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terça-feira, 11 de agosto de 2009

OBSERVADOR...


Enquanto a mãe zela, o pai observa!
E se as palavras não expressam, pequenos gestos, como o segurar a bicicleta na primeira volta, andar de mãos dadas pelo parquinho, levar de cavalinho pela casa, brincar com o carrinho sem rodas, ou mesmo jogar vídeo-game em silêncio, fazem do amor paternal, um amor único, que marca mais pela "presença", lembra uma fortaleza...
Enquanto o amor de mãe é, e sempre será, incondicional, o pai observa, explica, corrige, exemplifica, mas é tão humano e por vezes cai.
O pai é a parte racional cheia de emoções.
O que precisa ser durão, forte, sustentáculo...
Mas quantas vezes se pega chorando, escondendo lágrimas que teimam em cair.
O pai observa...
Seja de onde for, ele zela.
Para os que tem o pai vivo, um abraço mais demorado, um olhar cúmplice, assim de repente, este é o melhor presente. Para os que não o conheceram, fica o amor do Pai de Todos, e para os que já partiram, uma gostosa saudade, m cheiro de domingo no parque, lembrança da eterna felicidade, porque a mãe zela, o pai observa, e Deus, que é Pai e Mãe,
a todos abraça, a todos vela.
Paulo Roberto Gaefke

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