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segunda-feira, 25 de junho de 2012

O VERDADEIRO AMOR...

"O Amor...Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O Amor nunca falha..." I Corintios 13.7,8


Um famoso professor se encontrou com um grupo de jovens que falava contra o casamento.
Argumentavam que o que mantém um casal é o romantismo e que é preferível acabar com a relação quando este se apaga, em vez de se submeter à triste monotonia do matrimônio.


O mestre disse que respeitava sua opinião, mas lhes contou a seguinte história :


" - Meus pais viveram 55 anos casados. Numa manhã minha mãe descia a escada para preparar o café e sofreu um enfarto.
Meu pai correu até ela, levantou-a como pode e quase se arrastando, a levou até à caminhonete.
Dirigiu a toda velocidade até o hospital, mas quando chegou, infelizmente ela já estava morta.
Durante o Velório, meu pai não falou.
Ficava o tempo todo olhando para o nada.
Quase não chorou.
Eu e meus irmãos tentamos, em vão, quebrar a nostalgia recordando momentos engraçados.
Na hora do sepultamento, papai, já mais calmo,
passou a mão sobre o caixão e falou com sentida emoção :"


" - Meus filhos, foram 55 bons anos...
Ninguém pode falar do amor verdadeiro se não tem idéia do que é o compartilhar a vida com alguém por tanto tempo."


Fez uma pausa, enxugou as lágrimas e continuou


" - Ela e eu tivemos juntos muitas crises.
Mudei de emprego, renovamos toda a mobília quando vendemos a casa e mudamos de cidade.
Compartilhamos a alegria de ver nossos filhos concluírem a faculdade, choramos um ao lado do outro quando entes queridos partiam.
Oramos juntos na sala de espera de alguns hospitais, nos apoiamos na hora da dor, trocamos abraços em cada Natal, e perdoamos nossos erros...
Filhos, agora ela se foi e eu estou contente.
E vocês sabem por quê ?
Porque ela se foi antes de mim e não teve que viver a agonia e a dor de me enterrar, de ficar só depois da minha partida. Sou eu que vou passar por essa situação, e agradeço a Deus por isso.
Eu a amo tanto que não gostaria que sofresse assim..."


"- Quando meu pai terminou de falar, meus irmão e eu estávamos com os rostos cobertos de lágrimas. Nós o abraçamos e ele nos consolava, dizendo :"


"- Está tudo bem, meus filhos, podemos ir para casa."


E por fim o professou concluiu :


"- Naquele dia entendi o que é o verdadeiro amor.
Está muito além do romantismo, e não tem muito a ver com erotismo, mas se vincula ao trabalho e ao cuidado a que se professam duas pessoas realmente comprometidas."
Quando o mestre terminou de falar, os jovens universitários não puderam argumentar.
Pois esse tipo de amor era algo que não conheciam.
O verdadeiro AMOR se revela nos pequenos gestos,
no dia a dia e por todos os dias.
O verdadeiro AMOR não é egoísta, nem é presunçoso,
nem alimenta o desejo de posse sobre a pessoa amada.


"QUEM CAMINHA SOZINHO PODE ATÉ CHEGAR MAIS RÁPIDO,
MAS AQUELE QUE VAI ACOMPANHADO, COM CERTEZA CHEGARÁ MAIS LONGE."

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