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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

SÓ POR AMOR...


O senhor não daria banho a um leproso nem por um milhão de dólares? Eu também não.
Só por amor se pode dar banho a um leproso.
(Madre Teresa de Calcuta)

Vivemos num mundo de dependências.
Dependemos uns dos outros para vivermos,
para nos alimentarmos, nos vestirmos e até para sermos felizes.
Quando nos juntamos em grupos para nos divertir, ou em dois para formar uma nova família, criamos uma corrente maravilhosa de forças que podem modificar até o mundo e seus costumes.

Alguém duvida que um casal unido, com o objetivo de adquirir uma casa, ter filhos e viver em comunhão, pode conquistar isso e muito mais?
Quando os funcionários de uma empresa se unem para atingir os objetivos de produção estabelecidos, e conseqüente divisão de lucros, é claro que as metas serão ultrapassadas.
Quando cientistas se unem para a descoberta de vacinas e novos remédios, a humanidade toda colhe os benefícios dessa força.

A união dos seres humanos é fundamental para o progresso e continuidade da vida no nosso planeta.
O problema está na dependência total de uma pessoa, de uma atividade, de uma empresa, de um remédio, entre outros.
Imagine uma empresa que só tem um cliente.
Tudo o que ela produz é para essa única empresa.
Um belo dia essa empresa resolve trocar de fornecedor.
O que vai acontecer com essa empresa de um único cliente?
Vai desaparecer...

Assim, são as pessoas que se entregam de corpo, alma e bagagem para um relacionamento.
Se, por qualquer motivo, o relacionamento acabar, a pessoa pode acabar junto e vai ser muito difícil se levantar.
Dependemos uns dos outros sim, mas para somar, para construir, não para nos transformarmos em parasitas, em "dependentes químicos do cheiro de alguém".

É preciso manter os nossos sonhos individuais, fazer a nossa faculdade, comprar o nosso carro e, na soma de tudo, estaremos construindo uma família feliz, unida e saudável.
Amar sim. Depender, nunca!

Paulo Roberto Gaefke

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