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quarta-feira, 30 de junho de 2010

PEQUENINAS COISAS DA VIDA...


A alegria é o antídoto para o medo. O medo surge se você não desfruta a vida. Se você desfruta a vida, o medo desaparece.
Assim, seja positivo e desfrute mais, ria mais, dance mais, cante mais. Torne-se mais e mais jovial e entusiasmado com pequenas coisas, mesmo com coisas muito pequenas. A vida consiste em pequenas coisas, mas, se você puder trazer a qualidade da alegria a pequenas coisas, o total será extraordinário .
Assim, não espere que algo grandioso aconteça. Coisas grandiosas acontecem - não é que não aconteçam - mas não espere que algo grandioso aconteça. Isso só acontece quando você começa a viver coisas pequenas, comuns, do dia-a-dia com uma mente nova, com um frescor novo, com uma vitalidade nova, com um entusiasmo novo. Aos poucos você acumula, e esse acúmulo um dia explode em puro deleite.
Mas você nunca sabe quando acontecerá. Você precisa apenas continuar a coletar conchinhas na praia. A totalidade se torna o grande acontecimento . Quando você apanha uma conchinha, ela é uma só. Quando todas as conchinhas estão juntas, de repente, elas são diamantes. Esse é o milagre da vida.
Há muitas pessoas no mundo que perdem porque estão sempre esperando por algo grandioso . Não pode acontecer. Algo grandioso acontece somente através de pequenas coisas : comendo, tomando o café da manhã, caminhando, tomando banho, conversando com um amigo, sentado sozinho, olhando para o céu, ou deitado em sua cama sem fazer nada. A vida é feita de pequenas coisas . Elas são a verdadeira matéria da vida.

OSHO

OS 10 MANDAMENTOS DE OSHO...


Em 1970 perguntaram a Osho pelos seus dez mandamentos.
Esta foi sua resposta:


Você pergunta pelos meus dez mandamentos. Isso é muito difícil, porque eu sou contra qualquer tipo de mandamento. Todavia, só pela brincadeira, eu estabeleço o que se segue:

1 - Não obedeça a ordens, exceto àquelas que venham de dentro.
2 - O único Deus é a própria vida.
3 - A verdade está dentro, não a procure em nenhum outro lugar.
4 - O amor é a oração.
5 - O vazio é a porta para a verdade, é o meio, o fim e a realização.
6 - A vida é aqui e agora.
7 - Viva completamente acordado.
8 - Não nade, flutue.
9 - Morra a cada momento para que você possa se renovar a cada momento.
10 - Pare de buscar. O que é, é: pare e veja.

Osho

EMOÇÕES...


terça-feira, 29 de junho de 2010

A LENDA DAS DUAS TÍLIAS...


Conta-se que no pórtico da cidade de Listra, na Velha Grécia, havia duas tílias plantadas.

Os ramos das imensas árvores se enroscavam uns aos outros, parecendo uma única copa dotada de dois troncos.

Um dia, um ilustre visitante passou por ali e quis saber sobre as árvores de galhos entrelaçados.

Viu, perto dali, uma mulher da região que recolhia água de um velho poço, e lhe perguntou sobre as árvores singulares.

A mulher, sentindo-se homenageada pela curiosidade do estrangeiro, deteve-se e começou a contar:

"Dizem senhor, que nos idos tempos da Licaônia, depois que os deuses a construíram, resolveram vir visitá-la para saber se as coisas aqui estavam correndo bem.

Dois desses deuses: o pai dos deuses, Júpiter e o seu auxiliar direto, mercúrio, se transformaram em pessoas humanas comuns.

Vistoriaram toda a região e, ao entardecer daquele dia, os dois deuses começaram a bater nas portas das casas, mas nenhum dos habitantes de listra lhes oferecia pousada.

Então eles foram se afastando. E nos confins da Licaônia chegaram a um casebre em ruínas. Era uma casa muito velha, muito tosca.

Bateram na porta e uma mulher idosa, muito idosa, veio atender. Era Balsis, uma pastora da região, esposa de um lavrador que ainda se encontrava no campo.

Ao ouvir os dois homens lhe pedir guarida, Balsis foi tocada em seu sentimento e abriu-lhes as portas, fê-los entrar e serviu-lhes água fresca, enquanto dialogavam.

Logo depois, seu esposo Fílemon chegou dos campos e se somou à alegria da esposa em poder hospedar aqueles homens que andaram pelas estradas durante todo o dia.

Não tinham muito para ofertar, mas Balsis pediu ao esposo que fosse até à horta e colhesse algumas verduras para preparar um caldo e oferecer aos hóspedes.

Balsis puxou, de junto da parede, a única mesa que tinha no casebre. Uma mesa velha, de tampo esburacado.

Recobriu-a com a única toalha que tinha, guardada para ocasiões muito especiais, enquanto Fílemon retirou do armário alguns frutos secos, que Balsis mesma preparava, e uma bilha de vinho.

Após, sentaram-se junto com os dois visitantes para o rico banquete da família pobre.

Começam a tomar o caldo, a se alimentar com os frutos secos e perceberam, os dois velhos, que quando Júpiter e mercúrio se serviam do vinho, quanto mais vinho retiravam da bilha, mais vinho aparecia nela.

Entreolharam-se e deram-se conta de que essa era uma prerrogativa dos deuses. Aquilo em que eles tocassem se multiplicava.

Júpiter percebeu e deu-se a conhecer. Apresentou mercúrio, que era considerado deus dos oradores e pediu aos velhos que não contassem a ninguém sobre suas estadas ali.

No dia imediato, antes de se despedirem, Júpiter abraçou os dois velhos e lhes fez uma proposta:

"Pela gentileza da hospedagem, pela boa vontade que nos apresentaram, eu gostaria de deixá-los à vontade para pedir o que quiserem e eu lhes garanto realizar." Era o deus dos deuses que estava oferecendo o que eles quisessem.

Fílemon olhou a esposa, e esta lhe retribuiu o olhar. Eram velhos, tinham vivido na pobreza desde a juventude, quando se casaram.

Aquela idade não lhes pedia mais nada. Fílemon disse a Júpiter que não necessitavam de coisa alguma.

Mas Balsis lembrou-se de um detalhe. Segurou o braço do marido, voltou-se para Júpiter e disse-lhe:

Senhor, já que nós podemos pedir-lhe alguma coisa, eu gostaria de rogar que não permitisse que um de nós chorasse a morte do outro. Gostaríamos de pedir-lhe que quando um de nós tombe nas mãos da morte, o outro possa acompanhar imediatamente, para que nenhum de nós tenha que chorar pelo outro.

Lágrimas escorreram pelas faces de Júpiter. O pai dos deuses emocionou-se e garantiu-lhe que o seu pedido seria atendido.

No dia em que Fílemon tombou, arrastado pelas mãos da morte, Balsis tombou sobre seu corpo.

E Júpiter, para homenagear o amor de ambos, plantou-os no pórtico da cidade de listra, na entrada da Licaônia, e os converteu em duas tílias, que estão floridas quase o ano inteiro.

Isso tudo para dizer que o amor é assim, é capaz de estar sempre florido, é capaz de doar-se perpetuamente."

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em palestra de Raul Teixeira, no Teatro da Federação Espírita do Paraná, em 14/12/2002.

domingo, 27 de junho de 2010

O ROUXINOL E A ROSA...


"Ela disse que dançaria comigo se eu lhe trouxesse rosas vermelhas", exclamou o jovem Estudante, "mas em todo o meu jardim não há nenhuma rosa vermelha."

Do seu ninho no alto da azinheira, o Rouxinol o ouviu, e olhou por entre as folhas, e ficou a pensar.

"Não há nenhuma rosa vermelha em todo o meu jardim!", exclamou ele, e seus lindos olhos encheram-se de lágrimas. "Ah, nossa felicidade depende de coisas tão pequenas! Já li tudo que escreveram os sábios, conheço todos os segredos da filosofia, e no entanto por falta de uma rosa vermelha minha vida infeliz."

"Finalmente, eis um que ama de verdade", disse o Rouxinol. "Noite após noite eu o tenho cantado, muito embora não o conhecesse: noite após noite tenho contado sua história para as estrelas, e eis que agora o vejo. Seus cabelos são escuros como a flor do jacinto, e seus lábios são vermelhos como a rosal de seu desejo; porém a paixão transformou-lhe o rosto em marfim pálido, e a cravou-lhe na fronte sua marca."

"Amanhã haverá um baile no palácio do príncipe", murmurou o jovem Estudante, "e minha amada estará entre os convidados. Se eu lhe trouxer uma rosa vermelha, ela há de dançar comigo até o dia raiar. Se lhe trouxer uma rosa vermelha, eu a terei nos meus braços, e ela deitará a cabeça no meu ombro, e sua mão ficará apertada na minha. Porém não há nenhuma rosa vermelha no meu jardim, e por isso ficarei sozinho, e ela passará por mim sem me olhar. Não me dará nenhuma atenção, e meu coração será destroçado."

"Sim, ele ama de verdade", disse o Rouxinol. "Aquilo que eu canto, ele sofre; o que para mim é júbilo, para ele é sofrimento. Sem dúvida, o Amor é uma coisa maravilhosa. É mais precioso do que as esmeraldas, mais caro do que as opalas finas. Nem pérolas nem romãs podem comprá-lo, nem é coisa que se encontre à venda no mercado. Não é possível comprá-lo de comerciante, nem pesá-lo numa balança em troca de ouro".

"Os músicos no balcão", disse o jovem Estudante, "tocarão seus instrumentos de corda, e meu amor dançará ao som da harpa e do violino. Dançará com pés tão leves que nem sequer hão de tocar no chão, e os cortesãos, com seus trajes coloridos, vão cercá-la. Porém comigo ela não dançará, porque não tenho nenhuma rosa vermelha para lhe dar." E jogou-se na grama, cobriu o rosto com as mãos e chorou.

"Por que chora ele?", indagou um pequeno Lagarto Verde, ao passar correndo com a cauda levantada. "Sim, por quê?", perguntou uma Borboleta, que esvoaçava em torno de um raio de sol.
"Sim, por quê?", sussurrou uma Margarida, virando-se para sua vizinha, com uma voz suave.
"Ele chora por uma rosa vermelha", disse o Rouxinol.
"Uma rosa vermelha?", exclamaram todos. "Mas que ridículo!" E o pequeno Lagarto, que era um tanto cínico, riu à grande.

Porém o Rouxinol compreendia o segredo da dor do Estudante, e calou-se no alto da azinheira, pensando no mistério do Amor.

De repente ele abriu as asas pardas e levantou vôo. Atravessou o arvoredo como uma sombra, e como uma sombra cruzou o jardim.

No centro do gramado havia uma linda Roseira, e quando a viu o Rouxinol foi até ela, pousando num ramo.

"Dá-me uma rosa vermelha", exclamou ele, "que cantarei meu canto mais belo para ti".

Porém a Roseira fez que não com a cabeça.

"Minhas rosas são brancas", respondeu ela, "tão brancas quanto a espuma do mar, e mais brancas que a neve das montanhas. Porém procura minha irmã que cresce junto ao velho relógio de sol, e talvez ela possa te dar o que queres."

Assim, o Rouxinol voou até a Roseira que crescia junto ao velho relógio de sol.

"Dá-me uma rosa vermelha", exclamou ele, "que cantarei meu canto mais belo para ti."

Porém a Roseira fez que não com a cabeça.

"Minhas rosas são amarelas", respondeu ela, "amarelas como os cabelos da sereia que está sentada num trono de âmbar, e mais amarelas que o narciso que floresce no prado quando o ceifeiro ainda não veio com sua foice. Porém procura minha irmã que cresce junto à janela do Estudante, e talvez ela possa te dar o que queres."

Assim, o Rouxinol voou até a Roseira que crescia junto à janela do Estudante.

"Dá-me uma rosa vermelha", exclamou ele, "que cantarei meu canto mais belo para ti."

Porém a Roseira fez que não com a cabeça.

"Minhas rosas são vermelhas", respondeu ela, "vermelhas como os pés da pomba, e mais vermelhas que os grandes leques de coral que ficam a abanar na caverna no fundo do oceano. Porém o inverno congelou minhas veias, e o frio queimou meus brotos, e a tempestade quebrou meus galhos, e não darei nenhuma rosa este ano."

"Uma única rosa vermelha é tudo que quero", exclamou o Rouxinol, só uma rosa vermelha! Não há nenhuma maneira de consegui-la?"

"Existe uma maneira", respondeu a Roseira, "mas é tão terrível que não ouso te contar."

"Conta-me", disse o Rouxinol. "Não tenho medo."

"Se queres uma rosa vermelha", disse a Roseira, "tens de criá-la com tua música ao luar, e tingi-la com o sangue de teu coração. Tens de cantar para mim apertando o peito contra um espinho. A noite inteira tens de cantar para mim, até que o espinho perfure teu coração e teu sangue penetre em minhas veias, e se torne meu."

"A Morte é um preço alto a pagar por uma rosa vermelha", exclamou o Rouxinol, "e todos dão muito valor à Vida. É agradável, no bosque verdejante, ver o Sol em sua carruagem de ouro, e a Lua em sua carruagem de madrepérola. Doce é o perfume do pilriteiro, e as belas são as campânulas que se escondem no vale, e as urzes que florescem no morro. Porém o Amor é melhor que a Vida, e o que é o coração de um pássaro comparado com o coração de um homem?"

Assim, ele abriu as asas pardas e levantou vôo. Atravessou o jardim como uma sombra, e como uma sombra voou pelo arvoredo.

O jovem Estudante continuava deitado na grama, onde o Rouxinol o havia deixado, e as lágrimas ainda não haviam secado em seus belos olhos.

"Regozija-te", exclamou o Rouxinol, "regozija-te; terás tua rosa vermelha. Vou criá-la com minha música ao luar, e tingi-la com o sangue do meu coração. Tudo que te peço em troca é que ames de verdade, pois o Amor é mais sábio que a Filosofia, por mais sábia que ela seja, e mais poderoso que o Poder, por mais poderoso que ele seja. Suas asas são da cor do fogo, e tem a cor do fogo seu corpo. Seus lábios são doces como o mel, e seu hálito é como o incenso.

O Estudante levantou os olhos e ficou a escutá-lo, porém não compreendia o que lhe dizia o Rouxinol, pois só conhecia as coisas que estão escritas nos livros.

Mas o Carvalho compreendeu, e entristeceu-se, pois ele gostava muito do pequeno Rouxinol que havia construído um ninho em seus galhos.

"Canta uma última canção para mim", sussurrou ele; "vou sentir-me muito solitário depois que tu partires."

Assim, o Rouxinol cantou para o Carvalho, e sua voz era como água jorrando de uma jarra de prata.

Quando o Rouxinol terminou sua canção, o Estudante levantou-se, tirando do bolso um caderno e um lápis.

"Forma ele tem", disse ele a si próprio, enquanto se afastava, caminhando pelo arvoredo, "isso não se pode negar; mas terá sentimentos? Temo que não. Na verdade, ele é como a maioria dos artistas; só estilo, nenhuma sinceridade. Não seria capaz de sacrificar-se pelos outros. Pensa só na música, e todos sabem que as artes são egoístas. Mesmo assim, devo admitir que há algumas notas belas em sua voz. Pena que nada signifiquem, nem façam nada de bom na prática." E foi para seu quarto, deitou-se em sua pequena enxerga e começou a pensar em seu amor; depois de algum tempo, adormeceu.

E quando a Lua brilhava nos céus, o Rouxinol voou até a Roseira e cravou o peito no espinho. A noite inteira ele cantou apertando o peito contra o espinho, e a Lua, fria e cristalina, inclinou-se para ouvir. A noite inteira ele cantou, e o espinho foi se cravando cada vez mais fundo em seu peito, e o sangue foi-lhe escapando das veias.

Cantou primeiro o nascimento do amor no coração de um rapaz e de uma moça. E no ramo mais alto da Roseira abriu-se uma rosa maravilhosa, pétala após pétala, à medida que canção seguia canção. Pálida era, de início, como a névoa que paira sobre o rio - pálida como os pés da manhã, e prateada como
as asas da alvorada. Como a sombra de uma rosa num espelho de prata, como a sombra de uma rosa numa poça d' água, tal era a rosa que floresceu no ramo mais alto da Roseira.

Porém a Roseira disse ao Rouxinol que se apertasse com mais força contra o espinho. Aperta-te mais, pequeno Rouxinol", exclamou a Roseira, "senão o dia chegará antes que esteja pronta a rosa."

Assim, o Rouxinol apertou-se com ainda mais força contra o espinho, e seu canto soou mais alto, pois ele cantava o nascimento da paixão na alma de um homem e uma mulher.

E um toque róseo delicado surgiu nas folhas da rosa, tal como o rubor nas faces do noivo quando ele beija os lábios da noiva. Porém o espinho ainda não havia penetrado até seu coração, e assim o coração da rosa permanecia branco, pois só o coração do sangue de um Rouxinol pode tingir de vermelho o coração de uma rosa.

E a Roseira insistia para que o Rouxinol se apertasse com mais força contra o espinho. "Aperta-te mais, pequeno Rouxinol", exclamou a Roseira, "senão o dia chegará antes que esteja pronta a rosa."

Assim, o Rouxinol apertou-se com ainda mais força contra o espinho, e uma feroz pontada de dor atravessou-lhe o corpo. Terrível, terrível era a dor, e mais e mais tremendo era seu canto, pois ele cantava o Amor que é levado à perfeição pela Morte, o Amor que não morre no túmulo.

E a rosa maravilhosa ficou rubra, como a rosa do céu ao alvorecer. Rubra era sua grinalda de pétalas, e rubro como um rubi era seu coração.

Porém a voz do Rouxinol ficava cada vez mais fraca, e suas pequenas asas começaram a se bater, e seus olhos se embaçaram. Mais e mais fraca era sua canção, e ele sentiu algo a lhe sufocar a garganta.

Então desprendeu-se dele uma derradeira explosão de música. A Lua alva a ouviu, e esqueceu-se do amanhecer, e permaneceu no céu. A rosa rubra a ouviu, e estremeceu de êxtase, e abriu suas pétalas para o ar frio da manhã. O Eco vou-a para sua caverna púrpura nas montanhas, e despertou de seus
sonhos os pastores adormecidos. A música flutuou por entre os juncos do rio, e eles leva ram sua mensagem até o mar.

"Olha, olha!", exclamou a Roseira, "a rosa está pronta." Porém o Rouxinol não deu resposta, pois jazia morto na grama alta, com o espinho cravado no coração.

E ao meio-dia o Estudante abriu a janela e olhou para fora.

"Ora, mas que sorte extraordinária!", exclamou. "Eis aqui uma rosa vermelha! Nunca vi uma rosa semelhante em toda minha vida. É tão bela que deve ter um nome comprido em latim." E, abaixando-se, colheu-a.

Em seguida, pôs o chapéu e correu até a casa do Professor com a rosa na mão.

A filha do Professor estava sentada à porta, enrolando seda azul num carretel, e seu cãozinho estava deitado a seus pés.

"Disseste que dançarias comigo se eu te trouxesse uma rosa vermelha", disse o Estudante. "Eis aqui a rosa mais vermelha de todo o mundo. Tu a usarás junto ao teu coração, e quando dançarmos ela te dirá quanto te amo."

Porém a moça franziu a testa.

"Creio que não vai combinar com meu vestido", respondeu ela; "e, além disso, o sobrinho do Tesoureiro enviou-me jóias de verdade, e todo mundo sabe que as jóias custam muito mais do que as flores."

"Ora, mas és mesmo uma ingrata", disse o Estudante, zangado, e jogou a rosa na rua; a flor caiu na sarjeta, e uma carroça passou por cima dela.

"Ingrata!", exclamou a moça. "Tu é que és muito mal-educado; e quem és tu? Apenas um Estudante. Ora, creio que não tens sequer fivelas de prata em teus sapatos, como tem o sobrinho do Tesoureiro." E, levantando-se, entrou em casa.

"Que coisa mais tola é o Amor!", disse o Estudante enquanto se afastava. "É bem menos útil que a Lógica, pois nada prova, e fica o tempo todo a nos dizer coisas que não vão acontecer, e fazendo-nos acreditar em coisas que não são verdade. No final das contas, é algo muito pouco prático, e como em nossos tempos ser prático é tudo, vou retomar a Filosofia e estudar Metafísica."

Assim, voltou para seu quarto, pegou um livro grande e poeirento, e começou a ler.

Oscar Wilde

DEPRESSÃO É DOENÇA SIM!


Pode ser que a depressão já esteja na sua porta, que a idéia do suicídio esteja martelando na sua cabeça.
Pode ser que você esteja vendo tudo cinza, barreiras e mais barreiras, uma vontade sem vontade, nada alimenta o seu desejo, o seu tesão pela vida sumiu.
Tudo isso são sinais claros de Depressão.

Depressão é uma doença sim!
Ela atinge qualquer pessoa, de qualquer credo, de todas as raças, países ou comunidades.
Precisa de tratamento, precisa de medicamento.
Não adianta pegar uma pessoa depressiva, e ficar fazendo discurso de alegria, nem ficar falando que Deus levanta, que depressão é coisa do "mal", que os demônios estão a solta...

Depressão precisa de atenção!
Atenção de quem vive o problema, atenção de quem compartilha com um ente querido.
Por isso, o primeiro passo é reconhecer que precisa de ajuda.
O segundo, é claro, é buscar essa ajuda.
Não adianta ficar em casa esperando um anjo, se não puder caminhar, peça socorro!

Admitir que está com gripe é pecado?
Admitir que está com dor de barriga é vergonhoso?
Admitir que precisa de ajuda é tão difícil assim?
Depressão é doença sim!

Precisa de atenção, de medicamento, de carinho.
É um ciclo que todos estamos sujeitos.
Por ser um ciclo, deve ter começo, meio e fim.
Por isso, busque ajuda para trocar os "olhos", que vêem tudo acinzetado, por outros, que possam enxergar a beleza e a cor da vida.
"É um novo dia, e quem sabe, uma nova terapia.
Ser feliz é uma busca constante, de todo ser caminhante.
Por vezes, sentimos fraquejar, o desânimo vem nos alcançar.
Mas, levante a cabeça, não olhe para o chão, é do céu que vem a sua salvação."

Paulo Roberto Gaefke

sexta-feira, 25 de junho de 2010

DEUS TE ABENÇOE...


Quando alguém te diz: QUE DEUS TE ABENÇOE não está só desejando o melhor para você, mas também atuando a seu favor.
Pois quando bendizes a alguém, também estás atraindo a proteção de Deus para você.
O efeito de abençoar é multiplicador, já que é dado por Deus a seus filhos.
A bênção invoca o apoio permanente de Deus para o bem-estar da pessoa, fala de agradecimento, confere prosperidades e felicidade em toda pessoa que a recebe da nossa parte.
A bênção começa com as relações de pais e filhos.
Os filhos que recebem a bênção da parte dos seus pais têm um bom começo espiritual e emocional na vida.
Recebem um firme propósito de amor e aceitação. Este princípio também se aplica na íntima relação de casais.
As amizades se aprofundam e se fortalecem, trazendo companheirismo, saúde e esperança a todos que nunca receberam sequer uma palavra abençoada.
O poder da vida e da morte está na Palavra. Ao abençoares não só está outorgando a vida aquele que a recebe, mas também aquele que também a dá.
Por isso, hoje eu peço que Deus te abençoe, porque ao bendizê-lo de todo coração, estou bendizendo a mim mesmo.
Distribua bênçãos por onde vás, não só palavras, mas, ações. Elas retornarão a ti quando menos esperares.
Geralmente a pessoa que vive na presença de Deus, amando-O e abedecendo-O, tem o privilégio da sua Divina Bênção sempre.

O MONGE E A PROSTITUTA...


Vivia um monge nas proximidades do templo de Shiva. Na casa em frente, morava uma prostituta. Observando a quantidade de homens que a visitavam, o monge resolveu chamá-la.
- Você é uma grande pecadora - repreendeu-a. Desrespeita a Deus todos os dias e todas as noites. Será que você não consegue parar e refletir sobre a sua vida depois da morte?

A pobre mulher ficou muito abalada com as palavras do monge; com sincero arrependimento orou a Deus, implorando perdão. Pediu também que o Todo-Poderoso a fizesse encontrar uma nova maneira de ganhar o seu sustento.

Mas não encontrou nenhum trabalho diferente. E, após uma semana passando fome, voltou a prostituir-se. Mas, cada vez que entregava seu corpo a um estranho, rezava e pedia perdão.

O monge, irritado porque seu conselho não produzira nenhum efeito, pensou consigo mesmo:
"A partir de agora vou contar quantos homens entram naquela casa - até o dia da morte desta pecadora".

E desde esse dia, ele não fazia outra coisa a não ser vigiar a rotina da prostituta: a cada homem que entrava, colocava uma pedra num monte.

Passado algum tempo, o monge tornou a chamar a prostituta e lhe disse:

- Vê esse monte? Cada pedra dessas representa um dos pecados morais que você cometeu, mesmo depois de minhas advertências. Agora torno a dizer: cuidado com as más ações!

A mulher começou a tremer, percebendo como se avolumavam seus pecados. Voltando para casa, derramou lágrimas de sincero arrependimento, orando:

- Ó Senhor, quando Vossa misericórdia irá me livrar desta miserável vida que levo?

Sua prece foi ouvida. Naquele mesmo dia, o anjo da morte passou por sua casa e a levou. Por vontade de Deus, o anjo atravessou a rua e também carregou o monge consigo.

A alma da prostituta subiu imediatamente ao céu, enquanto os demônios levaram o monge ao inferno. Ao cruzarem no meio do caminho, o monge viu o que estava acontecendo, e clamou:

- Ó Senhor, essa é a Tua justiça? Eu, que passei a minha vida em devoção e pobreza, agora sou levado ao inferno, enquanto essa prostituta, que viveu em constante pecado, está subindo ao céu!

Ouvindo isso, um dos anjos respondeu:

- São sempre justos os desígnios de Deus. Você achava que o amor de Deus se resumia a julgar o comportamento do próximo. Enquanto você enchia seu coração com a impureza do pecado alheio, esta mulher orava fervorosamente dia e noite. A alma dela ficou tão leve depois de chorar que podemos levá-la até o paraíso. A sua alma ficou tão carregada de pedras que não conseguimos fazê-la subir até o alto.

"A virtude da humanidade consiste em amar os homens; a prudência, em conhecê-los."
(Confúcio)

Autor Desconhecido

quinta-feira, 24 de junho de 2010

O ESPETÁCULO DA VIDA...


Que você seja um grande empreendedor.
Quando empreender, não tenha medo de falhar.
Quando falhar, não tenha receio de chorar.
Quando chorar, repense a sua vida, mas não recue.
Dê sempre uma nova chance para si mesmo.
Encontre um oásis em seu deserto.
Os perdedores vêem os raios. Os vencedores vêem a chuva e a oportunidade de cultivar.
Os perdedores paralisam-se diante das perdas e dos fracassos. Os vencedores começam tudo de novo.
Saiba que o maior carrasco do ser humano é ele mesmo.
Não seja escravo dos seus pensamentos negativos.
Liberte-se da pior prisão do mundo: o cárcere da emoção.
O destino raramente é inevitável, mas sim uma escolha.
Escolha ser um ser humano consciente, livre e inteligente.
Sua vida é mais importante do que todo o ouro do mundo.
Mais bela que as estrelas: obra-prima do Autor da vida.
Apesar dos seus defeitos, você não é um número na multidão.
Ninguém é igual a você no palco da vida.
Você é um ser humano insubstituível.
Jamais desista das pessoas que ama.
Jamais desista de ser feliz.
Lute sempre pelos seus sonhos.
Seja profundamente apaixonado pela vida. Pois a vida é um espetáculo imperdível.

Augusto Cury

APRENDENDO A SER FELIZ...


"Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho." Filipenses 4:11

De hoje em diante todos os dias ao acordar, direi:
Eu hoje vou ser Feliz!
Vou lembrar de agradecer ao sol pelo seu calor e luminosidade, sentirei que estou vivendo, respirando.
Posso desfrutar de todos os recursos da natureza gratuitamente.
Não preciso comprar o canto dos pássaros, nem o murmúrio das ondas do mar.
Lembrarei de sentir a beleza das árvores, das flores.
Vou sorrir mais, sempre que puder.
Vou cultivar mais amizades e neutralizar as inimizades.
Não vou julgar os atos dos meus semelhantes ou companheiros.
Vou aprimorar os meus.
Lembrarei de ligar para alguém para dizer que estou com saudades!
Reservarei minutos de silêncio, para ter a oportunidade de ouvir.
Não vou lamentar nem amargar as injustiças.
Vou pensar no que posso fazer para diminuir seus efeitos.
Terei sempre em mente que um minuto passado, não volta mais, vou viver todos os minutos proveitosamente.
Não vou sofrer por antecipação prevendo futuros incertos, nem com atraso, lembrando de coisas sobre as quais não tenho mais ação.
Não vou pensar no que não tenho e que gostaria de ter, mas em como posso ser feliz com o que possuo.
E o maior bem que possuo é a própria vida.
Vou lembrar de ler uma poesia e de ouvir uma canção, vou dedicá-las a alguém.
Vou fazer alguma coisa para alguém, sem esperar nada em troca, apenas pelo prazer de ver alguém sorrir.
Vou lembrar que existe alguém que me quer bem...
Vou procurar dar um pouco de alegria para alguém, especialmente quando sentir que a tristeza e o desânimo querem se aproximar.
E quando a noite chegar, vou olhar o céu, para as estrelas e para o luar e agradecer a Deus, porque hoje eu fui feliz!
E amanhã ao acordar direi:
Eu hoje vou ser Feliz!
E você já aprendeu a ser feliz?
A felicidade é uma questão de aprendizado (Filipenses 4:11)

Desconheço o Autor

FAÇA ACONTECER...


Faça acontecer!
Pare de ficar esperando pela resposta do "Zé".
Pare de ficar parado no tempo sonhando com o que "já morreu".
Há uma lei natural que manda: morreu, enterra e ponto!
É tempo de seguir adiante, quem sabe, por caminhos desconhecidos.
Quem sabe, um "reacender" da velha chama do amor, aquela que você jurava que estava apagada.

Faça acontecer!
Se você tem metas, aumente um pouco, por sua conta.
Nâo tenha medo dos desafios, nem fuja das oportunidades.
É tempo de crescer, de ser mais do quem tem sido.
Por isso, e para isso, respeite-se!
Respeito é bom e todo mundo gosta, então, por que não começar com você?

Faça acontecer!
Nâo duvide mais da sua capacidade, nem dos seus talentos.
Aquele bolinho de chuva pode virar um sucesso nacional.
Aquela voz rouca que você tem pode virar "hit mundial".
Aqueles dedos poderosos podem massagear o mundo, e se duvidarem, você pode ser o próximo governante, a pessoa mais feliz do local.

Faça acontecer!
É só começar, é só acreditar e se mexer.
Não fique parado esperando o "Zé", não corra o risco de morrer como um "zé ninguém".
A luta é sua mas o sucesso pertece ao mundo.
"Nós vencemos com a sua vitória."
Por isso, por favor, faça acontecer!

Paulo Roberto Gaefke

quarta-feira, 23 de junho de 2010

PACIÊNCIA...

"Na vossa paciência possuí as vossas almas." Lucas 21:19

No parque, uma mulher sentou-se ao lado de um homem. Ela disse:
Aquele ali é meu filho, o de suéter vermelho deslizando no escorregador.
Um bonito garoto - respondeu o homem - e completou: - Aquela de vestido branco, pedalando a bicicleta, é minha filha.
Então, olhando o relógio, o homem chamou a sua filha.
Melissa, o que você acha de irmos?
Mais cinco minutos, pai. Por favor. Só mais cinco minutos!
O homem concordou e Melissa continuou pedalando sua bicicleta, para alegria de seu coração.
Os minutos se passaram, o pai levantou-se e novamente chamou sua filha:
Hora de irmos, agora?
Mas, outra vez Melissa pediu:
Mais cinco minutos, pai. Só mais cinco minutos!
O homem sorriu e disse:
Está certo!
O senhor é certamente um pai muito paciente - comentou a mulher ao seu lado.
O homem sorriu e disse:
O irmão mais velho de Melissa foi morto no ano passado por um motorista bêbado, quando montava sua bicicleta perto daqui. Eu nunca passei muito tempo com meu filho e agora eu daria qualquer coisa por apenas mais cinco minutos com ele. Eu me prometi não cometer o mesmo erro com Melissa. Ela acha que tem mais cinco minutos para andar de bicicleta. Na verdade, eu é que tenho mais cinco minutos para vê-lá brincar...

Em tudo na vida estabelecemos prioridades.
Quais são as suas?

Lembre-se: nem tudo o que é importante é prioritário, e nem tudo o que é necessário é indispensável!
Dê, hoje, a alguém que você ama mais cinco minutos de seu tempo.

"Aquele que procura um amigo sem defeitos termina sem amigos."
VALORIZAR CADA MINUTO É IMPORTANTE E VIVER COM QUALIDADE É NECESSÁRIO.

SILENCIE-SE...


Por alguns instantes, deixe de lado o pensamento inquietante, o problema que parece não ter solução, tudo o que é conflitante, o desespero que as vezes é a própria ilusão...

Silencie-se!
A água mais barrenta fica clarinha sem movimento.
Deixe a sua mente livre, leve, pronta para soluções.
O agitado corre tanto e não chega a lugar nenhum, o desesperado quando está se afogando, morre antes, o aflito é quase sempre o que leva a pior parte, por isso, diante da maior dificuldade,
silencie-se, acalme-se...

Não espalhe a sua dor, seja reservado.
Não aumente o problema, não comente.
Não prolongue o sofrimento. Não o valorize!
Espere um pouco, antes de gritar, antes de dar aquele tapa que coça a mão, antes de falar aquele palavrão.
Espere...

Olha o tempo!
Ele não corre, nem atrasa, simplesmente anda.
É você quem se deixa levar pelo tic-tac.
Se espera a angústia, ele parece não ter fim, se é muita alegria, ele voa.
Então, se o momento é de sofrimento, é tempo de oração, de jejum e meditação.
Se é alegria e contentamento, é tempo de interiorizar-se, de curtir o momento, de relaxar ao sol, de dizer: é o meu momento!

Isso!
Agora é vida nova!
Novo tempo, novo momento.
Cheire-se, respire o seu próprio perfume, valorize-se, goste mais de você.
Tudo é possível ao que crê.
Então, acredite um pouco mais em você.
E prepare-se para vencer.

Paulo Roberto Gaefke

sexta-feira, 18 de junho de 2010

DESEJO AJUDAR...


"Sinto muito, mas não pretendo ser um imperador. Não é esse o meu ofício.
Não pretendo governar ou conquistar quem quer que seja.
Gostaria de ajudar, se possível, judeus, gentios, negros, brancos...
Todos nós desejamos ajudar uns aos outros.
Os seres humanos são assim.
Desejamos viver para a felicidade do próximo, não para seu infortúnio.
Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros?
Neste mundo há espaço para todos.
A terra que é boa e rica, pode prover a todas as necessidades.
Caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém, nos extraviamos.
A cobiça envenenou a alma das pessoas...
Levantou no mundo as muralhas do ódio e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e a morte.
Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela.
A máquina que produz abundância, tem-nos deixado em penúrias.
Nossos conhecimentos fazem-nos céticos; nossa inteligência em pessoas duras e cruéis.
Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.
Mais do que máquinas, precisamos de humanidade.
Mais do que inteligência, precisamos de afeição e doçura.
Sem essas feições a vida será de violência e tudo será perdido.
A aviação e o rádio aproximam-nos muito mais.
A própria natureza dessas coisas é um apelo eloqüente à bondade da pessoa humana, um apelo à fraternidade universal, à união de todos nós.
Neste mesmo instante minha voz chega a milhões de pessoas por este mundo afora.
Milhões de desesperados, homens e mulheres, criancinhas, vítimas de um sistemas que tortura seres humanos e encarcera inocentes.
Aos que me podem ouvir, eu digo: "Não se desesperem!"
A desgraça que tem caído sobre nós não é mais produto da cobiça em agonia, da amargura de pessoas que temem o avanço do processo humano.
As pessoas que odeiam desaparecerão.
Os ditadores sucumbirão e o poder que do povo foi roubado há de retornar ao povo.
E assim, enquanto morrem pessoas, a liberdade nunca perecerá.
Companheiros, não vos entregueis a seres humanos brutais que vos desprezam, que vos escravizam, que arregimentam as vossas vidas, que ditam os vossos atos, as vossas idéias, os vossos sentimentos!
Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como um gado humano, que vos utilizam como carne para canhão!
Não sois máquinas! Pessoas é que sois!
E, com amor da humanidade em vossas almas!
Não odieis!
Só odeiam os que não se fazem amar, os inumanos.
Companheiros, não batalheis pela escravidão! Lutai pela liberdade!
No décimo sétimo capítulo de São Lucas está escrito que o Reino de Deus está dentro de vós todos! Vós, o povo, tendes o poder - o poder de criar máquinas.
O poder de criar felicidade!
Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela... e fazê-la uma aventura maravilhosa.
Portanto, em nome da democracia, usemos deste poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo... um mundo bom, que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê fruto à mocidade e segurança à velhice.
É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder.
Mas, só mistificam! Não cumprem o que prometem.
Jamais o cumprirão!
Os ditadores liberam-se, porém, escravizam o povo.
Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência.
Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à aventura de todos nós.
Em nome da democracia, unamo-nos.
Hannah, estás me ouvindo?
Onde te encontres, levanta os olhos!
Vês, Hannah?
O sol vai rompendo as nuvens que se dispersam!
Estamos saindo das trevas para a luz!
Vamos entrando num mundo novo.
Um mundo melhor, em que as pessoas estarão acima da cobiça, do ódio e da brutalidade.
Ergue os olhos, Hannah!
A alma das pessoas ganhou asas e afinal começa a voar.
Voar para o arco-íris, para a luz da esperança.
Ergue os olhos Hannah!
Ergue os olhos!"

Charles Chaplin (Extraído do filme O Grande Ditador)

A CORAGEM DE FAZER A DIFERENÇA...


Uma pessoa sozinha pode fazer alguma diferença em pleno caos?
As ações de uma única pessoa poderão modificar um sistema social vigente?
Quantas vezes utilizamos como desculpa a frase: De que adianta? Sou somente um na multidão...
Mas, uma mulher, durante a Segunda Guerra Mundial, pensou diferente, agiu e fez a diferença para nada menos de 2.500 vidas.
Pouco conhecida embora, é chamada de A Schindler feminina.
Irena Sendler arriscou sua vida para salvar outras vidas.
Enfermeira, tinha trânsito livre no gueto de Varsóvia, um quarteirão de 4 quilômetros quadrados, onde foram colocadas 500.000 pessoas.
Espalhando notícias, entre os nazistas, de que tifo e outras doenças contagiosas acometiam os confinados no gueto, ela planejou e colocou em prática arriscada estratégia.
Seu objetivo: salvar o maior número possível de crianças judias, retirando-as do gueto.
A parte mais difícil era convencer as mães a lhe entregarem os filhos.
Lamentos, choro, gritos. Mas, em caixas de ferramentas, sacolas, malas, cestos de lixo, sacas de batatas, por dentro do casaco, ela ajudou a retirar crianças do quarteirão.
Por ser idealista, o horror da guerra não lhe arrefeceu a esperança da primavera de paz.
E ela preservou em dois frascos, enterrados sob uma árvore, as identidades de cada uma das crianças: nome verdadeiro e para onde fora encaminhada.
Conseguiu adesão de mais de uma dezena de pessoas, através das quais conseguia documentação falsa para os pequenos.
Em 1943, ela foi presa e levada à prisão de Pawiak. A Gestapo desejava que ela confessasse o paradeiro das crianças: quantas seriam? Quem seriam? Onde estavam? Quem a havia auxiliado?
Irena teve quebrados seus pés e suas pernas e sofreu as mais vis torturas. A ninguém delatou e nada informou.
Condenada à morte, foi salva a caminho da execução por um oficial alemão, subornado pela Resistência.
As pernas fraturadas e as torturas sofridas tiveram como conseqüência a cadeira de rodas, que ela suportou sem reclamações nem queixas.
Manteve, até o final dos seus dias, a serenidade no olhar e o sorriso nos lábios.
Essa mulher corajosa desencarnou no dia 12 de maio de 2008. Foi indicada pelo governo polonês, com o apoio do governo de Israel, ao prêmio Nobel da Paz.
As vidas que salvou das garras do horror nazista e frutificaram em filhos e netos, não a esquecem.
Muitos a foram visitar, no pós-guerra.
Ela figura entre as 6.000 polonesas que ganharam o título de Justo entre as nações, concedido aos que trabalharam pelas vidas dos seus irmãos, nos negros dias da guerra vergonhosa.
Uma mulher que fez a diferença, com vontade e determinação.
Fez a diferença porque não ficou reclamando da situação em que mergulhara a Polônia, mas colocou mãos à obra e realizou a sua parte, acenando esperanças.

Pensemos nisso, reflitamos e verifiquemos se, nos dias que vivemos, a nossa voz, a nossa atitude, o nosso gesto não pode fazer a grande diferença entre a morte e a vida, entre o desespero e o cântico da esperança.
Pensemos...

Redação do Momento Espírita, com base em dados biográficos de Irena Sendler, colhidos nos sites http://www.slideshare.net ; noticias.uol.com e pt.wikipedia.org.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

UMA ANTIGA LENDA...


Conta uma antiga lenda que na Idade Media um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher. Na verdade, o autor era pessoa influente do reino e por isso, desde o primeiro momento se procurou um "bode expiatório" para acobertar o verdadeiro assassino.

O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história.

O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem a morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado que provasse sua inocência.
Disse o juiz:

- Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor: vou escrever num pedaço de papel a palavra INOCENTE e no outro pedaço a palavra CULPADO. Você sorteará um dos papéis e aquele que sair será o veredicto. O Senhor decidirá seu destino, determinou o juiz.

Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca. Não havia saída.

Não havia alternativas para o pobre homem. O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um. O homem pensou alguns segundos e pressentindo a "vibração" aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e engoliu. Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem.

- "Mas o que você fez?" E agora? Como vamos saber o seu veredicto?"
- "É muito fácil", respondeu o homem. "Basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o contrário."
Imediatamente o homem foi liberado.

MORAL DA HISTORIA:
Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar até o último momento.
Saiba que para qualquer problema há sempre uma saída.
Não desista, não entregue os pontos, não se deixe derrotar.
Persista, pois eu estou torcendo por você.
Vá em frente apesar de tudo e de todos, creia que pode conseguir.

DENTES DO SULTÃO...


Certa vez um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Ele acordou assustado e mandou chamar um sábio para que interpretasse o sonho.
- Que desgraça, senhor!
- exclamou o sábio. Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade!
- Mas que insolente, gritou o sultão. Como se atreve a dizer tal coisa!
E ele chamou os guardas e mandou que lhe dessem cem chicotadas. Mandou também que chamassem outro sábio, para interpretar o mesmo sonho. E o outro sábio disse:
- Senhor, uma grande felicidade vos está reservada!!! O sonho indica que ireis viver mais que todos os vossos parentes!
A fisionomia do sultão se iluminou-se e ele mandou dar cem moedas ao sábio.
Quando este saía do palácio um cortesão perguntou:
- Como é possível? A interpretação que você fez foi a mesma do seu colega. No entanto ele levou chicotadas e você moedas de ouro!
- Lembra-se sempre, amigo
- respondeu o sábio.
- tudo depende da maneira de dizer as coisas. E esse é um dos grandes desafios da humanidade. É daí que vem a felicidade ou a desgraça; a paz ou a guerra. A verdade sempre deve ser dita, não resta a menor dúvida, mas a forma como ela é dita é que faz toda a diferença.
A verdade deve ser comparada a uma pedra preciosa. Se a lançarmos no rosto de alguém, pode ferir, provocando revolta. Mas se a envolvemos numa delicada embalagem e a oferecermos com ternura, certamente será aceita com facilidade.

Pense nisso!

PARE DE PERSEGUIR SEUS OBJETIVOS E COMECE A ATRAÍ-LOS...


Ralph Marston diz que se você está perseguindo uma coisa, isso significa que ela está fugindo de você. Ao invés de ficar perseguindo e correndo atrás de algo, considere o contrário: pense em como atraí-la.

E como atrair algo que está fora do seu alcance? "Mude seus pensamentos e você mudará seu mundo", escreveu Norman Vincent Peale. A melhor forma é sempre transformar-se na pessoa que atrairia o que você quer, seja dinheiro, sucesso, admiração dos outros ou um grande amor.

Enquanto você insistir em seguir as velhas rotinas, vendo as mesmas pessoas todos os dias, lendo sempre as mesmas revistas e jornais, assistindo os mesmos programas de TV, visitando os mesmos sites, nunca aventurando-se além da sua zona de conforto, você não vai se desenvolver. Vai continuar preso no mesmo círculo vicioso. É uma forma de desperdiçar lentamente a vida, e o pior de tudo é que você sabe disso. Você sente isso!

George Bernard Shaw disse: "Quando era jovem, descobri que nove de cada dez coisas que eu fazia eram um fracasso. Eu não queria ser um fracasso. Então passei a trabalhar 10 vezes mais".

A preparação nunca é chique ou cheia de glamour. Ela é difícil. É chata e cansativa. Mas é absolutamente essencial. Todo mundo vê o Gustavo Kuerten ganhando campeonatos e milhões de dólares, mas ninguém vê as centenas de horas que ele já passou em quadras, batendo em bolinhas ou sozinho num quarto de hotel. O preço do sucesso é a preparação. Citando Aristóteles:
"Somos o que fazemos repetidamente. Logo, a excelência não é um ato, mas um hábito".

Se a sua vida não está do jeito que você queria que ela estivesse, pare de pensar em como perseguir seus objetivos, e mude o raciocínio: como atraí-los?

Encontre alguma coisa que esteja dando certo na sua vida e tente melhorá-la só um pouquinho. Não é necessário fazer algo grandioso ou revolucionário - basta um simples detalhe, algo que você pode fazer agora mesmo. É o que os japoneses chamam de Kaizen - a melhora contínua, passo a passo.

Torne-se uma pessoa mais atraente todos os dias - intelectualmente, culturalmente, fisicamente, espiritualmente e, talvez o principal, pessoalmente -, e com certeza você vai conseguir atingir coisas que parecem estar sempre fugindo, simplesmente porque elas vão parar de fugir, vindo até você. Mude seus pensamentos, e certamente você mudará seus resultados.

Raúl Candeloro

OCEANOS SÃO FEITOS DE GOTAS D'ÁGUA...


Para ser ouvido, fale.

Para ser compreendido, exponha claramente as suas idéias sem jamais abrir mão daquelas que julga fundamentais apenas para que os outros o aceitem.

Acima de tudo, busque o prazer antes do sucesso, a auto-realização antes do dinheiro, fazer bem feito antes de pensar em obter qualquer recompensa.

Nenhum reconhecimento externo vai substituir a alegria de poder ser você mesmo: "status" é comprar coisas que você não quer com o dinheiro que você não tem a fim de mostrar para gente que você não gosta uma pessoa que você não é.

Nada tem graça se não for bom para o seu corpo, leve para o seu espírito e agradável para o seu coração.

Para conseguir, tente sem pensar que o êxito virá logo da primeira vez.

Cuide de ter saúde, energia, paciência e determinação para continuar tentando quantas vezes forem necessárias.

Mas ao perceber que já fez tudo o que pôde ou até mesmo um pouco além mude de alvo para não se tornar, em vez de um vitorioso, apenas mais um teimoso.

Para poder recomeçar sempre, perdoe-se pelos fracassos e erros que cometer, aprenda com eles e, a partir deles, programe suas próximas ações.

Nunca se deixe iludir que será possível fazer tudo num dia só ou quando tiver todos os recursos: tal dia nunca virá.

Para manter-se motivado, sonhe.

Para realizar, planeje, pensando grande e fazendo pequeno, um pouco a cada dia e todos os dias um pouco, porque são pequenas gotas d'água que fazem todo grande oceano.

CRISTO VIVE EM MIM...


"Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim." Gálatas 2:20

Um grupo de vendedores foi a uma Convenção de vendas.
Todos tinham prometido às suas esposas que chegariam a tempo para o jantar da sexta-feira.
No entanto, a convenção terminou um pouco tarde, e chegaram atrasados ao aeroporto.
Entraram todos com seus bilhetes, correndo pelos corredores.
De repente, e sem querer, um dos vendedores tropeçou em uma mesa que tinha uma canastra de maçãs (exposição em forma de pirâmide).
As maçãs saíram voando por toda parte.
Sem deter-se, nem voltar atrás, os vendedores seguiram correndo para o embarque no avião.
Todos menos um.
Este se parou, respirou fundo, e experimentou um sentimento de compaixão pela dona do posto de maçãs.
Disse a seus amigos que seguissem sem ele e pediu a um deles que ao chegar em sua cidade, chamasse a sua esposa e lhe explicasse que ia chegar num vôo mais tarde.
Regressou-se ao terminal e encontrou todas as maçãs atiradas pelo solo.
Sua surpresa foi enorme ao dar-se conta de que a dona do posto era uma menina cega.
Encontrou-a chorando, com lágrimas escorrendo pelo seu rosto.
Tateava ao andar, tratando, em vão, de recolher as maçãs, enquanto a multidão passava vertiginosamente sem deter-se e sem importar-se com o infortúnio da menina.
O homem se ajoelhou junto dela, falou-lhe, juntou as maçãs, colocou-as numa caixa e ajudou a montar a canastra de exposição novamente.
Enquanto o fazia, deu-se conta de que muitas da maças tinham sido golpeadas e estavam machucadas.
Recolheu-as e as pôs em outra canastra.
Quando terminou, sacou sua carteira e lhe disse à menina:

"Toma, por favor, este dinheiro pelo dano que fizemos. Estás bem?"
Ela, chorando, acenou com a cabeça.
E o homem disse ainda para a menina,
"Espero não ter arruinado o seu dia".
Conforme o vendedor começou a afastar-se, a menina gritou:
"Senhor..."
Ele se deteve e voltou a olhar para os olhos cegos Ela continuou:
"É VOCÊ, JESUS...?"

Ele se parou atônito e olhou ao seu redor.
Deu várias voltas, antes de dirigir-se ao embarque noutro vôo, com essa pergunta queimando-lhe o peito e vibrando em sua alma: "É VOCÊ, JESUS? ".
E você irmão, já te confundiram com Jesus?
Porque esse é o nosso destino, não é assim?
Parecer-nos tanto com Jesus, que as pessoas não possam distinguir a diferença.
Parecer-nos tanto com Jesus, conforme vivemos num mundo que está cego ao seu Amor, sua Vida e sua Graça.
Se dissermos que conhecemos a Jesus, deveríamos viver e atuar como Ele faria.
Conhece-lo é bem mais do que citar os Evangelhos, e ir à Igreja.
É, em realidade, viver sua palavra cada dia.
Nós somos como a menina cega, ainda quando tenhamos sido golpeados pelas quedas.
Ele deixou tudo e nos recolheu, a você e a mim no Calvário, e pagou por nossa maça machucada.
Vivamos, pois, a partir de agora, como se valêssemos o preço que Ele pagou por nós!

Comecemos hoje!

JESUS VIVE

terça-feira, 15 de junho de 2010

TRANSFERÊNCIAS...


Vivemos num mundo de transferências.
Se pudermos, transferimos nossos problemas, arrumamos culpados pelo nosso fracasso,
transferimos nossa felicidade para outras mãos, nos transformamos em vítima na primeira dor.
E é difícil não ser assim, porque viver e assumir riscos é complicado, é preciso mais do que coragem, é preciso amar-se de verdade.
Eis ai a chave para a sua libertação: Goste-se!

Sinta prazer de estar em sua companhia!
Saiba de cor e salteado as suas qualidades, ressalte seus dons, seja sábio: ouça mais do que fala,
não se compare com ninguém, tenha metas arrojadas, tenha em mente o que deseja.

Preste atenção em você, no seu corpo, cuide dos seus pensamentos, cuido do seu nível de amor.
Respeite-se!

Tudo começa e termina em você.
Por isso, comemore-se!
Vibre com cada pequena conquista e não desista de tentar, quantas vezes a vida pedir, diga: presente!
Diga bem alto para a felicidade: "eu estou aqui!"

Sabedoria é seguir tentando, com respeito, humildade e paz, sabendo-se merecedor, a vida lhe reconhecerá assim.
Viver e assumir riscos é complicado, mas não impossível!

Paulo Roberto Gaefke

SIMPLES E VERDADEIRO...


A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.
Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados e irresistíveis.
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.
E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo.
Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito.
É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais
realista.
Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz
com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum.
Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.
Dinheiro é uma bênção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado.
E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.
Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável.
Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno.
Olhe para o relógio: hora de acordar.
É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente.
A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio.
Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade.
Se a meta está alta demais, reduza-a.
Se você não está de acordo com as regras, demita-se.
Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz.
Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade.
Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade...

PALCO DA VIDA...


Apesar dos anos correrem iguais, os dias se apresentam sempre novos.
Novas oportunidades, novos conhecimentos, novas amizades, novos relacionamentos.
Só quem se esconde da vida, quem foge dela, pode permanecer parado diante de tantas mudanças.

Por isso, não diga que nada acontece.
Não espere pelo ônibus que não passa, nem pelo amor que foi e não voltou.
Não chore pelo emprego perdido, nem viva mais tão iludido.
É tempo de refazer os passos, de recomeçar com novos atos.

Estamos diante do palco da vida, e não é preciso decorar nenhum papel, é preciso apenas coragem para sair do lugar, de secar as lágrimas do conformismo, se amar.
É tempo de semear outras sementes, de plantar novas árvores.
Florir caminhos de pedras, entender o próximo como a ti mesmo, ainda que em queda...

É tempo de seguir a sua intuição, aquela que não te deixa esquecer que você é importante e precisa viver: um grande amor, um grande desafio, uma nova esperança a cada dia.

Pois o dia que se apresenta é um presente, é oportunidade única de viver e agradecer.
Segue agora, sem olhar para trás, segue contente, rumo ao infinito das conquistas que lhe cabe.
Deus te abençoe desde já, pois é hora de recomeçar.

Paulo Roberto Gaefke

segunda-feira, 14 de junho de 2010

CLIENTE NERVOSO...


Cliente nervoso também é cliente!
Atender um cliente não é fácil, imagine então, atender um cliente nervoso
Mas o bom profissional não perde a elegância ou a boa educação nem diante de uma situação difícil como esta.

Queixas, críticas e reclamações têm como principal motivo um produto, um serviço prestado ou um atendimento ruim.
Independentemente do motivo ou da razão do cliente, coloque-se no lugar dele: certamente, em sua forma de agir e de pensar, você também estaria exigindo atenção e providências para solucionar o problema.

Para um melhor desempenho na posição de atendimento diante de uma situação destas, siga algumas regras, que descrevo a seguir:

Seja sempre gentil e solícito.
Um cliente nervoso tem reações imprevisíveis; é como uma bomba prestes a explodir.
Se você tratá-lo com indiferença, arrogância, hostilidade ou superioridade, poderá acender o pavio.
Não duvide da atitude e nem da reação de um cliente nervoso, porque alguns são capazes até de agredir fisicamente um funcionário num momento de raiva e de descontrole.

Lembre-se de que ele merece a mesma atenção dispensada a qualquer outro cliente, e que o seu comportamento agressivo tem um motivo, seja qual for...
Pode ser que a maneira de fazer a queixa não seja a mais adequada mas, mesmo fora dos padrões da boa educação, ele merece atenção e merece, acima de tudo, ser ouvido, uma vez que está querendo fazer valer os seus direitos como cidadão e como consumidor.

Mantenha o equilíbrio emocional.
Lidar com a insatisfação alheia é algo muito delicado que requer paciência e, acima de tudo, equilíbrio emocional.
Uma pessoa que grita espera encontrar alguém tão desequilibrado quanto ela.
Uma pessoa que diz um palavrão espera ouvir de alguém pelo menos dois palavrões para, assim, ter motivos de sobra para extravasar toda fúria, nervosismo, ódio e tensão! Não é alterando a voz que se obtém sucesso com este perfil de cliente.
Ao contrário, coloque-se na posição de um monge budista: ouça atentamente, não faça julgamentos e não altere o seu tom de voz.
Num momento de raiva, o cliente nervoso quer chamar a atenção, e tentará, de todas as formas possíveis, tirar a sua calma.
Procure ficar em silêncio e veja o que acontece... Mais importante ainda: resolva o problema dele.
Nada pior do que o jogo do empurra-empurra e das desculpas que irritam ainda mais, acompanhadas de frases como "Lamento, mas não posso ajudá-lo; vou encaminhá-lo para outra pessoa".

Não duele com o cliente nervoso, fazendo cara feia, usando prepotência ou ar de deboche. Já diz um velho provérbio:
"O silêncio é uma arma preciosa contra os ignorantes."

Calma! Mantenha sempre a calma!
E tampouco se deixe impressionar pela famosa frase "Você sabe com quem está falando?" ou por shows de mau humor que, às vezes, incluem gritarias e outras demonstrações de falso poder. Se a voz do cliente começar a ficar muito alta e as atitudes dele cada vez mais agressivas, trate de levá-lo a um lugar mais privado e confortável, de modo que a performance dele fique restrita a você e aos seguranças do local, isso se a situação estiver muito tensa. De qualquer forma, jamais perca a calma! É você que está no controle da situação.
Trate-o com respeito e chame-o pelo nome para que ele se sinta valorizado. Se possível, ofereça um café ou água.
Tente acalmá-lo com toda atenção, olhando-o nos olhos e mantendo uma fisionomia transparente sem forçar um sorriso trêmulo ou amarelo, pois o cliente pode interpretar isso como deboche. O som da voz de uma pessoa emocionalmente equilibrada tem o poder de acalmar os mais nervosos, você sabia?

Lembre-se também, além das regras acima, dos mandamentos do atendimento ao cliente nervoso:

Conte até 10.000, no entanto, jamais perca a compostura.
Respire fundo, e não tente argumentar tirando-lhe o direito à palavra.
Ouça mais e fale menos.
Olhe nos olhos do cliente.
Mantenha a fisionomia transparente.
Evite encolher os ombros e demonstrar medo ou inferioridade.
Havendo insistência em humilhações e palavrões, ponha um ponto final na situação:
peça ajuda ao segurança da empresa e retire o cliente desequilibrado da loja ou da sala, mas sempre com delicadeza, sem brutalidade ou força física.
Deixe bem claro ao cliente que você está tentando ajudá-lo e que, se ele continuar descontrolado, ficará difícil concluir esta tarefa.

Lívio Callado - Consultor especializado em Marketing

PONTO DE VISTA...


"Era uma vez uma indústria de calçados aqui no Brasil que desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia.
Em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes do País para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.

Depois de alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria:
"SENHORES, CANCELEM O PROJETO DE EXPORTAÇÃO DE SAPATOS PARA A ÍNDIA, AQUI NINGUÉM USA SAPATOS ".


Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu:
"SENHORES, TRIPLIQUEM O PROJETO DA EXPORTAÇÃO DE SAPATOS PARA A ÍNDIA, AQUI NINGUÉM USA SAPATOS AINDA."


MORAL DA HISTÓRIA:
A mesma situação era um tremendo obstáculo, para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para outro. Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.

A sabedoria popular traduz essa situação com a seguinte frase:
"OS TRISTES ACHAM QUE O VENTO GEME; OS ALEGRES, ACHAM QUE ELE CANTA."

O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos. A maneira como você encara a vida faz toda a diferença.

SOMOS O QUE PENSAMOS E ACREDITAMOS SER...


Trecho retirado da revista Super Interessante de Julho 2002...

A mente humana grava e executa tudo que lhe é enviado, seja através de palavras, pensamentos ou atos, seus ou de terceiros, sejam positivos ou negativos, basta que você os aceite. Essa açao sempre acontecerá, independente se traga ou não resultados positivos para você.

Um cientista de Phoenix - Arizona queria provar essa teoria. Precisava de um voluntário que chegasse às últimas conseqüências. Conseguiu um em uma penitenciaria. Era um condenado à morte que seria executado na penitenciária de St Louis no estado de Missouri onde existe pena de morte executada em cadeira elétrica.

Propôs a ele o seguinte: ele participaria de uma experiência científica, na qual seria feito um pequeno corte em seu pulso, o suficiente para gotejar o seu sangue até a ultima gota final.

Ele teria uma, chance de sobreviver, caso o sangue coagulasse. Se isso acontecesse, ele seria libertado, caso contrário, ele iria falecer pela perda do sangue, porém, teria uma morte sem sofrimento e sem dor.

O condenado aceitou, pois era preferível do que morrer na cadeira elétrica e ainda teria uma chance de sobreviver.

O condenado foi colocado em uma cama alta, dessas de hospitais e amarram o seu corpo para que nao se movesse. Fizeram um pequeno corte em seu pulso.

Abaixo do pulso, foi colocado uma pequena vasilha de alumínio. Foi dito a ele que ouviria o gotejar de seu sangue na vasilha.

O corte foi superficial e nao atingiu nenhuma artéria ou veia, mas foi o suficiente para ele sentisse que seu pulso fora cortado. Sem que ele soubesse, debaixo da cama tinha um frasco de soro com uma pequena válvula. Ao cortarem o pulso, abriram a válvula do frasco para que ele acred itasse que era o sangue dele que está caindo na vasilha de alumínio. Na verdade, era o soro do frasco que gotejava.De 10 em 10 minutos, o cientista, sem que o condenado visse, fechava um pouco a válvula do frasco e o gotejamento diminuía. O condenado acreditava que era seu sangue que está diminuindo. Com o passar do tempo, foi perdendo a cor e ficando cada vez mais pálido.

Quando o cientista fechou por completo a válvula, o condenado teve uma parada cardíaca e faleceu, sem ter perdido sequer uma gota de sangue.

O cientista conseguiu provar que a mente humana cumpre, ao pé-da-letra,tudo que lhe enviado e aceito pelo seu hospedeiro, seja positivo ou negativo e que sua açao envolve todo o organismo, quer seja na parte orgânica ou psíquica.

Essa história é um alerta para filtramos o que enviamos para nossa mente,pois ela nao distingue o real da fantasia, o certo do errado, simplesmente grava e cumpre o que lhe é enviado.

"Quem pensa em fracassar, já fracassou mesmo antes de tentar".
Somos o que pensamos e acreditamos ser.

QUANDO CHOVER...


Quando chover, da janela contempla o dia cinza e guarda-o na memória para quando fizer sol.

Quando fizer sol, lembra-te do dia cinza e compara esses dois dias à tua vida: - chuva e sol são como felicidade e tristeza.

Não são eternos os dias cinzas, assim como o sol não ilumina a Terra todos os dias.

Há dias nublados, mas o verdadeiro sentido está em que, apesar das nuvens, o sol permanece ali, acima de tudo, apenas esperando que as nuvens se afastem para surgir, brilhante, imponente, com força total!

Não desista dos sonhos. Persevera e espera que um dia, afastando as nuvens de qualquer dissabor, teu sol vai nascer aquecendo os teus sonhos.

Então você vai ser feliz!

REGRAS PARA SER FELIZ...


Conta-se que um homem de negócios, após longos anos de trabalho árduo, conseguiu ajuntar significativa fortuna.
Todavia, o grande empresário, apesar de todo o dinheiro que possuía, sentia-se infeliz. Desejava a felicidade, mas um grande vazio lhe perturbava a alma e as tribulações das horas lhe roubavam a paz.
Um dia, ouviu falar da existência de um velho sábio conhecedor de regras eficientes para quem deseja ser feliz.
O executivo não teve dúvidas. Muniu-se dos recursos necessário e saiu a procurá-lo.
Após longa e exaustiva busca, chegou ao lugarejo onde residia o tal sábio.
Algumas informações a mais, e lá estava ele, frente a frente com o ancião.
A expectativa era tanta que ele foi direto ao assunto.

"Ouvi dizer que o senhor sabe a receita para se conquistar a felicidade, e o que mais desejo é ser feliz, pode me ajudar?" Perguntou ansioso.

Bem, respondeu o sábio, na verdade as regras são muito simples. A primeira delas é prestar atenção. A segunda, é prestar atenção. E a terceira e última é prestar muita atenção.

O executivo pensou que ele só podia estar brincando, mas depois de ouvir algumas considerações, foi mudando de idéia.

O ancião falou com sabedoria: "quem presta atenção em tudo o que acontece nos minutos de sua vida, consegue ser feliz."

- Preste atenção no que as pessoas lhe dizem. Saiba ouvi-las com serenidade, buscando ajudar na medida do possível.
- Ao fazer uma refeição, aproveite bem o momento. Preste atenção nos alimentos que ingere, sinta o seu sabor.
- Preste atenção em tudo à sua volta...
- Olhe com atenção uma noite enluarada, um amanhecer de ouro...
- Contemple, com atenção, um jardim que explode em perfumes e cores...
- Uma cascata estirada sobre a montanha rochosa...
- Observe com atenção um bando multicor de aves cruzando os ares... Ouça atentamente o canto de um pássaro solitário...
- Preste atenção na chuva que cai abençoando o solo. Imagine os lençóis d’água no subsolo, espalhando fertilidade e vida...
- Detenha-se a observar o trabalho das formigas, sua organização, sua perseverança.
- Acompanhe com atenção o desabrochar de uma rosa... sinta o seu perfume.
- Enfim, observe atentamente os pequenos "nadas" ao seu redor.
- Em pouco tempo você perceberá que há muito mais coisas boas do que ruins, e isso o fará feliz.

Depois de ouvir atentamente os conselhos do velho sábio, o empresário já estava se sentindo mais alegre e disposto a lutar pela felicidade tão almejada.

As horas são abençoadas oportunidades de aprendizado e alegria.
Mas, embora elas se repitam incessantemente, os minutos já não são os mesmos e as circunstâncias mudam a cada segundo.
Dessa forma, a cada hora temos sessenta minutos para encontrar motivos de felicidade, basta que prestemos muita atenção em cada um deles, sem esquecer que a nossa atenção deve voltar-se para as coisas realmente positivas.

Pensemos nisso!

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em história de autoria desconhecida.

sábado, 12 de junho de 2010

VELHA RABUGENTA...


Quando uma velha senhora morreu na seção para o tratamento de doenças da velhice em uma pequena clínica perto de Dundee, na Escócia, todos estavam convencidos de que ela não havia deixado nada de valor.

Então, quando as enfermeiras verificaram seus poucos pertences, eles encontraram um poema. Sua qualidade e conteúdo impressionaram todas as pessoas, e todas as enfermeiras queriam uma cópia da mesma.

Uma delas levou uma cópia para a Irlanda. A única herança que a velha deixou a seus sucessores foi publicado na edição de Natal da notícia da União para a Saúde Mental na Irlanda do Norte. Este poema, simples mas eloqüente, também foi apresentado com slides. Então, esta velha senhora da Escócia, sem posses materiais para deixar ao mundo, é a autora deste poema "anônimo" que circula na Internet.

A velha rabugenta...

Texto encontrado em pertences de uma idosa que não tinha posses materiais

Que vêem amigas?
Que vêem ?
Que pensam quando me olham?
Uma velha rabugenta não muito inteligente de hábitos incertos, com seus olhos sonhadores fixos ao longe?
A velha que não responde ao tentar ser convencida... De, fazer um pequeno esforço?"

A velha, que vocês acreditam que não se dá conta das coisas que vocês fazem e que continuamente perde a sua escova ou o sapato ?
A velha, que contra sua vontade, mas humildemente lhes permite a fazer o que queiram, que me banhem e me alimentem só para o dia passar mais depressa....
É isso que vocês acham? É isso que vocês vêem?
Se assim for, abram os olhos, amigas, porque isso que vocês vêem não sou eu!

Vou lhes dizer quem sou, quando estou sentada aqui, tão tranqüila como me ordenaram...
Sou uma menina de 10 anos, que tem pai e mãe, irmãos e irmãs que se amam.
Sou uma jovenzinha de 16 anos.
Com asas nos pés, e que sonha encontrar seu amado.
Sou uma noiva aos 20, Que o coração salta nas lembranças, quando fiz a promessa que me uniu até o fim de meus dias com o AMOR de minha vida.
Sou ainda uma moça com 25 anos, que tem seus filhos, que precisam que eu os guie...
Tenho um lugar seguro e feliz !

Sou a mulher com 30 anos.
Onde os filhos crescem rápido, e estamos unidos com laços que deveriam durar para sempre...
Quando tenho 40 anos Meus filhos já cresceram e não estão em casa...
Mas ao meu lado está meu marido que me acalente quando estou triste.
Aos 50, mais uma vez comigo deixam os bebês, meus netos, e de novo tenho a alegria das crianças, meus entes queridos junto a mim
Aos 60 anos, sobre mim nuvens escuras aparecem, e quando olho meu futuro me arrepio toda de terror.
Os meus filhos se foram, e agora têm os seus próprios filhos...
Então penso em tudo o que aconteceu e no amor que conheci.

Agora sou uma velha. Que cruel é a natureza....
A velhice é uma piada que transforma um ser humano Em um alienado.
O corpo murcha, os atrativos e a força desaparecem Ali, onde uma vez teve um coração Agora há uma pedra.
No entanto, nestas ruínas, a menina de 16 anos ainda está viva.
E o meu coração cansado, ainda está repleto de sentimentos Vivos e conhecidos

Recordo os dias felizes e tristes Em meus pensamentos volto a amar e a viver o meu passado.
Penso em todos esses anos Que foram, ao mesmo tempo poucos Mas que passaram muito rápido, e aceito o inevitável..
Que nada pode durar para sempre...
por isso, abram seus olhos e vejam Diante de vocês não está uma velha mal-humorada diante de vocês estou apenas “EU...”

Uma menina, mulher e senhora Viva...!!!
E com todos os sentimentos de uma vida...

Lembrem deste poema da próxima vez que encontrar uma pessoa idosa mal-humorada e não a rejeitem, sem olhar primeiro a sua Alma Jovem… Você…. vai estar algum dia em seu lugar…

sexta-feira, 11 de junho de 2010

LIMITES...


Qual o seu limite para sonhar e realizar objetivos em sua vida?
Nenhum.
O limite é você quem impõem.
Você é a única pessoa que pode colocar restrições nos seus desejos.
Veja que as grandes realizações do nosso século,aconteceram quando alguém resolveu vencer o impossível...
Nas navegações, encontramos um Colombo determinado a seguir viagens pelo mar,mesmo estando cansado de ouvir que o mar acabava e estava cheio de monstros terríveis.
Santos Dumont, foi taxado de louco tantas vezes que nem mais ligava para os comentários até fazer subir seu 14 Bis...
Ford foi ignorado por banqueiros e poderosos que não acreditavam em carros em série.
Einstein foi ridicularizado na Alemanha...
Desistir de nossos projetos, ou aceitar palpites infelizes em nossas vidas é mais fácil do que lutar por eles.
Renunciar, chorar, aceitar a derrota é mais simples pelo simples fato de que não nos obriga ao trabalho.
E ser feliz, dá trabalho.

Ser feliz é questão de persistência, de lutas diárias, de encantos e desencantos.
Quantas pessoas ainda passaram pela sua vida e te magoarão?
Quantos passarão pela sua vida só para roubar tua energia?
Quantos estarão realmente preocupados com você?

A questão é como você vai encarar essas situações.
Como ficarão seus projetos...eles resistirão as amarguras e desacertos do dia a dia?
O objetivo você já tem: ser feliz!!!
Como alcançar você já sabe: lutando!!!

Resta saber o quanto feliz você realmente quer ser.
E principalmente; qual o limite que você colocou em seus sonhos.
Lembre-se: não há limites para sonhar...
Não se limite, vá a luta!
O impossível é apenas algo que alguém ainda não realizou!!!

Atravesse a porta do limite e nunca se arrependa de ser Feliz, busque a felicidade.

MOMENTO E HORA...


"A alegria não está nas coisas: está em nós."
(Goethe)


Não adianta esperar aquele prêmio maravilhoso para se alegrar, afinal de contas, ele pode nem chegar.
Não adianta esperar pelo seu "grande amor" para ser feliz, aceite o relacionamento de hoje e faça-o crescer.
Não espere a plástica que tanto almeja, ela pode não resolver seus conflitos da alma.
Não espere pelos amigos, nem pelos inimigos, antes, marque hora com você, e não atrase.

A felicidade é a soma dessas pequenas alegrias, que transformam o nosso dia.
Dia que se apresenta puro, simples e renovador.
É o novo tempo que se mostra tão revelador.
Oportunidades imensas, problemas que se tornam pequenos, diante da sua alegria em descobrir em você, toda a fonte de oportunidades.

Valorize-se!

Cada gesto, cada ato, seja dado em busca da alegria, que é aquela certeza gostosa de que podemos mais.
Mais uns segundos embaixo d'água, mais um dia sem fumar, sem beber, sem reclamar.
Mais um pouco de esperança, de doçura, de sorrir como criança.

Afinal de contas, eu vejo flores em você, e se de repente, alguém lhe dizer: eu te amo,
não é o seu desodorante, é a sua alegria, é a sua vontade de viver que contraria, tudo o que poderia ser contra você.

Vai, abra um belo sorriso.
Tire um pouco esses sapatos...relaxe os pés, depois a cabeça, e por fim a alma aflita, que é uma amiga interna que grita: vem ser feliz agora, pois este é o momento e a hora.
Acredite em você

Paulo Roberto Gaefke

quinta-feira, 10 de junho de 2010

TEMPO CERTO...


Em um dos livros bíblicos - o Eclesiastes - há um texto de grande beleza. É o capítulo 3.
Esse texto, que é atribuído ao sábio Rei Salomão, versa sobre o tempo e é uma preciosa lição.

Diz que tudo tem o seu tempo determinado, e que há tempo para todo o propósito sob o céu.
Há tempo de nascer, e tempo de morrer. Tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou.
Tempo de derrubar, e tempo de edificar. Tempo de chorar, e tempo de rir ou de dançar.
Tempo de abraçar, e tempo de afastar-se. Tempo de buscar, e tempo de perder.
Tempo de guardar, e tempo de lançar fora. Tempo de rasgar, e tempo de costurar.
Tempo de calar, e tempo de falar.


É uma sábia avaliação do ritmo e das leis que regem a vida. Nascemos quando precisamos de mais uma experiência na Terra.
E devemos deixar o corpo, no momento exato em que já cumprimos nossa missão na Terra. Nem antes, nem depois, mas no exato momento em que Deus nos convida a voltar para a nossa casa celeste.
Há a hora certa para falar: é quando nos dispomos a consolar o que chora, a emprestar um ombro amigo, a dar um bom conselho.
Há o momento de silenciar, quando basta segurar a mão de alguém e transmitir solidariedade.
E há o momento de calar, para não ofender, magoar, maltratar.
Há o momento de plantar e o de colher. Não podemos esquecer que tudo o que semearmos livremente, seremos obrigados a colher mais tarde.
É uma lei universal chamada causa e efeito: a vida nos devolverá na exata medida do que fizermos.
Seríamos tão mais felizes se observássemos o momento adequado de todas as coisas.
A vida requer olhos atentos. Não apenas os olhos físicos, mas as janelas da alma que são capazes de identificar necessidades e potenciais alheios.
As almas sensíveis reconhecem a hora certa de agir.

Diz o texto do Eclesiastes que não há coisa melhor do que alegrar-se e fazer o bem. Somente um sábio seria capaz de dizer tão profunda verdade com tanta simplicidade!

Viver contente com todos os aprendizados que a vida traz é uma arte pouco praticada e quase desconhecida.

Saber alegrar-se com as pequeninas coisas de todo dia. Descobrir poesia em pétalas de flor, luares e poentes.

E fazer o bem? Há atividade mais agradável aos olhos de Deus que amar todos os seres, respeitar a Criação Divina, impregnar-se de ternura?

É esse sentimento de admiração à obra Divina que fez o sábio Salomão escrever:

Eu sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente. Nada se lhe deve acrescentar, e nada se lhe deve tirar.

Sim, diante da obra Divina, só nos cabe entender que nada acontece sem que o Pai Celeste saiba e permita.
Embora debaixo do sol haja mais impiedade que demonstrações de amor, mais iniqüidade que justiça, acredite: tudo está correto e seguindo a vontade Divina.
Isso é tranqüilizador.
O importante não é a maneira como os outros agem, mas como nós agimos.

Não se preocupe com os outros. Preste contas apenas de sua vida e de seus atos.
Alegre-se com o amor de Deus, aja de forma reta, tenha a consciência asserenada pelo dever cumprido. Tudo isso se transforma automaticamente em felicidade.


Redação do Momento Espírita. Disponível no livro Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.
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