espinhos que tu tens pisado os sonhos de Deus não morreram em tua vida tenha certeza que você não irá morrer antes que Deus cumpra em tua vida os planos e os sonhos que ele fez pra você.
"Os nossos planos, nossos projetos são nossos sonhos...
A promessa de Deus é o sonho dEle para nossas vidas"
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
SUPERDICAS PARA VIVER BEM E SER MAIS FELIZ...
Saiba como lidar com emoções e atitudes que geram felicidade....
Aprenda a livrar-se das dores inevitáveis.
Afora as dores relacionadas com os desconfortos físicos, existem outras que dizem respeito à nossa condição de seres racionais. Sofremos a perda de pessoas queridas. Nos entristecemos pelos descaminhos vividos por nossa pátria. Nos identificamos e sofremos as dores dos nossos amigos.
Nos preocupamos pelo destino dos nossos filhos. As doenças das pessoas que nos são caras doem em nós. Envelhecemos. Adoecemos. Sabemos que vamos morrer. Tudo isso faz parte da tragédia da nossa condição. São dores inevitáveis e seria absurdo imaginar que as pessoas felizes não passam por elas.
Aí estaríamos operando no domínio da fantasia, pensando de uma forma quase ridícula. As pessoas felizes são as que aceitam com docilidade as dores inerentes à vida. Ao aceitá-las com mais serenidade, talvez consigam sofrer menos com elas; e por menos tempo.
O objetivo é ser capaz de absorver e se livrar delas o mais rapidamente possível. Os dias da nossa vida são poucos e temos que perder o menor tempo possível com os sofrimentos que nos alcançam e sempre nos alcançarão. Nestes casos, penso que não existem os prazeres negativos relacionados com o fim da dor.
Quando conseguimos parar de sofrer pela morte de um ente querido, experimentamos, no máximo, um certo alívio. Isso porque a dor se atenua de forma progressiva e não é substituída por nenhum tipo de satisfação.
Aceitar os sofrimentos típicos da vida humana, consciente de sua condição, faz parte daquilo que chamamos de boa tolerância à frustração e contrariedades. Estas são as grandes contrariedades e, é claro, que quem as aceita terá mais facilidade para lidar com as menores, com os pequenos dissabores que nos chegam o tempo todo e de todos os lados.
Docilidade e boa tolerância a contrariedades não é sinal de conformismo e fraqueza.
Indica bom senso e ciência de que há regalias pelas quais vale à pena lutar e que há situações onde apenas nos cabe aceitar os fatos.
Uma pausa para o amor.
Antes de tratarmos dos prazeres positivos, penso que cabe um destaque especial para o amor, fonte das maiores confusões e mal entendidos. Vou tentar ser claro e rigoroso na defesa do meu ponto de vista.
Penso que o amor é o sentimento que temos pela pessoa cuja presença nos provoca a sensação de paz e aconchego que tanto necessitamos. Trata-se, pois, de um prazer negativo porque alivia a dor que acompanha a sensação de desamparo que nos persegue desde o instante em que nascemos.
Entendido o fenômeno desta forma, fica claro que nosso primeiro objeto de amor é a mãe e que todos os outros, ao longo da vida adulta, são substitutos dela. Entendo o amor como um sentimento que deriva do trauma do nascimento, momento da “expulsão do paraíso” e fim da harmonia uterina.
O desamparo deriva daí e faz com que nos sintamos incompletos quando estamos sozinhos. Buscamos refazer o bem-estar perdido por meio de alianças com outras pessoas.
O caráter quase físico desta aliança corresponde ao amor. Logo mais tratarei de outros aspectos relacionados com os elos adultos. De todo o modo, que fique claro desde já que o sexo não tem nada a ver com o amor – o que não quer dizer que não possa se acoplar a ele.
O sexo é excitação derivada da estimulação, por parte da criança, de suas zonas erógenas. O amor tem objeto – a mãe – ao passo que o sexo é pessoal – a criança toca a si mesma.
Aprendendo a curtir os verdadeiros prazeres positivos
OS PRAZERES DO CORPO - Vive bem quem consegue superar mais ou menos rapidamente as dores inexoráveis da nossa condição e que tem os meios necessários para viver próximo do ponto de equilíbrio, usufruindo de um bem-estar bastante gratificante. Esses são ingredientes essenciais à felicidade.
Ela seria incompleta e desinteressante se fosse composta apenas disso. A ela se agregam os prazeres positivos, aqueles que não dependem da existência prévia de nenhum tipo de desconforto ou dor.
O exemplo mais típico de um prazer positivo é a excitação sexual: saímos do zero, do bem-estar, para um estado de inquietação sentido como extraordinariamente agradável. Sentimos a excitação e somos conscientes disso.
Quando ela é muito intensa pode até mesmo interromper o processo de pensamento, determinando um estado de êxtase efêmero, mas suficientemente gratificante para justificar a busca insistente do prazer erótico por parte de quase todo o mundo.
A excitação sexual se manifesta a partir da estimulação táctil das zonas erógenas tanto quando elas são praticadas individualmente como também quando elas derivam de trocas de carícias entre duas pessoas.
Nos homens, a excitação pode depender também de estímulos visuais, sem que haja nenhum tipo de contato. Os objetos de desejo sexual são de natureza muito diferente dos objetos amorosos, pois são múltiplos e indiscriminados; e nem sempre estão em sintonia com os sentimentos amorosos.
O objeto do amor é muito específico, de modo que penso que só neste caso cabe falar em efetiva relação. As trocas de carícias eróticas são chamadas de relações sexuais, mas não sei se chegam a ser mesmo “relações” – isso quando acontecem fora do envolvimento amoroso.
A questão sexual é extraordinariamente complexa em nossa espécie por diversos motivos. Como as “relações sexuais” podem determinar a reprodução, sempre estiveram fortemente regulamentadas.
Sempre foram mal vistas por certas correntes religiosas por serem fonte de grandes prazeres. Além disso, contém mais um ingrediente, este sim difícil de ser equacionado.
Estou me referindo à vaidade, ao prazer erótico relacionado com o exibicionismo, com o atrair olhares de admiração e eventualmente de desejo, com o ato de se destacar.
O destaque pode acontecer por força da beleza ou outras competências físicas extraordinárias. Ele pode se manifestar também em outras áreas, como nas realizações profissionais, artísticas ou intelectuais.
Atraem a admiração e despertam uma excitação muito grande na pessoa que consegue se sobressair. Penso na vaidade como o mais complicado elemento da nossa subjetividade.
Ela é responsável pela busca de notoriedade, de chamar a atenção, da pessoa se sobrepor às outras. Acontece que aquelas que não conseguem igual destaque – e que são a maioria – se sentem diminuídas, incomodadas, invejosas e revoltadas.
O destaque implica sempre na presença de propriedades incomuns, privilégio de uma minoria. Constituem-se assim as “felicidades aristocráticas”, relacionadas com a beleza física, com dotes atléticos espetaculares, com uma inteligência privilegiada, algum dote artístico valorizado ou mesmo a posse de muitos bens materiais.
Elas podem fazer bem aos que as possuem, mas desequilibram as sociedades, gerando ondas de hostilidade invejosa insolúveis. O sexo é prazer físico positivo por excelência e, por meio da vaidade, pode contaminar também os prazeres intelectuais.
Existem outros prazeres físicos e que são de natureza mais democrática. Talvez devêssemos, como sociedade e como indivíduos, nos ater mais a eles. Podemos nos deleitar com a dança, com os esportes individuais por meio dos quais estamos apenas nos tornando cada vez mais bem condicionados – sem expectativa competitiva alguma.
Ficamos felizes ao conseguirmos chegar ao peso desejado, ao sentirmos nosso corpo rendendo o máximo.
Essas são “felicidades democráticas”, uma vez que estão aí à disposição de todos aqueles que se disciplinarem e dedicarem algumas horas da semana ao cultivo do corpo.
OS PRAZERES INTELECTUAIS - Graças ao “software” sofisticado que conseguimos construir, fomos capazes de desenvolver prazeres intelectuais autônomos – apesar de que eles também estão contaminados com a vaidade, elemento erótico por excelência.
Aprender é um prazer positivo que nos acompanha desde tenra infância e que deveria ser cultivado sempre. Aprender é prazer profundamente democrático, já que aí há espaço para que todos evoluam.
Perceber que conseguimos apreciar melhor as artes, que podemos curtir cada vez mais e melhor os bons filmes, que as conversas sofisticadas com os amigos queridos são uma delícia e que estamos sendo capazes de evoluir emocional e moralmente talvez sejam nossos maiores prazeres intelectuais, certamente os únicos comparáveis com os prazeres do sexo.
Os genuínos prazeres intelectuais independem da vaidade, pois a boa conversa e a emoção ao ouvir uma música não necessitam de observadores – essenciais no exibicionismo. Os avanços intelectuais e morais nos levam a ser criaturas disciplinadas e costumam trazer grande satisfação íntima.
O que chamamos de autoestima é relacionado com isso, uma vez que podemos fazer um juízo cada vez melhor de nós mesmos. Eles vêm acompanhados de melhores resultados práticos, o que reforça a vaidade.
Os avanços profissionais se tornam quase que inevitáveis. Um outro avanço fundamental também ocorre e esse tem a ver com o aspecto sentimental. Uma boa autoestima altera o foco da admiração, que passa a se dirigir na direção das pessoas com quem as afinidades predominam.
Passamos a nos encantar por pessoas escolhidas segundo os mesmos critérios que os amigos, ou seja, aqueles com quem temos o enorme prazer intelectual derivado de conversas intensas e sinceras. Amigos são criaturas confiáveis.
Amigos determinam prazeres positivos porque não precisamos nos sentir desamparados ou tristes para que apreciemos muito a companhia deles.
Ao estabelecermos o elo relacionado ao aconchego sentimental com um parceiro que também seja o nosso melhor amigo, estaremos nos aproximando do melhor dos mundos.
Aprendendo a lidar com o medo da felicidade.
O amor, que era um prazer negativo, ganha um enorme ingrediente positivo relacionado ao fato da pessoa formar o elo com alguém que também seja o seu melhor amigo.
Se este parceiro for também aquele com quem se têm as relações sexuais (agora sim dignas deste nome), então estamos diante daquilo que tenho chamado de +amor, ou seja, aconchego mais amizade e mais sexo!
Atenuamos o desamparo, trocamos carícias eróticas e somos íntimos da mesma pessoa. É o máximo que se pode pretender de um relacionamento afetivo. É uma pena que seja um encontro tão incomum.
Não é à toa, pois ele depende de um grande desenvolvimento emocional, moral e também de uma grande coragem. Isso porque somos portadores de mais um problema enorme que é o seguinte: temos muito medo da felicidade.
Sempre que nos aproximamos desse estado de plenitude, no qual sentimos que nada nos falta – ainda que isso seja uma sensação que descreve um momento ou um breve período – nos apavoramos porque sentimos que algo de terrível está para nos acontecer.
Todo o pensamento supersticioso, tão profundamente arraigado em nossa cultura, tem a ver com o medo da felicidade. Acontecimentos positivos nos levam a praticar rituais de proteção contra as eventuais desgraças que parecem estar prestes a acontecer.
Como a felicidade sentimental é o maior sonho da maioria das pessoas também é a mais forte causa do medo da felicidade. Penso também que o fenômeno amoroso tem uma relação direta e imediata com o medo da felicidade, porque ambos derivam da dramática experiência do nascimento.
Até um determinado momento, estávamos vivendo em plena harmonia no útero materno e, num instante seguinte, fomos dramaticamente expulsos de lá. Se o amor provoca sensações parecidas com a plenitude uterina, parece que, ao conseguirmos realizá-lo, seremos vítimas de uma nova ruptura, de um novo “big bang”.
Felizmente isso não é verdadeiro. Trata-se de uma espécie de condicionamento, uma fobia que se estabeleceu a partir do trauma do nascimento.
A verdade é que a felicidade não aumenta em nada as chances de que coisas ruins nos aconteçam. Mas não acreditamos nisso. E aí, o que fazemos?
Fugimos ativamente da felicidade buscando parceiros menos adequados e que não irão nos completar inteiramente.
Essa é apenas uma das muitas manifestações destrutivas que têm que ser combatidas por aqueles que pretendem avançar na direção de uma ótima qualidade de vida.
Assim sendo, tentar domesticar o medo da felicidade e as tendências autodestrutivas que derivam dele é o último e dificílimo obstáculo a ser vencido por aqueles que querem conhecer de perto a paz de espírito e as alegrias que caracterizam a felicidade possível.
Flávio Gikovate
Aprenda a livrar-se das dores inevitáveis.
Afora as dores relacionadas com os desconfortos físicos, existem outras que dizem respeito à nossa condição de seres racionais. Sofremos a perda de pessoas queridas. Nos entristecemos pelos descaminhos vividos por nossa pátria. Nos identificamos e sofremos as dores dos nossos amigos.
Nos preocupamos pelo destino dos nossos filhos. As doenças das pessoas que nos são caras doem em nós. Envelhecemos. Adoecemos. Sabemos que vamos morrer. Tudo isso faz parte da tragédia da nossa condição. São dores inevitáveis e seria absurdo imaginar que as pessoas felizes não passam por elas.
Aí estaríamos operando no domínio da fantasia, pensando de uma forma quase ridícula. As pessoas felizes são as que aceitam com docilidade as dores inerentes à vida. Ao aceitá-las com mais serenidade, talvez consigam sofrer menos com elas; e por menos tempo.
O objetivo é ser capaz de absorver e se livrar delas o mais rapidamente possível. Os dias da nossa vida são poucos e temos que perder o menor tempo possível com os sofrimentos que nos alcançam e sempre nos alcançarão. Nestes casos, penso que não existem os prazeres negativos relacionados com o fim da dor.
Quando conseguimos parar de sofrer pela morte de um ente querido, experimentamos, no máximo, um certo alívio. Isso porque a dor se atenua de forma progressiva e não é substituída por nenhum tipo de satisfação.
Aceitar os sofrimentos típicos da vida humana, consciente de sua condição, faz parte daquilo que chamamos de boa tolerância à frustração e contrariedades. Estas são as grandes contrariedades e, é claro, que quem as aceita terá mais facilidade para lidar com as menores, com os pequenos dissabores que nos chegam o tempo todo e de todos os lados.
Docilidade e boa tolerância a contrariedades não é sinal de conformismo e fraqueza.
Indica bom senso e ciência de que há regalias pelas quais vale à pena lutar e que há situações onde apenas nos cabe aceitar os fatos.
Uma pausa para o amor.
Antes de tratarmos dos prazeres positivos, penso que cabe um destaque especial para o amor, fonte das maiores confusões e mal entendidos. Vou tentar ser claro e rigoroso na defesa do meu ponto de vista.
Penso que o amor é o sentimento que temos pela pessoa cuja presença nos provoca a sensação de paz e aconchego que tanto necessitamos. Trata-se, pois, de um prazer negativo porque alivia a dor que acompanha a sensação de desamparo que nos persegue desde o instante em que nascemos.
Entendido o fenômeno desta forma, fica claro que nosso primeiro objeto de amor é a mãe e que todos os outros, ao longo da vida adulta, são substitutos dela. Entendo o amor como um sentimento que deriva do trauma do nascimento, momento da “expulsão do paraíso” e fim da harmonia uterina.
O desamparo deriva daí e faz com que nos sintamos incompletos quando estamos sozinhos. Buscamos refazer o bem-estar perdido por meio de alianças com outras pessoas.
O caráter quase físico desta aliança corresponde ao amor. Logo mais tratarei de outros aspectos relacionados com os elos adultos. De todo o modo, que fique claro desde já que o sexo não tem nada a ver com o amor – o que não quer dizer que não possa se acoplar a ele.
O sexo é excitação derivada da estimulação, por parte da criança, de suas zonas erógenas. O amor tem objeto – a mãe – ao passo que o sexo é pessoal – a criança toca a si mesma.
Aprendendo a curtir os verdadeiros prazeres positivos
OS PRAZERES DO CORPO - Vive bem quem consegue superar mais ou menos rapidamente as dores inexoráveis da nossa condição e que tem os meios necessários para viver próximo do ponto de equilíbrio, usufruindo de um bem-estar bastante gratificante. Esses são ingredientes essenciais à felicidade.
Ela seria incompleta e desinteressante se fosse composta apenas disso. A ela se agregam os prazeres positivos, aqueles que não dependem da existência prévia de nenhum tipo de desconforto ou dor.
O exemplo mais típico de um prazer positivo é a excitação sexual: saímos do zero, do bem-estar, para um estado de inquietação sentido como extraordinariamente agradável. Sentimos a excitação e somos conscientes disso.
Quando ela é muito intensa pode até mesmo interromper o processo de pensamento, determinando um estado de êxtase efêmero, mas suficientemente gratificante para justificar a busca insistente do prazer erótico por parte de quase todo o mundo.
A excitação sexual se manifesta a partir da estimulação táctil das zonas erógenas tanto quando elas são praticadas individualmente como também quando elas derivam de trocas de carícias entre duas pessoas.
Nos homens, a excitação pode depender também de estímulos visuais, sem que haja nenhum tipo de contato. Os objetos de desejo sexual são de natureza muito diferente dos objetos amorosos, pois são múltiplos e indiscriminados; e nem sempre estão em sintonia com os sentimentos amorosos.
O objeto do amor é muito específico, de modo que penso que só neste caso cabe falar em efetiva relação. As trocas de carícias eróticas são chamadas de relações sexuais, mas não sei se chegam a ser mesmo “relações” – isso quando acontecem fora do envolvimento amoroso.
A questão sexual é extraordinariamente complexa em nossa espécie por diversos motivos. Como as “relações sexuais” podem determinar a reprodução, sempre estiveram fortemente regulamentadas.
Sempre foram mal vistas por certas correntes religiosas por serem fonte de grandes prazeres. Além disso, contém mais um ingrediente, este sim difícil de ser equacionado.
Estou me referindo à vaidade, ao prazer erótico relacionado com o exibicionismo, com o atrair olhares de admiração e eventualmente de desejo, com o ato de se destacar.
O destaque pode acontecer por força da beleza ou outras competências físicas extraordinárias. Ele pode se manifestar também em outras áreas, como nas realizações profissionais, artísticas ou intelectuais.
Atraem a admiração e despertam uma excitação muito grande na pessoa que consegue se sobressair. Penso na vaidade como o mais complicado elemento da nossa subjetividade.
Ela é responsável pela busca de notoriedade, de chamar a atenção, da pessoa se sobrepor às outras. Acontece que aquelas que não conseguem igual destaque – e que são a maioria – se sentem diminuídas, incomodadas, invejosas e revoltadas.
O destaque implica sempre na presença de propriedades incomuns, privilégio de uma minoria. Constituem-se assim as “felicidades aristocráticas”, relacionadas com a beleza física, com dotes atléticos espetaculares, com uma inteligência privilegiada, algum dote artístico valorizado ou mesmo a posse de muitos bens materiais.
Elas podem fazer bem aos que as possuem, mas desequilibram as sociedades, gerando ondas de hostilidade invejosa insolúveis. O sexo é prazer físico positivo por excelência e, por meio da vaidade, pode contaminar também os prazeres intelectuais.
Existem outros prazeres físicos e que são de natureza mais democrática. Talvez devêssemos, como sociedade e como indivíduos, nos ater mais a eles. Podemos nos deleitar com a dança, com os esportes individuais por meio dos quais estamos apenas nos tornando cada vez mais bem condicionados – sem expectativa competitiva alguma.
Ficamos felizes ao conseguirmos chegar ao peso desejado, ao sentirmos nosso corpo rendendo o máximo.
Essas são “felicidades democráticas”, uma vez que estão aí à disposição de todos aqueles que se disciplinarem e dedicarem algumas horas da semana ao cultivo do corpo.
OS PRAZERES INTELECTUAIS - Graças ao “software” sofisticado que conseguimos construir, fomos capazes de desenvolver prazeres intelectuais autônomos – apesar de que eles também estão contaminados com a vaidade, elemento erótico por excelência.
Aprender é um prazer positivo que nos acompanha desde tenra infância e que deveria ser cultivado sempre. Aprender é prazer profundamente democrático, já que aí há espaço para que todos evoluam.
Perceber que conseguimos apreciar melhor as artes, que podemos curtir cada vez mais e melhor os bons filmes, que as conversas sofisticadas com os amigos queridos são uma delícia e que estamos sendo capazes de evoluir emocional e moralmente talvez sejam nossos maiores prazeres intelectuais, certamente os únicos comparáveis com os prazeres do sexo.
Os genuínos prazeres intelectuais independem da vaidade, pois a boa conversa e a emoção ao ouvir uma música não necessitam de observadores – essenciais no exibicionismo. Os avanços intelectuais e morais nos levam a ser criaturas disciplinadas e costumam trazer grande satisfação íntima.
O que chamamos de autoestima é relacionado com isso, uma vez que podemos fazer um juízo cada vez melhor de nós mesmos. Eles vêm acompanhados de melhores resultados práticos, o que reforça a vaidade.
Os avanços profissionais se tornam quase que inevitáveis. Um outro avanço fundamental também ocorre e esse tem a ver com o aspecto sentimental. Uma boa autoestima altera o foco da admiração, que passa a se dirigir na direção das pessoas com quem as afinidades predominam.
Passamos a nos encantar por pessoas escolhidas segundo os mesmos critérios que os amigos, ou seja, aqueles com quem temos o enorme prazer intelectual derivado de conversas intensas e sinceras. Amigos são criaturas confiáveis.
Amigos determinam prazeres positivos porque não precisamos nos sentir desamparados ou tristes para que apreciemos muito a companhia deles.
Ao estabelecermos o elo relacionado ao aconchego sentimental com um parceiro que também seja o nosso melhor amigo, estaremos nos aproximando do melhor dos mundos.
Aprendendo a lidar com o medo da felicidade.
O amor, que era um prazer negativo, ganha um enorme ingrediente positivo relacionado ao fato da pessoa formar o elo com alguém que também seja o seu melhor amigo.
Se este parceiro for também aquele com quem se têm as relações sexuais (agora sim dignas deste nome), então estamos diante daquilo que tenho chamado de +amor, ou seja, aconchego mais amizade e mais sexo!
Atenuamos o desamparo, trocamos carícias eróticas e somos íntimos da mesma pessoa. É o máximo que se pode pretender de um relacionamento afetivo. É uma pena que seja um encontro tão incomum.
Não é à toa, pois ele depende de um grande desenvolvimento emocional, moral e também de uma grande coragem. Isso porque somos portadores de mais um problema enorme que é o seguinte: temos muito medo da felicidade.
Sempre que nos aproximamos desse estado de plenitude, no qual sentimos que nada nos falta – ainda que isso seja uma sensação que descreve um momento ou um breve período – nos apavoramos porque sentimos que algo de terrível está para nos acontecer.
Todo o pensamento supersticioso, tão profundamente arraigado em nossa cultura, tem a ver com o medo da felicidade. Acontecimentos positivos nos levam a praticar rituais de proteção contra as eventuais desgraças que parecem estar prestes a acontecer.
Como a felicidade sentimental é o maior sonho da maioria das pessoas também é a mais forte causa do medo da felicidade. Penso também que o fenômeno amoroso tem uma relação direta e imediata com o medo da felicidade, porque ambos derivam da dramática experiência do nascimento.
Até um determinado momento, estávamos vivendo em plena harmonia no útero materno e, num instante seguinte, fomos dramaticamente expulsos de lá. Se o amor provoca sensações parecidas com a plenitude uterina, parece que, ao conseguirmos realizá-lo, seremos vítimas de uma nova ruptura, de um novo “big bang”.
Felizmente isso não é verdadeiro. Trata-se de uma espécie de condicionamento, uma fobia que se estabeleceu a partir do trauma do nascimento.
A verdade é que a felicidade não aumenta em nada as chances de que coisas ruins nos aconteçam. Mas não acreditamos nisso. E aí, o que fazemos?
Fugimos ativamente da felicidade buscando parceiros menos adequados e que não irão nos completar inteiramente.
Essa é apenas uma das muitas manifestações destrutivas que têm que ser combatidas por aqueles que pretendem avançar na direção de uma ótima qualidade de vida.
Assim sendo, tentar domesticar o medo da felicidade e as tendências autodestrutivas que derivam dele é o último e dificílimo obstáculo a ser vencido por aqueles que querem conhecer de perto a paz de espírito e as alegrias que caracterizam a felicidade possível.
Flávio Gikovate
OS BONS E MAUS...
Os bons e os maus resultados dos nossos ditos e obras vão-se distribuindo, supõe-se que de uma maneira bastante uniforme e equilibrada, por todos os dias do futuro, incluindo aqueles, infindáveis, em que já cá não estaremos para poder comprová-lo, para congratularmo-nos ou para pedir perdão, aliás, há quem diga que é isto a imortalidade de que tanto se fala.
José Saramago
José Saramago
CUIDE DO SEU CORAÇÃO...
"As pessoas não vão querer pisar em você, a menos que você se deite".
-Se ele não te quer, nada pode fazê-lo ficar.
-Pare de dar desculpas (de arranjar justificativas) para um homem e seu comportamento.
-Permita que sua intuição (ou espírito) te proteja das mágoas.
-Pare de tentar se modificar para uma relação que não tem que acontecer.
-Mais devagar é melhor. Nunca dedique sua vida a um homem antes que você encontre o que realmente te faz feliz.
-Se uma relação terminar porque o homem não te tratou como você merecia, "mande pro inferno, esquece!", vocês não podem "ser amigos". Um amigo não destrataria outro amigo.
-Não conserte nada.
-Se você sente que ele está te enrolando, provavelmente é porque ele está mesmo. Não continue (a relação) porque você acha que "ela vai melhorar". Você vai se chatear daqui um ano por continuar a relação quando as coisas ainda não estiverem melhores.
-A única pessoa que você pode controlar em uma relação é você mesma.
-Evite homens que têm um monte de filhos, e de um monte de mulheres diferentes. Ele não casou com elas quando elas ficaram grávidas, então, porque ele te trataria diferente?
-Sempre tenha seu próprio círculo de amizade, separadamente do dele.
-Coloque limites no modo como um homem te trata. Se algo te irritar, faça um escândalo.
-Nunca deixe um homem saber de tudo. Mais tarde ele usará isso contra você.
-Você não pode mudar o comportamento de um homem. A mudança vem de dentro.
-Nunca o deixe sentir que ele é mais importante que você. Mesmo se ele tiver um maior grau de escolaridade ou um emprego melhor.
-Não o torne um semi-deus. Ele é um homem, nada além ou aquém disso.
-Nunca deixe um homem definir quem você é.
-Nunca pegue o homem de alguém emprestado. Se ele traiu alguém com você, ele te trairá.
-Um homem vai te tratar do jeito que você permita que ele te trate.
-Todos os homens NÃO são cachorros.
-Você não deve ser a única a fazer tudo... Compromisso é uma via de mão dupla.
-Você precisa de tempo para se cuidar entre as relações. Não há nada tão precioso quanto viajar.
-Veja as suas questões antes de um novo relacionamento.
-Você nunca deve olhar para alguém sentindo que a pessoa irá te completar... Uma relação consiste de dois indivíduos completos. Procure alguém que irá te complementar, não suplementar.
-Namorar é bacana mesmo se ele não for o esperado Príncipe Encantado.
-Faça-o sentir falta de você algumas vezes... Quando um homem sempre sabe que você está lá, e que você está sempre disponível para ele - ele se acha...
-Nunca se mude para a casa da mãe dele. Nunca seja cúmplice de um homem.
-Não se comprometa completamente com um homem que não te dá tudo o que você precisa.
-Se um homem quer você nada pode fazê-lo manter-se longe.
Ladies, cuidem bem de seus corações...
Oprah Winfrey
-Se ele não te quer, nada pode fazê-lo ficar.
-Pare de dar desculpas (de arranjar justificativas) para um homem e seu comportamento.
-Permita que sua intuição (ou espírito) te proteja das mágoas.
-Pare de tentar se modificar para uma relação que não tem que acontecer.
-Mais devagar é melhor. Nunca dedique sua vida a um homem antes que você encontre o que realmente te faz feliz.
-Se uma relação terminar porque o homem não te tratou como você merecia, "mande pro inferno, esquece!", vocês não podem "ser amigos". Um amigo não destrataria outro amigo.
-Não conserte nada.
-Se você sente que ele está te enrolando, provavelmente é porque ele está mesmo. Não continue (a relação) porque você acha que "ela vai melhorar". Você vai se chatear daqui um ano por continuar a relação quando as coisas ainda não estiverem melhores.
-A única pessoa que você pode controlar em uma relação é você mesma.
-Evite homens que têm um monte de filhos, e de um monte de mulheres diferentes. Ele não casou com elas quando elas ficaram grávidas, então, porque ele te trataria diferente?
-Sempre tenha seu próprio círculo de amizade, separadamente do dele.
-Coloque limites no modo como um homem te trata. Se algo te irritar, faça um escândalo.
-Nunca deixe um homem saber de tudo. Mais tarde ele usará isso contra você.
-Você não pode mudar o comportamento de um homem. A mudança vem de dentro.
-Nunca o deixe sentir que ele é mais importante que você. Mesmo se ele tiver um maior grau de escolaridade ou um emprego melhor.
-Não o torne um semi-deus. Ele é um homem, nada além ou aquém disso.
-Nunca deixe um homem definir quem você é.
-Nunca pegue o homem de alguém emprestado. Se ele traiu alguém com você, ele te trairá.
-Um homem vai te tratar do jeito que você permita que ele te trate.
-Todos os homens NÃO são cachorros.
-Você não deve ser a única a fazer tudo... Compromisso é uma via de mão dupla.
-Você precisa de tempo para se cuidar entre as relações. Não há nada tão precioso quanto viajar.
-Veja as suas questões antes de um novo relacionamento.
-Você nunca deve olhar para alguém sentindo que a pessoa irá te completar... Uma relação consiste de dois indivíduos completos. Procure alguém que irá te complementar, não suplementar.
-Namorar é bacana mesmo se ele não for o esperado Príncipe Encantado.
-Faça-o sentir falta de você algumas vezes... Quando um homem sempre sabe que você está lá, e que você está sempre disponível para ele - ele se acha...
-Nunca se mude para a casa da mãe dele. Nunca seja cúmplice de um homem.
-Não se comprometa completamente com um homem que não te dá tudo o que você precisa.
-Se um homem quer você nada pode fazê-lo manter-se longe.
Ladies, cuidem bem de seus corações...
Oprah Winfrey
EUTANÁSIA...
Eutanásia é definida como sendo a prática pela qual se abrevia, sem dor ou sofrimento, a vida de um enfermo incurável.
A sua aplicação tem sido defendida em diversos países, tais como Bélgica e Holanda, sob o argumento de que só seria realizada em casos de doenças irreversíveis, quando o doente já se encontrasse em condições muito precárias de sobrevivência.
Alguns alegam tratar-se de um ato piedoso, porque estaria sendo abreviado o sofrimento de um ser.
Outros, ainda, afirmam que muito dinheiro estaria sendo economizado, já que qualquer recurso despendido para manter aquela vida seria inútil e, por conseqüência, um desperdício.
Há aqueles, também, que afirmam ser tal conduta uma forma de alívio também para a família do doente que estaria demasiadamente onerada por tal situação.
Tais posicionamentos, porém, demonstram de forma inequívoca a predominância do conceito materialista e total ignorância das realidades espirituais.
Não cabe ao homem, em circunstância alguma, ou sob qualquer pretexto, o direito de escolher e deliberar sobre a vida ou a morte de seu próximo.
Afinal, doenças tidas ontem como incuráveis podem ser resolvidas pela medicina moderna.
E a ninguém é dado precisar o tempo de vida de um paciente, pois sabemos que esse tipo de prognóstico é muito duvidoso e, por vezes, equivocado.
A ciência humana erra.
Deus não erra nunca.
Há muitas histórias de pessoas tidas como doentes terminais que sobrevivem à crise e superam a própria enfermidade, vivendo por muito tempo além do que lhe havia sido previsto.
Além disso, essa falsa piedade atrapalha a terapêutica divina, nos processos redentores da reabilitação.
A agonia prolongada pode ter finalidade preciosa para a alma e a moléstia incurável pode ser, em verdade, um bem.
Os desígnios de Deus são insondáveis e a ciência humana por demais precária para poder decidir a respeito de problemas transcendentes das necessidades do espírito.
Cada minuto, em qualquer vida, é muito precioso para o espírito em resgate abençoado.
Quantas resoluções nobres e decisões felizes ocorrem em um relance momentâneo?
Desconhecemos as reflexões que o espírito pode fazer nas convulsões da agonia e quantos tormentos lhe podem ser poupados em um relâmpago de arrependimento.
A eutanásia, portanto, interrompe o processo de depuração em que se encontra o espírito encarnado, através da enfermidade, impondo-lhe sérias dificuldades inclusive no retorno ao plano espiritual.
Ademais, alguns familiares que buscam tal recurso, na realidade, encontram-se apenas e indevidamente ansiosos por libertar-se do comprometimento e da responsabilidade de ajudar, sustentar e amar ainda mais.
E no que diz respeito aos custos decorrentes dos longos tratamentos a que se submetem doentes terminais, resta-nos analisar o fato de que muito dinheiro é gasto de forma irresponsável, sustentando-se os mais variados vícios.
Como então alegar que é desperdício gastar-se com remédios e procedimentos que podem, de alguma forma, buscar o restabelecimento de alguém que sofre?
A postura do verdadeiro cristão deve ser sempre em favor da manutenção da vida e de respeito em relação aos desígnios de Deus.
Compete-nos buscar não só minorar os sofrimentos de nossos irmãos, mas também, confiar na justiça e na bondade divina.
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base nos livros Após a Tempestade, de Divaldo Franco, pelo Espírito Joanna de Angelis, cap. 14; O Consolador, de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel, perg. 70; O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, cap. V, item 28; E quem tem medo da morte?, de Richard Simonetti.
A sua aplicação tem sido defendida em diversos países, tais como Bélgica e Holanda, sob o argumento de que só seria realizada em casos de doenças irreversíveis, quando o doente já se encontrasse em condições muito precárias de sobrevivência.
Alguns alegam tratar-se de um ato piedoso, porque estaria sendo abreviado o sofrimento de um ser.
Outros, ainda, afirmam que muito dinheiro estaria sendo economizado, já que qualquer recurso despendido para manter aquela vida seria inútil e, por conseqüência, um desperdício.
Há aqueles, também, que afirmam ser tal conduta uma forma de alívio também para a família do doente que estaria demasiadamente onerada por tal situação.
Tais posicionamentos, porém, demonstram de forma inequívoca a predominância do conceito materialista e total ignorância das realidades espirituais.
Não cabe ao homem, em circunstância alguma, ou sob qualquer pretexto, o direito de escolher e deliberar sobre a vida ou a morte de seu próximo.
Afinal, doenças tidas ontem como incuráveis podem ser resolvidas pela medicina moderna.
E a ninguém é dado precisar o tempo de vida de um paciente, pois sabemos que esse tipo de prognóstico é muito duvidoso e, por vezes, equivocado.
A ciência humana erra.
Deus não erra nunca.
Há muitas histórias de pessoas tidas como doentes terminais que sobrevivem à crise e superam a própria enfermidade, vivendo por muito tempo além do que lhe havia sido previsto.
Além disso, essa falsa piedade atrapalha a terapêutica divina, nos processos redentores da reabilitação.
A agonia prolongada pode ter finalidade preciosa para a alma e a moléstia incurável pode ser, em verdade, um bem.
Os desígnios de Deus são insondáveis e a ciência humana por demais precária para poder decidir a respeito de problemas transcendentes das necessidades do espírito.
Cada minuto, em qualquer vida, é muito precioso para o espírito em resgate abençoado.
Quantas resoluções nobres e decisões felizes ocorrem em um relance momentâneo?
Desconhecemos as reflexões que o espírito pode fazer nas convulsões da agonia e quantos tormentos lhe podem ser poupados em um relâmpago de arrependimento.
A eutanásia, portanto, interrompe o processo de depuração em que se encontra o espírito encarnado, através da enfermidade, impondo-lhe sérias dificuldades inclusive no retorno ao plano espiritual.
Ademais, alguns familiares que buscam tal recurso, na realidade, encontram-se apenas e indevidamente ansiosos por libertar-se do comprometimento e da responsabilidade de ajudar, sustentar e amar ainda mais.
E no que diz respeito aos custos decorrentes dos longos tratamentos a que se submetem doentes terminais, resta-nos analisar o fato de que muito dinheiro é gasto de forma irresponsável, sustentando-se os mais variados vícios.
Como então alegar que é desperdício gastar-se com remédios e procedimentos que podem, de alguma forma, buscar o restabelecimento de alguém que sofre?
A postura do verdadeiro cristão deve ser sempre em favor da manutenção da vida e de respeito em relação aos desígnios de Deus.
Compete-nos buscar não só minorar os sofrimentos de nossos irmãos, mas também, confiar na justiça e na bondade divina.
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base nos livros Após a Tempestade, de Divaldo Franco, pelo Espírito Joanna de Angelis, cap. 14; O Consolador, de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel, perg. 70; O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, cap. V, item 28; E quem tem medo da morte?, de Richard Simonetti.
PRATO DE SOPA...
"Não te apresses no teu espírito a irar-te, porque a ira repousa no íntimo dos tolos."
Eclesiastes 7.9
Em uma cidade interiorana, havia um homem que não se irritava e não discutia com ninguém.
Sempre encontrava saída cordial, não feria ninguém, nem se aborrecia com as pessoas.
Morava em modesta pensão, onde era admirado e querido.
Para testá-lo, um dia seus companheiros combinaram leva-lo a irritação e à discussão numa determinada noite em que o levariam para jantar.
Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria responsável por atender a mesa reservada para a ocasião.
Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, da qual o homem gostava muito.
A garçonete chegou próximo a ele, pela esquerda, e ele, prontamente levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa de servir, mas ela serviu todos os demais, e quando chegou a vez dele, foi para a outra mesa.
Ele esperou calmamente e em silêncio, que ela voltasse.
Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.
Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma como quem havia concluído a tarefa e retornou à cozinha. Naquele momento não se ouvia qualquer ruído.
Todos o observavam discretamente, para ver sua reação.
Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência e lhe disse:
-O que o senhor deseja?
Ao que ele respondeu, naturalmente:
-A senhora não me serviu a sopa.
Novamente ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o:
-Servi sim senhor!
Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...
Todos pensaram que ele iria brigar...
Suspense e silêncio total.
Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranqüilamente:
-A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!
Os amigos frustrados por não conseguir faze-lo discutir e se irritar com a moça, terminaram o jantar, convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.
"Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irritação e impensadamente".
Ao protagonista de nossa singela história, não importava quem estava com a razão, e sim importava evitar as discussões desgastantes e improdutivas.
Quem age assim sai ganhando sempre, pois não se desgasta com emoções que podem provocar sérios problemas de saúde ou acabar em desgraça.
Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas tão sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discussão.
Isso porque algumas pessoas têm a tola pretensão de não levar desaforo para casa, mas acaba levando tensão e nervosismo, o que só faz mal para você mesmo e para as pessoas a sua volta.
Por isso a importância de aprender a arte de não se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma saída inteligente como fez o homem no restaurante.
Pense nisso!
Não importa quem esteja com a razão e sim importa evitar discussões.
Evite brigas por motivos pequenos.
"A pessoa que se irrita aspira ao tóxico que exterioriza em volta e envenena a si própria".
Eclesiastes 7.9
Em uma cidade interiorana, havia um homem que não se irritava e não discutia com ninguém.
Sempre encontrava saída cordial, não feria ninguém, nem se aborrecia com as pessoas.
Morava em modesta pensão, onde era admirado e querido.
Para testá-lo, um dia seus companheiros combinaram leva-lo a irritação e à discussão numa determinada noite em que o levariam para jantar.
Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria responsável por atender a mesa reservada para a ocasião.
Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, da qual o homem gostava muito.
A garçonete chegou próximo a ele, pela esquerda, e ele, prontamente levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa de servir, mas ela serviu todos os demais, e quando chegou a vez dele, foi para a outra mesa.
Ele esperou calmamente e em silêncio, que ela voltasse.
Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.
Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma como quem havia concluído a tarefa e retornou à cozinha. Naquele momento não se ouvia qualquer ruído.
Todos o observavam discretamente, para ver sua reação.
Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência e lhe disse:
-O que o senhor deseja?
Ao que ele respondeu, naturalmente:
-A senhora não me serviu a sopa.
Novamente ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o:
-Servi sim senhor!
Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...
Todos pensaram que ele iria brigar...
Suspense e silêncio total.
Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranqüilamente:
-A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!
Os amigos frustrados por não conseguir faze-lo discutir e se irritar com a moça, terminaram o jantar, convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.
"Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irritação e impensadamente".
Ao protagonista de nossa singela história, não importava quem estava com a razão, e sim importava evitar as discussões desgastantes e improdutivas.
Quem age assim sai ganhando sempre, pois não se desgasta com emoções que podem provocar sérios problemas de saúde ou acabar em desgraça.
Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas tão sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discussão.
Isso porque algumas pessoas têm a tola pretensão de não levar desaforo para casa, mas acaba levando tensão e nervosismo, o que só faz mal para você mesmo e para as pessoas a sua volta.
Por isso a importância de aprender a arte de não se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma saída inteligente como fez o homem no restaurante.
Pense nisso!
Não importa quem esteja com a razão e sim importa evitar discussões.
Evite brigas por motivos pequenos.
"A pessoa que se irrita aspira ao tóxico que exterioriza em volta e envenena a si própria".
Assinar:
Postagens (Atom)






.jpg)



.jpg)
