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segunda-feira, 14 de março de 2011

HÁ TEMPO...

Há tempo para dizer que ama, e até tempo para pedir um tempo.
Há tempo para fazer planos, e tempo para construir sonhos.
Há tempo para correr sem parar, e tempo de parar para pensar.
Há tempo para o nascer e comemorar, e tempo para o morrer e chorar.
Há tempo de vigiar a noite, e tempo para dormir sem se preocupar.
Há tempo de saúde que se esbanja, e tempo de doenças que paralizam.
Há tempo para orar e adorar, outro para trabalhar sem cessar.
Há tempo de admiração e desejos, e há tempo para ouvir críticas e agir.
Há tempo para contar histórias e fazer rir, e tem que haver tempo, para ouvir e refletir.
Há tempo para o trânsito e para o trabalho, mas devemos buscar tempo para o invisível.
Há tempo para plantar e outro para colher, tempo de escolher novas sementes, mudar rumos, tempos de chuva e tempos de secas absurdas

Em tudo o tempo é neutro, nós é quem julgamos
se o tempo é bom ou ruim de acordo com a nossa métrica.
Se estamos bem, o tempo está bom, mesmo no maior dilúvio.
Se estamos mal, nem o dia de sol nos conforta.

Que haja tempo para viver os dias que lhe cabem, de maneira harmoniosa, corpo, mente e espírito.
Buscando a união do que é natural e visível, com que chamamos de sobrenatural e invisível, pois só assim, escreveremos o nosso tempo, com letras que não se apagam, marcando-o como único, rico e cheio de boas lembranças, como as brincadeiras dos tempos de criança.
Porque somos eternos, mas devemos ser muito mais, fazendo todo o bem possível, sem deixar de ser eterno, torne-se INESQUECÍVEL!


Paulo Roberto Gaefke

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