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quinta-feira, 31 de outubro de 2013


Que a felicidade, ainda que breve, possa ser bem desfrutada.
E que as perguntas fiquem pra depois e não tenham tanta importância.
Que o motivo para se estar feliz tenha o direito de ser banal.
Tenha o direito de fazer chorar de rir e quando parar, começar de novo sem qualquer porquê.
Que possamos fazer da gentileza uma característica mundial.
Que seja nobre ser simples.
Que possamos continuar errando e descobrindo como acertar na próxima.
Que nossos desejos sejam livres.
Que o choro ocupe menos tempo da nossa vida, molhe bem menos os nossos olhos, sufoque bem menos a nossa alma.
Que o dia seguinte seja sempre um presente bonitinho embrulhado num papel convidativo.

E que aqueles que não conseguem participar destas esperanças, aprendam.

Camila Heloíse

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